Dia dos Pais: 5 ideias criativas para campanhas de marketing digital!

As datas comemorativas ou “datas sazonais”, como o comércio costuma definir, são muito esperadas todos os anos, já que é nesse período que as vendas tendem a aumentar. Segundo a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), as cinco datas comemorativas mais importantes no Brasil, são: Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças. Datas como a Páscoa e a tão esperada Black Friday também impulsionam muito as vendas de setores específicos como o de eletrodomésticos e o de telefonia.

De acordo com especialistas, o faturamento é equivalente a três meses normais do ano. O Dia das Mães, apesar do ritmo de crescimento menos acelerado, continua sendo a segunda data mais importante para o comércio no ano, perdendo apenas para o Natal. O Dia do Pais também não fica para trás, com aumento das vendas nos segmentos de moda e tecnologia.

Com o aumento significativo das vendas em datas sazonais fica o alerta para a importância de realizar um planejamento antes de realizar qualquer ação de marketing.

Nas redes sociais não é muito diferente, por isso é necessário preparar-se com antecedência. Ter dados e fazer deles uma base para montar a próxima campanha é de extrema importância. Além disso, ficar atento se as fontes as quais irão servir de referência são confiáveis.

Em 2017, a agência de marketing Peppery realizou uma pesquisa para entender o comportamento das pessoas nas redes sociais no período que antecede o Dia dos Pais. A conclusão do estudo foi a seguinte:

No período de aproximadamente um mês, o termo “dia dos pais” foi usado mais de 300 mil vezes, sendo em sua maior parte no Instagram, atingindo um potencial de mais de 1 bilhão de pessoas alcançadas. No ano de 2018 esse número tende a multiplicar-se, devido ao crescimento da rede social. Por isso é necessário estar atento às tendências.

Confira algumas ideias criativas para criar uma campanha de marketing digital para o Dia dos Pais:

1 – Fidelize clientes com ações segmentadas:

Antes de atrair mais pessoas para o seu negócio, fidelize quem já é seu cliente. Promova sorteios, crie promoções, beneficie com brindes. Tudo isso através das redes sociais como o Instagram, por exemplo. Ah! O e-mail também é de extrema importância, mesmo que a sua base não seja tão grande – um e-mail bem feito pode converter bastante.

Ex: Crie promoções exclusivas para quem é cliente vip, ou seja, quem está com você há mais tempo. Veja o modelo abaixo:

2 – Para atrair clientes, dê dicas de presentes para o dia dos pais no seu blog ou rede social:

 – “Os 5 melhores presentes para o seu pai – até R$100,00”.

 – “Presenteie o seu pai com um linda camisa – 30% de desconto na compra de 2 peças”.

 – “Leve o seu parceiro para passear nas alturas. Pacotes a partir de R$300,00”.

3 – Post “Conte a sua história”:

Promova uma ação que gere comentários em suas postagens e aumente o seu engajamento.

Ex.: “Conte a sua melhor história com o seu pai. A resposta mais legal ganhará um brinde exclusivo da nossa loja. Presenteie quem você tanto ama!”.

4 – Crie enquetes (perguntas):

Fazer enquetes no Instagram, por exemplo, além de aumentar o engajamento da sua página, melhora o posicionamento e aumenta a visualização dos seus stories.

Ex.: “Qual tipo de pai é o seu? Moderno ou Clássico?”“Qual tipo de presente o seu pai gostaria mais?”.

5 – Homenageie os todos os papais envolvidos:

Desde clientes à funcionários. Homenageie todos os pais envolvidos com a sua organização e torne a sua comunicação mais humana e mais próxima do seu público.

Eleja o pai do ano, o mais descolado, o mais engraçado. Abuse da criatividade e aumente os “burburinhos” nas suas redes sociais, de forma positiva, claro!

