7 dicas práticas para fidelizar clientes!

Você investiu em atração e conversão e finalmente conseguiu fechar vendas. Agora, cuidar de cada cliente conquistado para que continue com a sua empresa é tão importante quanto o trabalho feito durante as etapas iniciais da Jornada de Compra. Afinal, se estiver satisfeito, esse consumidor pode se tornar um advogado da marca, avaliando bem o seu negócio na internet e indicando-o para conhecidos.

A chave para preservar a sua clientela é manter um relacionamento constante com ela. Ao analisar frequentemente o comportamento do consumidor, você pode identificar as dificuldades enfrentadas por ele e agir para saná-las antes que o concorrente o faça.

Além disso, há uma série de outras ações que são bastante úteis para fidelizar clientes. Neste post, trazemos 7 dicas práticas de como fazer isso usando, principalmente, o Marketing Digital. Confira!

1 – Capriche no atendimento

Não tem como fidelizar clientes sem fazer o básico, que é oferecer um atendimento de qualidade. Depois de fechar o negócio, o pós-vendas é crucial para manter sua clientela fiel. Muitos consumidores, aliás, estão acostumados com um atendimento ruim, e se sentem abandonados pela empresa depois da compra. Caprichar nesse momento será um diferencial.

2 – Faça ações promocionais

Ações promocionais, como programas de fidelidade e descontos, também são boas opções para fidelizar clientes. Conheça algumas possibilidades:

Crie marcos de sucesso: essa tática encoraja os usuários a darem o próximo passo e a continuarem a jornada com a sua empresa. Dar incentivos, como descontos ou um mês gratuito de serviço após certo período, pode ser relevante para retê-los.

Tenha um programa de pontos: essa é uma prática simples que consiste em, de tempos em tempos, recompensar o cliente de maneira proporcional ao número de aquisições e ao valor de suas compras. Contabilizando o que foi gasto naquele período, ele pode ganhar brindes ou descontos em compras futuras.

Ofereça descontos em datas comemorativas: quem não gosta de ser lembrado quando faz aniversário? Se os parabéns vêm com um desconto especial, a alegria é ainda maior! Envie um email comemorativo ao seu cliente aniversariante e o presenteie com descontos exclusivos. Outra opção é presenteá-lo também no aniversário da própria empresa.

Faça promoções-relâmpago: a ideia da promoção-relâmpago é oferecer um produto com uma condição especial por um tempo determinado, nesse caso especificamente para clientes. É interessante limitar o tempo de validade da promoção ou a quantidade de compras possíveis, gerando assim um pouco mais de urgência.

Implemente um programa de fidelidade: ofereça um desconto significativo ou um presente quando o cliente completar seis meses ou um ano de cadastro no seu estabelecimento. Isso faz com que ele se sinta lembrado como parte importante da empresa.

3 – Reconheça os clientes

Uma forma completamente gratuita de premiar e reconhecer os clientes fiéis é mostrar um deles em particular na sua página do Facebook ou site, selecionando um cliente do mês, por exemplo. Você também pode entrevistá-lo e publicar essa conversa, ou um trecho dela, na sua página.

Isso também é uma forma de transmitir credibilidade aos possíveis novos clientes, mostrando alguém que já conhece a sua empresa.

Outra maneira de reconhecer seus clientes é simplesmente agradecendo. Assim como você, os consumidores gostam de se sentir valorizados. Mostre como você aprecia a presença deles agradecendo-os por utilizarem o seu produto ou serviço e pelo suporte que dão ao seu negócio.

4 – Use o conteúdo para fidelizar clientes

Ao produzir conteúdo próprio, sua empresa cria um ativo de marketing que vai perpetuar por anos em sua estratégia, em vez de apenas alugar espaços com a compra de anúncios. Educar seus consumidores e estar próximo deles para solucionar suas dúvidas tanto em relação ao uso de seus produtos ou serviços é uma ótima forma de fidelizar clientes e promover upsell e cross-sell.

Mas atenção: tenha certeza de que o conteúdo realmente agrega valor para o seu cliente.  Dessa forma, ele achará que o conteúdo também pode agregar valor para outras pessoas e vai compartilhá-lo com seus contatos, ampliando o alcance do material.

5 – Identifique clientes em risco

Vários sinais indicam que um cliente pode vir a encerrar o contrato com a sua empresa. E muitas vezes, nem ele sabe que tomará essa atitude.

A queda em métricas como engajamento e número de visitas ao site e aumento de reclamações são alguns indícios que apontam para um cancelamento iminente. Por isso, fique de olho nessas informações. Ao identificá-las, procure reverter a situação. Mais uma vez, usar conteúdos que estimulem o uso dos seus produtos ou serviços pode servir para reaproximar consumidor e empresa.

6 – Segmente os emails

Nada é tão importante em Email Marketing quanto entregar um conteúdo que seja interessante ao destinatário. Daí a importância de segmentar os contatos para enviar mensagens relevantes para eles.