Dicas extras:

Antes de criar os seus posts do dia dos pais:

– Segmente o público que deseja atingir:

Defina a quem você quer atingir com sua campanha. Quer fidelizar clientes antigos ou deseja atrair novos clientes? É um público mais jovem ou mais maduro? Tudo isso influenciará na forma de comunicar e no entendimento que o cliente terá.

– Defina o meio de comunicação/rede social onde a sua campanha será lançada:

Escolha o meio em que a sua campanha será lançada. Não necessariamente precisa ser somente em uma rede social. Você pode integrar Instagram + Facebook, Facebook + Site, por exemplo. Só não dê mais atenção a uma que a outra. Você precisa estar ligado em tudo que está acontecendo, principalmente se algum desses canais serve de suporte/tira dúvidas.

Depois de criar os seus post:

– Agendamento – mLabs
Faça o agendamento dos seus posts. Com a ajuda do mLabs, você conseguirá agendar os seus posts sem se preocupar em esquecer, de forma rápida e prática. Outro benefício da plataforma é a possibilidade de criar um calendário das datas importantes para o seu segmento durante todo o ano. Vale a pena conferir!

– Mensure resultados

Crie o hábito de mensurar os seus resultados com uma frequência determinada, por exemplo, a cada 15 dias. Hoje a maioria das redes sociais te dão a possibilidade de ter acesso a quantidade de visualizações, alcance e cliques. Então aproveite esses recursos para saber onde será necessário melhorar.

Via Trakto.

Learn More

8 dicas para converter leads em clientes.

O desafio de converter leads em vendas muda de negócio para negócio, já que considera as suas particularidades.

No entanto, há estratégias consideradas como obrigatórias seja qual for a sua empresa.

E é sobre elas que iremos falar agora.

1 – Conheça a sua persona

A persona é uma representação fictícia do perfil ideal de cliente. A sua construção depende de um estudo que considera hábitos, costumes, interesses e características específicas do seu público-alvo. Faixa etária, localização, gênero, escolaridade, faixa de renda, entre outras informações, fazem parte desse processo.

Mas por que você precisa conhecer as suas personas?

A resposta é simples: todas as estratégias de marketing e de vendas precisam ser elaboradas tendo como base as características delas.

Por exemplo, em quais canais na internet a sua persona é mais facilmente encontrada? Isso define onde você deve estar. Nunca esquecendo que, para que ela seja convertida em lead, é preciso que ocorra o contato inicial – o que pode acontecer em uma rede social ou no seu blog, por exemplo.

Outra questão importante é a mensagem que vai transmitir a essa persona é como fará isso.

Você precisa considerar a linguagem mais adequada ao público.

Resumindo, então, conhecer a persona é o que aproxima você de uma estratégia mais bem-sucedida no que diz respeito a localizar o potencial cliente e ser mais assertivo no contato com ele.

2 – Qualifique seus leads

Como você já sabe, assim que o potencial cliente entra para a sua base de contatos, ele se torna lead.

A partir daí, o seu desafio é conduzir esse lead pelo seu funil de vendas, avançando até que esteja pronto para concretizar uma compra. Esse esforço depende de um processo que se chama qualificação ou nutrição de leads.

Ou seja, é preciso instigá-lo a saber mais sobre a empresa e as soluções que ela oferece.

Há necessidade de se posicionar como a resposta ideal para uma necessidade específica dele e, assim, aproximá-lo daquele que é o seu objetivo: a realização da venda.

Nutrir um lead depende de oferecer a ele mais conteúdo útil e relevante, o que pode ser feito a partir de novos artigos de blog, de material enviado por uma newsletter ou por ações de e-mail marketing.

Se você conhece bem as características de suas personas, a qualificação do líder será um processo muito mais simples.

 

Afinal, dessa forma, vai saber exatamente qual mensagem e por qual meio deve ser transmitida, de modo que o aproxime do desfecho do negócio.

3 – Crie fluxos de nutrição de emails

Esta dica é complementar ao que acabamos de destacar. Quando você tem uma estratégia de e-mail marketing, precisa definir disparos periódicos, de modo que o lead não desvie o seu foco da necessidade de consumo e muito menos deixe de cogitar a sua solução como a ideal para ele.

Então, a nutrição por e-mail tem dois desafios: a qualidade do conteúdo entregue ao lead e a periodicidade do envio.

Particularmente sobre essa última questão, é muito importante se manter vivo na mente no potencial cliente, mas ter cuidado para não ser invasivo.

4 – Mostre os benefícios que seu produto/serviço irá trazer para o cliente

O cliente precisa se sentir em vantagem no processo, pois só realiza uma compra quando percebe valor nessa operação. Portanto, ainda que ele esteja ciente de um gasto, é necessário que veja como um investimento, tendo a certeza de que vai apostar em um produto ou serviço que solucionará uma necessidade de consumo bem identificada.

Aqui, o seu desafio é enaltecer os diferenciais daquilo que a sua empresa oferece. Ou seja, convencer esse lead de que a sua solução é mais vantajosa do que qualquer outra que ele encontre no mercado.

Você tem aí uma boa dica sobre qual tipo de conteúdo oferecer em suas estratégias de marketing. Seja por e-mail marketing, post em blog, publicações em redes sociais ou qualquer outra tática, enalteça os benefícios e as vantagens para o cliente de escolher a sua empresa.

5 – Use excelente CTAs

CTA é a sigla para Call to Action, que nada mais é do que uma chamada à ação. Trata-se de um convite para que o usuário faça um movimento previsto dentro de uma estratégia de marketing.

Pode ser assinar uma newsletter, baixar um material rico, como e-book ou infográfico, entre outras opções. Assim que você mapear os conteúdos que mais interessam às suas personas, usar o CTA é uma ótima maneira de capturar e nutrir leads.

O CTA pode aparecer na forma de links, banners, botões, entre outras alternativas. Deve ter linguagem objetiva, chamadas curtas e instigantes, além de cores escolhidas especialmente para atrair a atenção do usuário e tirá-lo da zona de conforto.

Ao criar excelentes CTAs, você aumenta muito as chances de atrair potenciais clientes para o seu funil de vendas, assim como convencê-los a dar um próximo passo, quem sabe até mesmo realizando uma compra.

6 – Invista no follow-up

Como acabamos de destacar, um cliente jamais pode se sentir usado para gerar uma venda.

Isso vale tanto para aqueles que ainda não concretizaram um negócio quanto para outros que já são clientes da sua empresa. Quanto mais atenção você der a consumidores que já negociaram com você, mais satisfeitos eles ficarão. Isso os aproxima de uma nova compra, mas, principalmente, serve de incentivo para que eles façam uma propaganda positiva da sua empresa.

Caprichar no follow-up, portanto, ajuda tanto a fidelizar consumidores quanto a atrair novos, o que é uma consequência do seu aprendizado sobre como converter leads em vendas.

7 – Faça seus leads se sentirem especiais

Para que eles se convertam em vendas, você não pode tratar todos da mesma forma.

A verdade é que, dependendo da fase em que se encontram, você deve propor abordagens específicas. Quanto mais personalizado parecer o atendimento e o contato com esse potencial cliente, mais especial o lead vai se sentir.

É imprescindível mostrar preocupação em solucionar uma demanda do usuário. Isso aparece na abordagem persuasiva sobre a qual já falamos. Mas é possível ir além e proporcionar a oportunidade perfeita para que o lead concretize uma compra.

Leads posicionados mais ao fundo do funil de vendas aguardam uma oportunidade ideal para fechar o negócio.

Pode ser uma promoção exclusiva com desconto atraente, um evento especial, algo que desperte nele o senso de urgência e de escassez.

Enfim, as possibilidades são muitas e cabe a você considerar aquilo que mais agrada às suas personas para que a estratégia seja finalizada com sucesso.