7 – Acompanhe as estratégias

Por fim, uma dica muito importante é medir e acompanhar o desempenho de cada uma das ações para identificar de fato o que tem funcionado melhor para sua empresa. Poder medir cada ação é, afinal, um dos grandes trunfos do Marketing Digital. Aproveite-o!

 

Via Resultados Digitais

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Fluxo de consumidores em alta indica retomada a níveis pré-pandemia.

O varejo brasileiro está retornando os níveis pré-pandemia, com o fluxo de consumidores em alta. É o que indica o levantamento do Índice de Performance do Varejo (IPV), organizado pela venture capital HiPartners Capital & Work em parceria com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

Na comparação com maio de 2021, o mês de junho teve um crescimento de 1,2% no fluxo de consumidores das lojas físicas e de 3% nos shopping centers. As lojas situadas nos centros de compras, em contrapartida, tiveram um leve recuo (-0,1%). Já as localizadas nas ruas subiram 1% no período.

Na análise regional das lojas físicas, o Sudeste foi a única com crescimento: 4,4%. O Centro-Oeste teve a pior queda, com -7,4%, seguido por Nordeste (-3,6%), Norte (-3,3%) e Sul (-2%). Entre os shopping centers, a movimentação no Nordeste foi 8,8% superior e no Sudeste, 4,5%. No Sul houve registro de -11,5%. Os centros de compras do Centro-Oeste e do Norte não tiveram amostragem significativa no levantamento.

Nas categorias, moda foi a que teve o maior aumento no levantamento mensal, com 11%. Drogaria subiu 7,4%, enquanto home center cresceu 5,4% e departamento subiu 2,2%. Beleza, por sua vez, teve a maior queda, com -15,6%. Também caíram eletroeletrônicos (-5,08%), utilidades domésticas (-4,1%), ótica (-0,8%) e calçados (-0,1%).

Crescimento do fluxo de consumidores

Os dados do IPV indicam que o varejo brasileiro demonstra uma consolidação em suas estratégias, conseguindo atrair os visitantes de volta num cenário de reabertura pós-pico da pandemia. O estudo também indica que as lojas físicas vêm passando uma imagem de proteção contra a pandemia.

O crescimento no fluxo de consumidores foi significativo na comparação com junho de 2020, quando o comércio brasileiro começava a reabrir as portas após dois meses de pandemia.

Houve crescimento de 184,5% no fluxo de consumidores nos shopping centers e de 63,4% nas lojas físicas. Os pontos de venda estabelecidos em centros de compra tiveram o maior salto, com 150,1%, enquanto os localizados em ruas caíram 8%.

Na análise regional, as lojas físicas localizadas no Sudeste tiveram o maior aumento, com 110,8%. No Nordeste, o crescimento foi de 60,5%, seguido pelo Sul, com 43,3%. O Norte cresceu 4,8% e o Centro-Oeste registrou -26,8%. O acumulado do ano no Brasil, contudo, ainda é negativo: -7,4%.

Entre os shopping centers, a região Sudeste teve um salto de 469,2%. No Sul aumentou 79,3% e no Nordeste, 44,7%. Os centros de compras localizados no Centro-Oeste e no Norte não tiveram amostragem significativa no levantamento. No acumulado do ano, a queda nacional é de -18,3%.

Entre as categorias, apenas três tiveram quedas na comparação com junho de 2020: departamento (-13,9%), home center (-13,6%) e drogaria (-1,7%). Ótica teve o maior aumento, com 210,8%, seguido por utilidades domésticas, com 202,8%, e moda, 152,5%. Também subiram: eletroeletrônicos (73,9%), departamento (22,7%) e beleza (5,2%).

Via Mercado e Consumo

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Dia dos Pais: 5 ideias criativas para campanhas de marketing digital!

As datas comemorativas ou “datas sazonais”, como o comércio costuma definir, são muito esperadas todos os anos, já que é nesse período que as vendas tendem a aumentar. Segundo a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), as cinco datas comemorativas mais importantes no Brasil, são: Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças. Datas como a Páscoa e a tão esperada Black Friday também impulsionam muito as vendas de setores específicos como o de eletrodomésticos e o de telefonia.

De acordo com especialistas, o faturamento é equivalente a três meses normais do ano. O Dia das Mães, apesar do ritmo de crescimento menos acelerado, continua sendo a segunda data mais importante para o comércio no ano, perdendo apenas para o Natal. O Dia do Pais também não fica para trás, com aumento das vendas nos segmentos de moda e tecnologia.

Com o aumento significativo das vendas em datas sazonais fica o alerta para a importância de realizar um planejamento antes de realizar qualquer ação de marketing.

Nas redes sociais não é muito diferente, por isso é necessário preparar-se com antecedência. Ter dados e fazer deles uma base para montar a próxima campanha é de extrema importância. Além disso, ficar atento se as fontes as quais irão servir de referência são confiáveis.