8 – Mensure todo o processo

Se você lê com frequência materiais sobre marketing, já deve ter identificado por diversas vezes a necessidade de definir métricas. Afinal, o que não pode ser medido, não há como gerenciar.

Vale também para aprender como converter leads em vendas. Todo o seu processo da captação do lead até o pós-venda precisa ser monitorado e mensurado.

Há vários indicadores que podem ser utilizados nas suas diferentes fases, como a taxa de conversão, custo de aquisição de clientes, custo por lead, entre outros.

O importante é ler mais sobre cada uma dessas métricas e identificar de que forma elas podem contribuir com a sua estratégia.

Com os resultados obtidos, você consegue fazer ajustes que tornam o processo de conversão de leads em vendas mais rápido e facilitado.

São informações importantes para otimizar a sua abordagem.

Via Klickpages

Learn More

Como registrar e legalizar uma empresa!

O primeiro passo para o sucesso ao registrar uma empresa (seja ela física ou virtual) é certamente o planejamento. É muita burocracia envolvida: vários documentos são pedidos, várias condições são exigidas.
Sem um plano para lidar com tudo isso, você provavelmente acabará dando voltas e voltas para levar documentos novamente ou para atender todos os requisitos de alguma etapa.
Por isso, propomos a criação de um plano de ação, que é estipulado nos quatro primeiros tópicos. Esses são os momentos em que há os maiores problemas no registro da empresa. Planeje bem esses momentos e não haverá muita preocupação.
Então, é só dar início à papelada e se preparar para uma longa jornada:
1. Como registrar uma empresa: Escolha da modalidade jurídica de empresa a ser adotada
Todo o seu caminho burocrático depende de qual será a constituição jurídica de sua empresa. Há alguns modelos, como o Microempreendedor Individual, cuja burocracia é facilitada para aumentar a formalização.
Por outro lado, há as sociedades anônimas que exigem uma burocracia substancialmente maior. A pergunta essencial nesta fase é: iniciarei a empresa individualmente ou terei alguns sócios?
Como registrar uma empresa individual
Nas modalidades individuais, a pessoa irá exercer em nome próprio a atividade empresarial. Nesse caso, não há uma separação do patrimônio da pessoa física e da pessoa jurídica, podendo o patrimônio daquela responder ilimitadamente pelas obrigações contraídas pela empresa.
Serão três as possibilidades de enquadramento em empresas individuais e elas dependem somente do faturamento da empresa:
Microempreendedor individual (MEI)
Microempresa (ME)
Empresa de pequeno porte (EPP)
Se você iniciar sua atividade como MEI, você obterá diversas vantagens, pois há diversas ações governamentais de incentivo, como opções facilitadas de micro-crédito e menor burocracia.
No entanto, essa opção só será viável se você mantiver o faturamento anual sempre inferior a R$ 60.000,00. Caso contrário, você irá automaticamente migrar para a modalidade “Microempresa”.
Uma grande vantagem de todas as empresas individuais é o Simples Nacional, um regime tributário simplificado que centraliza o recolhimento de vários tributos, diminuindo a burocracia tributária.

Como registrar uma empresa societária
Sociedade Limitada
É o tipo de sociedade mais comum, adotado, principalmente, por pequenas e médias empresas. Com uma constituição mais simples. Nela, os sócios só respondem de acordo com o valor das suas quotas integralizadas.
Seu ato constitutivo inicial é o Contrato Social, que deve ser registrado na junta comercial, estipulando as quotas mínimas de responsabilidade, não havendo um capital mínimo estipulado em lei. Assim, teoricamente, é possível iniciar uma empresa com quotas de responsabilidade de R$ 1,00.
A integralização do Capital social não exige valores em espécie, podendo ser contabilizados quaisquer bens suscetíveis de avaliação financeira.
Sociedade anônima
Esse tipo de sociedade é um pouco mais complexa, visto que divide o capital social em ações. A responsabilidade dos sócios e dos acionistas limita-se ao preço de emissão das ações adquiridas.
O ato constitutivo inicial é o Estatuto Social, cujo registro também ocorre na junta comercial. Nelas, o capital social também pode incluir qualquer tipo de bem suscetível à análise financeira.
No entanto, aqui, as coisas são um pouco mais complexas, pois é necessário que um perito avalie os bens.
Sociedade em nome coletivo
Tem os requisitos de registro muito semelhantes às sociedades limitadas. Entretanto, aqui, há uma diferença importante: todos os sócios irão responder solidária e ilimitadamente pelas obrigações civis.
Sociedade em comandita simples
Também com constituição semelhante às sociedades limitadas. Nelas, há tantos sócios comanditados, que respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações contraídas pela empresa quanto sócios, e sócios comanditários, respondendo somente pela quota investida.
Sociedade em comandita por ações
Nesse caso, os atos constitutivos iniciais são os mesmos das sociedades anônimas. Os comanditários são substituídos pelos acionistas.
Sociedade cooperativa
Rege-se com as mesmas regras das sociedades limitadas. As cooperativas não estão sujeitas à falência e buscam prestar serviços em favor de seus associados, não tendo, portanto, finalidade lucrativa própria.

2. A escolha do nome da empresa
Colocamos a escolha do nome da empresa em primeiro lugar, pois consideramos que um nome inadequado pode trazer entraves por um motivo relativamente banal.
Quando sua empresa estiver constituída, o nome se tornará a Razão Social. Ela deve ser exclusiva! Assim, se outra empresa tiver a mesma Razão Social, outro nome deverá ser escolhido.
Imagine uma empresa com mais de um sócio. Caso o nome escolhido não seja permitido, haverá necessidade de outra reunião para a definição do nome.
Por isso, sugerimos que haja uma lista com diversos nomes possíveis como alternativas no momento do registro. É interessante dar uma pesquisada em catálogos e na internet para poupar tempo.
As consultas oficiais poderão ser feitas na Junta Comercial ou no banco nacional de marcas do Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
Aqui vai uma dica para as suas futuras ações de marketing: escolha um nome que ainda não tenha algum domínio na internet. O ideal é que seu website tenha o mesmo nome de sua empresa, acrescido das terminações “.com” ou “.com.br”.
Será assim que seu cliente em potencial procurará o site caso ele não tenha encontrado nenhuma outra pista.
3. Defina a atividade de sua empresa
Para elaborar o contrato social, sua empresa deverá indicar em que ramos ela irá atuar, pois a regulação e a tributação seguintes dependem da definição desse aspecto.
O principal instrumento neste momento, é o CNAE – a Classificação Nacional de Atividades Econômicas. A lei estabelece que é função do CNAE a “padronização nacional dos códigos de atividade econômica e dos critérios de enquadramento utilizados pelos diversos órgãos da Administração Tributária do país”.
4. Estabeleça a localização
A localização da empresa não é importante somente para o sucesso da sua empresa, ela é essencial para obter o registro. Em seu município, provavelmente, deve haver determinadas restrições quanto à atividade empresarial em alguns locais.
Além disso, não é toda atividade que pode ser exercida em qualquer local. O Código de Posturas do seu município, provavelmente, veda alguns tipos de atividades em determinados locais com o objetivo de proteger os moradores e manter a ordem pública.
Por isso, você deve sempre conferir se há alguma vedação para a instalação de seu empreendimento em determinado local.
5. A elaboração do contrato social
Esses elementos anteriores serão todos essenciais no momento de se elaborar o contrato social. A partir do registro desse instrumento, sua empresa irá ganhar vida.