Em 2017, a agência de marketing Peppery realizou uma pesquisa para entender o comportamento das pessoas nas redes sociais no período que antecede o Dia dos Pais. A conclusão do estudo foi a seguinte:

No período de aproximadamente um mês, o termo “dia dos pais” foi usado mais de 300 mil vezes, sendo em sua maior parte no Instagram, atingindo um potencial de mais de 1 bilhão de pessoas alcançadas. No ano de 2018 esse número tende a multiplicar-se, devido ao crescimento da rede social. Por isso é necessário estar atento às tendências.

Confira algumas ideias criativas para criar uma campanha de marketing digital para o Dia dos Pais:

1 – Fidelize clientes com ações segmentadas:

Antes de atrair mais pessoas para o seu negócio, fidelize quem já é seu cliente. Promova sorteios, crie promoções, beneficie com brindes. Tudo isso através das redes sociais como o Instagram, por exemplo. Ah! O e-mail também é de extrema importância, mesmo que a sua base não seja tão grande – um e-mail bem feito pode converter bastante.

Ex: Crie promoções exclusivas para quem é cliente vip, ou seja, quem está com você há mais tempo. Veja o modelo abaixo:

2 – Para atrair clientes, dê dicas de presentes para o dia dos pais no seu blog ou rede social:

 – “Os 5 melhores presentes para o seu pai – até R$100,00”.

 – “Presenteie o seu pai com um linda camisa – 30% de desconto na compra de 2 peças”.

 – “Leve o seu parceiro para passear nas alturas. Pacotes a partir de R$300,00”.

3 – Post “Conte a sua história”:

Promova uma ação que gere comentários em suas postagens e aumente o seu engajamento.

Ex.: “Conte a sua melhor história com o seu pai. A resposta mais legal ganhará um brinde exclusivo da nossa loja. Presenteie quem você tanto ama!”.

4 – Crie enquetes (perguntas):

Fazer enquetes no Instagram, por exemplo, além de aumentar o engajamento da sua página, melhora o posicionamento e aumenta a visualização dos seus stories.

Ex.: “Qual tipo de pai é o seu? Moderno ou Clássico?”“Qual tipo de presente o seu pai gostaria mais?”.

5 – Homenageie os todos os papais envolvidos:

Desde clientes à funcionários. Homenageie todos os pais envolvidos com a sua organização e torne a sua comunicação mais humana e mais próxima do seu público.

Eleja o pai do ano, o mais descolado, o mais engraçado. Abuse da criatividade e aumente os “burburinhos” nas suas redes sociais, de forma positiva, claro!

Dicas extras:

Antes de criar os seus posts do dia dos pais:

– Segmente o público que deseja atingir:

Defina a quem você quer atingir com sua campanha. Quer fidelizar clientes antigos ou deseja atrair novos clientes? É um público mais jovem ou mais maduro? Tudo isso influenciará na forma de comunicar e no entendimento que o cliente terá.

– Defina o meio de comunicação/rede social onde a sua campanha será lançada:

Escolha o meio em que a sua campanha será lançada. Não necessariamente precisa ser somente em uma rede social. Você pode integrar Instagram + Facebook, Facebook + Site, por exemplo. Só não dê mais atenção a uma que a outra. Você precisa estar ligado em tudo que está acontecendo, principalmente se algum desses canais serve de suporte/tira dúvidas.

Depois de criar os seus post:

– Agendamento – mLabs
Faça o agendamento dos seus posts. Com a ajuda do mLabs, você conseguirá agendar os seus posts sem se preocupar em esquecer, de forma rápida e prática. Outro benefício da plataforma é a possibilidade de criar um calendário das datas importantes para o seu segmento durante todo o ano. Vale a pena conferir!

– Mensure resultados

Crie o hábito de mensurar os seus resultados com uma frequência determinada, por exemplo, a cada 15 dias. Hoje a maioria das redes sociais te dão a possibilidade de ter acesso a quantidade de visualizações, alcance e cliques. Então aproveite esses recursos para saber onde será necessário melhorar.

Via Trakto.

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8 dicas para converter leads em clientes.

O desafio de converter leads em vendas muda de negócio para negócio, já que considera as suas particularidades.

No entanto, há estratégias consideradas como obrigatórias seja qual for a sua empresa.

E é sobre elas que iremos falar agora.

1 – Conheça a sua persona

A persona é uma representação fictícia do perfil ideal de cliente. A sua construção depende de um estudo que considera hábitos, costumes, interesses e características específicas do seu público-alvo. Faixa etária, localização, gênero, escolaridade, faixa de renda, entre outras informações, fazem parte desse processo.

Mas por que você precisa conhecer as suas personas?

A resposta é simples: todas as estratégias de marketing e de vendas precisam ser elaboradas tendo como base as características delas.

Por exemplo, em quais canais na internet a sua persona é mais facilmente encontrada? Isso define onde você deve estar. Nunca esquecendo que, para que ela seja convertida em lead, é preciso que ocorra o contato inicial – o que pode acontecer em uma rede social ou no seu blog, por exemplo.

Outra questão importante é a mensagem que vai transmitir a essa persona é como fará isso.

Você precisa considerar a linguagem mais adequada ao público.