Apesar de haver diversos modelos de contrato social disponíveis na internet, consideramos essencial a consulta a um contador ou advogado especializado em empresas para que o contrato seja personalizado de acordo com as necessidades reais de seus sócios e da futura empresa.
As seguintes informações são essenciais para a minuta do contrato social:
A localização precisa da empresa, com CEP; As atividades da empresa; A Razão Social exclusiva
Nome fantasia (opcional); Capital social e respectivas quotas para cada sócio; Forma de administração da sociedade; RG, CPF e residência de cada Sócio; Para o MEI, basta preencher as informações constantes no site do Microempreendedor Individual. Somente é necessária a exatidão nas informações a respeito da pessoa física que irá constituir o MEI, como declaração do imposto de renda ou número do título de eleitor, RG e CPF.
Não haverá, portanto, necessidade de contrato social em nenhuma modalidade de empresa individual.
6. Registro do nome
Caso sua empresa opte por divulgar o nome da marca, é necessário que o nome fantasia seja registrado em órgão oficial para evitar disputas legais. Os passos são os seguintes;
Verifique a existência de uma empresa homônima no INPI
Determine as atividades econômicas da sua empresa por meio dos códigos fornecidos pelo CNAE-IBGE
Faça o cadastro online do nome fantasia no site do INPI
Faça o registro o logotipo, caso haja algum, enviando a imagem para o website
Por fim, pague as guias indicadas pelo CNAE
7. Registro na Junta Comercial
Esse é o ato que dá validade jurídica à empresa. Ele se equivale à certidão de nascimento das pessoas físicas. O contrato social deve ser impresso em três vias de papel A4.
Cada sócio deverá rubricar todas as páginas, exceto a página de assinaturas. Esta deverá conter a assinatura de todos os sócios de acordo com RG.
Então, você deverá efetuar alguns cadastros na Junta Comercial e na Receita Federal. Eles também deverão ser assinados pelos sócios ou representantes, que deverão ter firma reconhecida em cartório.
Por fim, você juntará esses formulários e o contrato social com os seguintes documentos:
Duas cópias autenticadas do RG e CPF de cada sócio
Uma cópia autenticada do comprovante de residência de cada sócio. Atenção, é necessário que esse comprovante tenha sido emitido há, no máximo, três meses
Requerimento padrão (Capa da junta comercial) em uma via
Ficha de Cadastro Nacional modelo 1 e 2 em uma via
Capa do IPTU da sede da empresa
Pagamento dos guias de recolhimento de taxas – os DARFs.
8. Recebimento do NIRE e obtenção do CNPJ
Assim que a Junta Comercial aprova seus documentos, ela irá fornecer o NIRE – o Número de Identificação do Registro da Empresa. A partir desse momento, sua empresa ja existe.
O passo seguinte, a obtenção do CNPJ, é o seu registro como contribuinte da Receita Federal para pagar tributos essenciais ao funcionamento de sua empresa.
Você deverá fazer o cadastro do NIRE no site da Receita Federal a fim de fazer a inscrição do seu CNPJ, que é bem simples.
9. Inscrição Municipal e Estadual
Então, se você for uma prestadora de serviços ou comercializador de produtos, você precisará fazer a inscrição municipal. A inscrição é individual para cada uma dessas atividades.
Portanto, se você tanto prestar serviços quanto comercializar produtos, você precisará fazer uma dupla inscrição.
O rito é diferenciado para prestadores de serviços e dos comerciantes de produtos no caso da Inscrição Estadual:
Prestadores de serviços
Quem for prestador de serviço, precisará do alvará de funcionamento, que é a permissão da prefeitura para o estabelecimento e funcionamento de instituições comerciais em determinado local.
Para tal, são necessários os seguintes documentos:
Formulário próprio da prefeitura; Consulta prévia de endereço aprovada; Cópia do CNPJ
Cópia do contrato social; Laudos dos órgãos de vistoria, se necessário;
Comerciantes de produtos
Além do alvará de funcionamento, as empresas que comercializam produtos precisam de cadastro para obtenção da Inscrição Estadual na Secretaria Estadual da Fazendo para se tornarem contribuintes do ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços).
Os documentos necessários são os seguintes:
DUC (Documento Único de Cadastro) – em três vias; DCC (Documento Complementar de Cadastro) – em uma via; Cópia autenticada do comprovante de endereço dos sócios; Cópia autenticada que prove direito de uso do imóvel (contrato de locação ou escritura); Número do cadastro fiscal do contador; Comprovante de contribuinte do ISS (para as empresas prestadoras de serviço); Certidão Simplificada da Junta Comercial (para empresas constituídas há mais de três meses); Cópia do ato constitutivo; Cópia do CNPJ; Cópia do alvará de funcionamento; Cópia do RG e CPF dos sócios
Alguns Estados possuem todo esse processo informatizado ou, então, possuem convênio com a Receita Federal, permitindo a obtenção da Inscrição Estadual juntamente com o CNPJ.

10. Faça o cadastro na previdência social
Após as etapas anteriores, sua empresa estará pronta para o funcionamento. Todavia, há ainda algumas etapas essenciais:
Cadastro na Previdência social: é necessária para a contratação de funcionários. Ela deve ser obtida independentemente do fato de sua empresa possuir ou não funcionários no momento. É a garantia do Estado de que você irá pagar as obrigações trabalhistas e os respectivos tributos.
Você deverá buscar a Agência da Previdência de sua jurisdição para cadastrar a empresa e todos os responsáveis legais por ela. Atenção, você deverá efetuar esse registro em até 30 dias após o início das suas atividades.
Aparato fiscal: agora é o momento de solicitar a autorização para a impressão das notas fiscais e a autentificação dos livros fiscais. Essa é uma atribuição municipal, na maioria dos casos.
Empresas de indústria e comércio deverão também fazer esses procedimentos na Secretaria de Estado da Fazenda.
Com essa última etapa concluída, sua empresa estará em completa legalidade e não precisará temer a interrupção estatal do seu funcionamento. É uma etapa exaustiva e extremamente burocrática. Então, se prepare para um pouco de exaustão, que pode ser facilitada caso você tenha um aconselhamento correto.

Via Rock Content

Learn More

8 técnicas para cobrar o seu cliente

É evidente o quanto é preciso saber como cobrar um cliente educadamente, porém, saiba que é imprescindível saber negociar. Quando falamos em cobrar, estamos falando em pedir por algo que nos é devido. Já, negociar, se trata de fazer um acordo que haja interesse em ambas partes.

Por essa razão, quando cobrar não for a solução, saiba negociar. Deixe que o acordo seja, também, de interesse do seu cliente. Mostre os benefícios que ele terá, caso quite a dívida. E mais, crie vantagens reais, como: dar descontos, fazer parcelamentos, aceitar diversas formas de pagamentos e etc.

Técnicas para cobrar e negociar com um cliente

1 – Cobre!

O consumidor tem sim os seus direitos, mas você, empresário ou gerente, também tem os seus e cobrar por uma venda ou um serviço não pago é um deles. Por isso, ficar adiando a cobrança por medo ou, até mesmo, deixar de efetuá-la, é um dos piores erros.

A verdade é que alguns clientes só irão pagar se houver uma cobrança. Além disso, quanto mais a dívida se prolonga, mais o cliente se acostuma com ela e menores são as chances de ele vir a quitá-la. Então, não adie mais, comece a cobrar os inadimplentes.

2 – Faça os primeiros contatos de forma impessoal

Cada atraso tem um motivo e nem sempre ele é um sinal de que o cliente é mal-intencionado ou não irá mais pagar. Por isso, o primeiro contato relatando o atraso deve servir apenas como forma de aviso ou lembrete, até porque o esquecimento pode ser um dos motivos do não pagamento.