Resumindo, então, conhecer a persona é o que aproxima você de uma estratégia mais bem-sucedida no que diz respeito a localizar o potencial cliente e ser mais assertivo no contato com ele.

2 – Qualifique seus leads

Como você já sabe, assim que o potencial cliente entra para a sua base de contatos, ele se torna lead.

A partir daí, o seu desafio é conduzir esse lead pelo seu funil de vendas, avançando até que esteja pronto para concretizar uma compra. Esse esforço depende de um processo que se chama qualificação ou nutrição de leads.

Ou seja, é preciso instigá-lo a saber mais sobre a empresa e as soluções que ela oferece.

Há necessidade de se posicionar como a resposta ideal para uma necessidade específica dele e, assim, aproximá-lo daquele que é o seu objetivo: a realização da venda.

Nutrir um lead depende de oferecer a ele mais conteúdo útil e relevante, o que pode ser feito a partir de novos artigos de blog, de material enviado por uma newsletter ou por ações de e-mail marketing.

Se você conhece bem as características de suas personas, a qualificação do líder será um processo muito mais simples.

 

Afinal, dessa forma, vai saber exatamente qual mensagem e por qual meio deve ser transmitida, de modo que o aproxime do desfecho do negócio.

3 – Crie fluxos de nutrição de emails

Esta dica é complementar ao que acabamos de destacar. Quando você tem uma estratégia de e-mail marketing, precisa definir disparos periódicos, de modo que o lead não desvie o seu foco da necessidade de consumo e muito menos deixe de cogitar a sua solução como a ideal para ele.

Então, a nutrição por e-mail tem dois desafios: a qualidade do conteúdo entregue ao lead e a periodicidade do envio.

Particularmente sobre essa última questão, é muito importante se manter vivo na mente no potencial cliente, mas ter cuidado para não ser invasivo.

4 – Mostre os benefícios que seu produto/serviço irá trazer para o cliente

O cliente precisa se sentir em vantagem no processo, pois só realiza uma compra quando percebe valor nessa operação. Portanto, ainda que ele esteja ciente de um gasto, é necessário que veja como um investimento, tendo a certeza de que vai apostar em um produto ou serviço que solucionará uma necessidade de consumo bem identificada.

Aqui, o seu desafio é enaltecer os diferenciais daquilo que a sua empresa oferece. Ou seja, convencer esse lead de que a sua solução é mais vantajosa do que qualquer outra que ele encontre no mercado.

Você tem aí uma boa dica sobre qual tipo de conteúdo oferecer em suas estratégias de marketing. Seja por e-mail marketing, post em blog, publicações em redes sociais ou qualquer outra tática, enalteça os benefícios e as vantagens para o cliente de escolher a sua empresa.

5 – Use excelente CTAs

CTA é a sigla para Call to Action, que nada mais é do que uma chamada à ação. Trata-se de um convite para que o usuário faça um movimento previsto dentro de uma estratégia de marketing.

Pode ser assinar uma newsletter, baixar um material rico, como e-book ou infográfico, entre outras opções. Assim que você mapear os conteúdos que mais interessam às suas personas, usar o CTA é uma ótima maneira de capturar e nutrir leads.

O CTA pode aparecer na forma de links, banners, botões, entre outras alternativas. Deve ter linguagem objetiva, chamadas curtas e instigantes, além de cores escolhidas especialmente para atrair a atenção do usuário e tirá-lo da zona de conforto.

Ao criar excelentes CTAs, você aumenta muito as chances de atrair potenciais clientes para o seu funil de vendas, assim como convencê-los a dar um próximo passo, quem sabe até mesmo realizando uma compra.

6 – Invista no follow-up

Como acabamos de destacar, um cliente jamais pode se sentir usado para gerar uma venda.

Isso vale tanto para aqueles que ainda não concretizaram um negócio quanto para outros que já são clientes da sua empresa. Quanto mais atenção você der a consumidores que já negociaram com você, mais satisfeitos eles ficarão. Isso os aproxima de uma nova compra, mas, principalmente, serve de incentivo para que eles façam uma propaganda positiva da sua empresa.

Caprichar no follow-up, portanto, ajuda tanto a fidelizar consumidores quanto a atrair novos, o que é uma consequência do seu aprendizado sobre como converter leads em vendas.

7 – Faça seus leads se sentirem especiais

Para que eles se convertam em vendas, você não pode tratar todos da mesma forma.

A verdade é que, dependendo da fase em que se encontram, você deve propor abordagens específicas. Quanto mais personalizado parecer o atendimento e o contato com esse potencial cliente, mais especial o lead vai se sentir.

É imprescindível mostrar preocupação em solucionar uma demanda do usuário. Isso aparece na abordagem persuasiva sobre a qual já falamos. Mas é possível ir além e proporcionar a oportunidade perfeita para que o lead concretize uma compra.

Leads posicionados mais ao fundo do funil de vendas aguardam uma oportunidade ideal para fechar o negócio.