3 – Ouça o cliente

Todo mundo tem problemas ou imprevistos e, muitas vezes, um atraso pode ser decorrente disso. Por isso, seja compreensivo e demonstre que você se importa. Ouça o que o seu cliente tem a falar e respeite os seus problemas. Se necessário, marque uma data para retornar o contato.

4 – Utilize lembretes

Essa é uma ótima técnica, pois avisa o cliente sem ser invasivo. Basta enviar lembretes por SMS ou e-mail, ou seja, mensagens de cobrança, apenas informando o atraso da dívida. Nesse método, o cliente não esquece da dívida e, se for bem-intencionado, começa a pensar em formas de quitá-la.

É um bom jeito de prepará-lo para uma ligação ou um contato mais pessoal. Contudo, é quase impossível parar, todos dias, para enviar mensagem aos inadimplentes. Por isso, a melhor forma é adotar um sistema de cobranças, que faça esse serviço por você.

5 – Organize-se

Cobrar um cliente que já efetuou o pagamento ou, simplesmente, só notar um inadimplente depois de meses de dívida, obviamente, não é bom para o seu negócio. Pensando nisso, organize-se!

Com os relatórios de contas a receber da SmartPOS você tem estas informações sempre atualizadas e organizadas, facilitando o seu dia a dia e evitando erros.

https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.netpos.smartpos

6- Ofereça soluções

Provavelmente, o cliente apresentará alguns problemas porque não consegue pagar a dívida. Nessa hora, você precisa apresentar soluções. Lembre-se de negociar e ceder, se for necessário. É melhor entrar em um acordo do que não receber.

7 – Evite métodos de cobranças ultrapassados

Ligar milhares de vezes para um cliente inadimplente não é a melhor opção. Isso porque ele pode bloquear o seu número, parar de atender números desconhecidos ou, mesmo, mudar de telefone. Nesse caso, ele não irá, sequer, ouvi-lo e, assim, ficará impossível uma negociação.

Encher sua caixa de correio com correspondências, também, não é a melhor maneira, além de sair caro. Com a evolução da tecnologia, ficou mais fácil entrar em contato com o devedor, de um jeito amigável. Por isso, não gaste tempo e dinheiro com métodos ultrapassados.

8 – Entenda como abordar o cliente nos diferentes meios de comunicação

Com o uso da internet, está cada vez mais fácil entrar em contato com qualquer pessoa, mas é preciso saber qual a melhor abordagem para cada plataforma e saber como cobrar um cliente por e-mail, por sms, por telefone ou, até mesmo, por WhatsApp.

Por isso, não utilize o mesmo texto ou a mesma forma de contato em todas as redes de comunicação, crie um jeito especial em cada uma delas:

SMS

As mensagens SMS são ótimas para mandar um aviso impessoal e para lembretes frequentes. O texto deve ser formal e objetivo.

E-mail

Um e-mail é uma ótima forma para um primeiro contato impessoal, mas também é uma plataforma interessante para mandar opções de negociações, como descontos e vantagens para o cliente, caso ele quite a dívida.

Nesse contato, seja direto, mas aproveite para colocar mais informações e argumentações, a fim de tentar uma negociação.

WhatsApp

Esse é um contato que precisa de bastante atenção, pois há diversas formas de usá-lo. Pode ser usado para avisos e lembretes, como também pode servir para uma conversa mais pessoal e amigável.

É, também, um local interessante para apresentar benefícios em quitar a dívida (como descontos) e iniciar uma negociação. Porém, tome cuidado para não ser invasivo.

Ligação

Essa é uma forma clássica, que pode funcionar, no entanto, é preciso cuidado para não exagerar, já que, caso isso aconteça, o cliente pode passar a não atendê-lo mais. Tente conversar com boas argumentações e soluções para o cliente, como parcelamento da dívida, por exemplo.

 

Lembre-se: não tenha medo de cobrar o que é seu por direito, entretanto, seja maleável e busque negociações eficientes.

Via Cobre Fácil

Learn More