Pode ser uma promoção exclusiva com desconto atraente, um evento especial, algo que desperte nele o senso de urgência e de escassez.

Enfim, as possibilidades são muitas e cabe a você considerar aquilo que mais agrada às suas personas para que a estratégia seja finalizada com sucesso.

8 – Mensure todo o processo

Se você lê com frequência materiais sobre marketing, já deve ter identificado por diversas vezes a necessidade de definir métricas. Afinal, o que não pode ser medido, não há como gerenciar.

Vale também para aprender como converter leads em vendas. Todo o seu processo da captação do lead até o pós-venda precisa ser monitorado e mensurado.

Há vários indicadores que podem ser utilizados nas suas diferentes fases, como a taxa de conversão, custo de aquisição de clientes, custo por lead, entre outros.

O importante é ler mais sobre cada uma dessas métricas e identificar de que forma elas podem contribuir com a sua estratégia.

Com os resultados obtidos, você consegue fazer ajustes que tornam o processo de conversão de leads em vendas mais rápido e facilitado.

São informações importantes para otimizar a sua abordagem.

Via Klickpages

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Como registrar e legalizar uma empresa!

O primeiro passo para o sucesso ao registrar uma empresa (seja ela física ou virtual) é certamente o planejamento. É muita burocracia envolvida: vários documentos são pedidos, várias condições são exigidas.
Sem um plano para lidar com tudo isso, você provavelmente acabará dando voltas e voltas para levar documentos novamente ou para atender todos os requisitos de alguma etapa.
Por isso, propomos a criação de um plano de ação, que é estipulado nos quatro primeiros tópicos. Esses são os momentos em que há os maiores problemas no registro da empresa. Planeje bem esses momentos e não haverá muita preocupação.
Então, é só dar início à papelada e se preparar para uma longa jornada:
1. Como registrar uma empresa: Escolha da modalidade jurídica de empresa a ser adotada
Todo o seu caminho burocrático depende de qual será a constituição jurídica de sua empresa. Há alguns modelos, como o Microempreendedor Individual, cuja burocracia é facilitada para aumentar a formalização.
Por outro lado, há as sociedades anônimas que exigem uma burocracia substancialmente maior. A pergunta essencial nesta fase é: iniciarei a empresa individualmente ou terei alguns sócios?
Como registrar uma empresa individual
Nas modalidades individuais, a pessoa irá exercer em nome próprio a atividade empresarial. Nesse caso, não há uma separação do patrimônio da pessoa física e da pessoa jurídica, podendo o patrimônio daquela responder ilimitadamente pelas obrigações contraídas pela empresa.
Serão três as possibilidades de enquadramento em empresas individuais e elas dependem somente do faturamento da empresa:
Microempreendedor individual (MEI)
Microempresa (ME)
Empresa de pequeno porte (EPP)
Se você iniciar sua atividade como MEI, você obterá diversas vantagens, pois há diversas ações governamentais de incentivo, como opções facilitadas de micro-crédito e menor burocracia.
No entanto, essa opção só será viável se você mantiver o faturamento anual sempre inferior a R$ 60.000,00. Caso contrário, você irá automaticamente migrar para a modalidade “Microempresa”.
Uma grande vantagem de todas as empresas individuais é o Simples Nacional, um regime tributário simplificado que centraliza o recolhimento de vários tributos, diminuindo a burocracia tributária.

Como registrar uma empresa societária
Sociedade Limitada
É o tipo de sociedade mais comum, adotado, principalmente, por pequenas e médias empresas. Com uma constituição mais simples. Nela, os sócios só respondem de acordo com o valor das suas quotas integralizadas.
Seu ato constitutivo inicial é o Contrato Social, que deve ser registrado na junta comercial, estipulando as quotas mínimas de responsabilidade, não havendo um capital mínimo estipulado em lei. Assim, teoricamente, é possível iniciar uma empresa com quotas de responsabilidade de R$ 1,00.
A integralização do Capital social não exige valores em espécie, podendo ser contabilizados quaisquer bens suscetíveis de avaliação financeira.
Sociedade anônima
Esse tipo de sociedade é um pouco mais complexa, visto que divide o capital social em ações. A responsabilidade dos sócios e dos acionistas limita-se ao preço de emissão das ações adquiridas.
O ato constitutivo inicial é o Estatuto Social, cujo registro também ocorre na junta comercial. Nelas, o capital social também pode incluir qualquer tipo de bem suscetível à análise financeira.
No entanto, aqui, as coisas são um pouco mais complexas, pois é necessário que um perito avalie os bens.
Sociedade em nome coletivo
Tem os requisitos de registro muito semelhantes às sociedades limitadas. Entretanto, aqui, há uma diferença importante: todos os sócios irão responder solidária e ilimitadamente pelas obrigações civis.
Sociedade em comandita simples
Também com constituição semelhante às sociedades limitadas. Nelas, há tantos sócios comanditados, que respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações contraídas pela empresa quanto sócios, e sócios comanditários, respondendo somente pela quota investida.
Sociedade em comandita por ações
Nesse caso, os atos constitutivos iniciais são os mesmos das sociedades anônimas. Os comanditários são substituídos pelos acionistas.
Sociedade cooperativa
Rege-se com as mesmas regras das sociedades limitadas. As cooperativas não estão sujeitas à falência e buscam prestar serviços em favor de seus associados, não tendo, portanto, finalidade lucrativa própria.

2. A escolha do nome da empresa
Colocamos a escolha do nome da empresa em primeiro lugar, pois consideramos que um nome inadequado pode trazer entraves por um motivo relativamente banal.
Quando sua empresa estiver constituída, o nome se tornará a Razão Social. Ela deve ser exclusiva! Assim, se outra empresa tiver a mesma Razão Social, outro nome deverá ser escolhido.
Imagine uma empresa com mais de um sócio. Caso o nome escolhido não seja permitido, haverá necessidade de outra reunião para a definição do nome.
Por isso, sugerimos que haja uma lista com diversos nomes possíveis como alternativas no momento do registro. É interessante dar uma pesquisada em catálogos e na internet para poupar tempo.
As consultas oficiais poderão ser feitas na Junta Comercial ou no banco nacional de marcas do Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
Aqui vai uma dica para as suas futuras ações de marketing: escolha um nome que ainda não tenha algum domínio na internet. O ideal é que seu website tenha o mesmo nome de sua empresa, acrescido das terminações “.com” ou “.com.br”.
Será assim que seu cliente em potencial procurará o site caso ele não tenha encontrado nenhuma outra pista.
3. Defina a atividade de sua empresa
Para elaborar o contrato social, sua empresa deverá indicar em que ramos ela irá atuar, pois a regulação e a tributação seguintes dependem da definição desse aspecto.
O principal instrumento neste momento, é o CNAE – a Classificação Nacional de Atividades Econômicas. A lei estabelece que é função do CNAE a “padronização nacional dos códigos de atividade econômica e dos critérios de enquadramento utilizados pelos diversos órgãos da Administração Tributária do país”.
4. Estabeleça a localização
A localização da empresa não é importante somente para o sucesso da sua empresa, ela é essencial para obter o registro. Em seu município, provavelmente, deve haver determinadas restrições quanto à atividade empresarial em alguns locais.
Além disso, não é toda atividade que pode ser exercida em qualquer local. O Código de Posturas do seu município, provavelmente, veda alguns tipos de atividades em determinados locais com o objetivo de proteger os moradores e manter a ordem pública.
Por isso, você deve sempre conferir se há alguma vedação para a instalação de seu empreendimento em determinado local.
5. A elaboração do contrato social
Esses elementos anteriores serão todos essenciais no momento de se elaborar o contrato social. A partir do registro desse instrumento, sua empresa irá ganhar vida.

Apesar de haver diversos modelos de contrato social disponíveis na internet, consideramos essencial a consulta a um contador ou advogado especializado em empresas para que o contrato seja personalizado de acordo com as necessidades reais de seus sócios e da futura empresa.
As seguintes informações são essenciais para a minuta do contrato social:
A localização precisa da empresa, com CEP; As atividades da empresa; A Razão Social exclusiva
Nome fantasia (opcional); Capital social e respectivas quotas para cada sócio; Forma de administração da sociedade; RG, CPF e residência de cada Sócio; Para o MEI, basta preencher as informações constantes no site do Microempreendedor Individual. Somente é necessária a exatidão nas informações a respeito da pessoa física que irá constituir o MEI, como declaração do imposto de renda ou número do título de eleitor, RG e CPF.
Não haverá, portanto, necessidade de contrato social em nenhuma modalidade de empresa individual.
6. Registro do nome
Caso sua empresa opte por divulgar o nome da marca, é necessário que o nome fantasia seja registrado em órgão oficial para evitar disputas legais. Os passos são os seguintes;
Verifique a existência de uma empresa homônima no INPI
Determine as atividades econômicas da sua empresa por meio dos códigos fornecidos pelo CNAE-IBGE
Faça o cadastro online do nome fantasia no site do INPI
Faça o registro o logotipo, caso haja algum, enviando a imagem para o website
Por fim, pague as guias indicadas pelo CNAE
7. Registro na Junta Comercial
Esse é o ato que dá validade jurídica à empresa. Ele se equivale à certidão de nascimento das pessoas físicas. O contrato social deve ser impresso em três vias de papel A4.
Cada sócio deverá rubricar todas as páginas, exceto a página de assinaturas. Esta deverá conter a assinatura de todos os sócios de acordo com RG.
Então, você deverá efetuar alguns cadastros na Junta Comercial e na Receita Federal. Eles também deverão ser assinados pelos sócios ou representantes, que deverão ter firma reconhecida em cartório.
Por fim, você juntará esses formulários e o contrato social com os seguintes documentos:
Duas cópias autenticadas do RG e CPF de cada sócio
Uma cópia autenticada do comprovante de residência de cada sócio. Atenção, é necessário que esse comprovante tenha sido emitido há, no máximo, três meses
Requerimento padrão (Capa da junta comercial) em uma via
Ficha de Cadastro Nacional modelo 1 e 2 em uma via
Capa do IPTU da sede da empresa
Pagamento dos guias de recolhimento de taxas – os DARFs.
8. Recebimento do NIRE e obtenção do CNPJ
Assim que a Junta Comercial aprova seus documentos, ela irá fornecer o NIRE – o Número de Identificação do Registro da Empresa. A partir desse momento, sua empresa ja existe.
O passo seguinte, a obtenção do CNPJ, é o seu registro como contribuinte da Receita Federal para pagar tributos essenciais ao funcionamento de sua empresa.
Você deverá fazer o cadastro do NIRE no site da Receita Federal a fim de fazer a inscrição do seu CNPJ, que é bem simples.
9. Inscrição Municipal e Estadual
Então, se você for uma prestadora de serviços ou comercializador de produtos, você precisará fazer a inscrição municipal. A inscrição é individual para cada uma dessas atividades.
Portanto, se você tanto prestar serviços quanto comercializar produtos, você precisará fazer uma dupla inscrição.
O rito é diferenciado para prestadores de serviços e dos comerciantes de produtos no caso da Inscrição Estadual:
Prestadores de serviços
Quem for prestador de serviço, precisará do alvará de funcionamento, que é a permissão da prefeitura para o estabelecimento e funcionamento de instituições comerciais em determinado local.
Para tal, são necessários os seguintes documentos:
Formulário próprio da prefeitura; Consulta prévia de endereço aprovada; Cópia do CNPJ
Cópia do contrato social; Laudos dos órgãos de vistoria, se necessário;
Comerciantes de produtos
Além do alvará de funcionamento, as empresas que comercializam produtos precisam de cadastro para obtenção da Inscrição Estadual na Secretaria Estadual da Fazendo para se tornarem contribuintes do ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços).
Os documentos necessários são os seguintes:
DUC (Documento Único de Cadastro) – em três vias; DCC (Documento Complementar de Cadastro) – em uma via; Cópia autenticada do comprovante de endereço dos sócios; Cópia autenticada que prove direito de uso do imóvel (contrato de locação ou escritura); Número do cadastro fiscal do contador; Comprovante de contribuinte do ISS (para as empresas prestadoras de serviço); Certidão Simplificada da Junta Comercial (para empresas constituídas há mais de três meses); Cópia do ato constitutivo; Cópia do CNPJ; Cópia do alvará de funcionamento; Cópia do RG e CPF dos sócios
Alguns Estados possuem todo esse processo informatizado ou, então, possuem convênio com a Receita Federal, permitindo a obtenção da Inscrição Estadual juntamente com o CNPJ.

10. Faça o cadastro na previdência social
Após as etapas anteriores, sua empresa estará pronta para o funcionamento. Todavia, há ainda algumas etapas essenciais:
Cadastro na Previdência social: é necessária para a contratação de funcionários. Ela deve ser obtida independentemente do fato de sua empresa possuir ou não funcionários no momento. É a garantia do Estado de que você irá pagar as obrigações trabalhistas e os respectivos tributos.
Você deverá buscar a Agência da Previdência de sua jurisdição para cadastrar a empresa e todos os responsáveis legais por ela. Atenção, você deverá efetuar esse registro em até 30 dias após o início das suas atividades.
Aparato fiscal: agora é o momento de solicitar a autorização para a impressão das notas fiscais e a autentificação dos livros fiscais. Essa é uma atribuição municipal, na maioria dos casos.
Empresas de indústria e comércio deverão também fazer esses procedimentos na Secretaria de Estado da Fazenda.
Com essa última etapa concluída, sua empresa estará em completa legalidade e não precisará temer a interrupção estatal do seu funcionamento. É uma etapa exaustiva e extremamente burocrática. Então, se prepare para um pouco de exaustão, que pode ser facilitada caso você tenha um aconselhamento correto.

Via Rock Content

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8 técnicas para cobrar o seu cliente

É evidente o quanto é preciso saber como cobrar um cliente educadamente, porém, saiba que é imprescindível saber negociar. Quando falamos em cobrar, estamos falando em pedir por algo que nos é devido. Já, negociar, se trata de fazer um acordo que haja interesse em ambas partes.

Por essa razão, quando cobrar não for a solução, saiba negociar. Deixe que o acordo seja, também, de interesse do seu cliente. Mostre os benefícios que ele terá, caso quite a dívida. E mais, crie vantagens reais, como: dar descontos, fazer parcelamentos, aceitar diversas formas de pagamentos e etc.

Técnicas para cobrar e negociar com um cliente

1 – Cobre!

O consumidor tem sim os seus direitos, mas você, empresário ou gerente, também tem os seus e cobrar por uma venda ou um serviço não pago é um deles. Por isso, ficar adiando a cobrança por medo ou, até mesmo, deixar de efetuá-la, é um dos piores erros.

A verdade é que alguns clientes só irão pagar se houver uma cobrança. Além disso, quanto mais a dívida se prolonga, mais o cliente se acostuma com ela e menores são as chances de ele vir a quitá-la. Então, não adie mais, comece a cobrar os inadimplentes.

2 – Faça os primeiros contatos de forma impessoal

Cada atraso tem um motivo e nem sempre ele é um sinal de que o cliente é mal-intencionado ou não irá mais pagar. Por isso, o primeiro contato relatando o atraso deve servir apenas como forma de aviso ou lembrete, até porque o esquecimento pode ser um dos motivos do não pagamento.

3 – Ouça o cliente

Todo mundo tem problemas ou imprevistos e, muitas vezes, um atraso pode ser decorrente disso. Por isso, seja compreensivo e demonstre que você se importa. Ouça o que o seu cliente tem a falar e respeite os seus problemas. Se necessário, marque uma data para retornar o contato.

4 – Utilize lembretes

Essa é uma ótima técnica, pois avisa o cliente sem ser invasivo. Basta enviar lembretes por SMS ou e-mail, ou seja, mensagens de cobrança, apenas informando o atraso da dívida. Nesse método, o cliente não esquece da dívida e, se for bem-intencionado, começa a pensar em formas de quitá-la.

É um bom jeito de prepará-lo para uma ligação ou um contato mais pessoal. Contudo, é quase impossível parar, todos dias, para enviar mensagem aos inadimplentes. Por isso, a melhor forma é adotar um sistema de cobranças, que faça esse serviço por você.

5 – Organize-se

Cobrar um cliente que já efetuou o pagamento ou, simplesmente, só notar um inadimplente depois de meses de dívida, obviamente, não é bom para o seu negócio. Pensando nisso, organize-se!

Com os relatórios de contas a receber da SmartPOS você tem estas informações sempre atualizadas e organizadas, facilitando o seu dia a dia e evitando erros.

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6- Ofereça soluções

Provavelmente, o cliente apresentará alguns problemas porque não consegue pagar a dívida. Nessa hora, você precisa apresentar soluções. Lembre-se de negociar e ceder, se for necessário. É melhor entrar em um acordo do que não receber.

7 – Evite métodos de cobranças ultrapassados

Ligar milhares de vezes para um cliente inadimplente não é a melhor opção. Isso porque ele pode bloquear o seu número, parar de atender números desconhecidos ou, mesmo, mudar de telefone. Nesse caso, ele não irá, sequer, ouvi-lo e, assim, ficará impossível uma negociação.

Encher sua caixa de correio com correspondências, também, não é a melhor maneira, além de sair caro. Com a evolução da tecnologia, ficou mais fácil entrar em contato com o devedor, de um jeito amigável. Por isso, não gaste tempo e dinheiro com métodos ultrapassados.

8 – Entenda como abordar o cliente nos diferentes meios de comunicação

Com o uso da internet, está cada vez mais fácil entrar em contato com qualquer pessoa, mas é preciso saber qual a melhor abordagem para cada plataforma e saber como cobrar um cliente por e-mail, por sms, por telefone ou, até mesmo, por WhatsApp.

Por isso, não utilize o mesmo texto ou a mesma forma de contato em todas as redes de comunicação, crie um jeito especial em cada uma delas:

SMS

As mensagens SMS são ótimas para mandar um aviso impessoal e para lembretes frequentes. O texto deve ser formal e objetivo.

E-mail

Um e-mail é uma ótima forma para um primeiro contato impessoal, mas também é uma plataforma interessante para mandar opções de negociações, como descontos e vantagens para o cliente, caso ele quite a dívida.

Nesse contato, seja direto, mas aproveite para colocar mais informações e argumentações, a fim de tentar uma negociação.

WhatsApp

Esse é um contato que precisa de bastante atenção, pois há diversas formas de usá-lo. Pode ser usado para avisos e lembretes, como também pode servir para uma conversa mais pessoal e amigável.

É, também, um local interessante para apresentar benefícios em quitar a dívida (como descontos) e iniciar uma negociação. Porém, tome cuidado para não ser invasivo.

Ligação

Essa é uma forma clássica, que pode funcionar, no entanto, é preciso cuidado para não exagerar, já que, caso isso aconteça, o cliente pode passar a não atendê-lo mais. Tente conversar com boas argumentações e soluções para o cliente, como parcelamento da dívida, por exemplo.

 

Lembre-se: não tenha medo de cobrar o que é seu por direito, entretanto, seja maleável e busque negociações eficientes.

Via Cobre Fácil

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5 dicas para precificação dos seus produtos

A formação de preços é um processo que exige estudo e dedicação e é composto por algumas variáreis que podem ser a chave do sucesso do seu negócio.

Ele depende de algumas coisas, como os custos envolvidos, a percepção de valor dos clientes e o preço praticado pelos concorrentes. Também é possível trabalhar com cálculos mais avançados, como o markup, que é aplicado sobre o custo do produto.

Em essência, a formação de preços depende de três principais coisas: seus clientes, seus custos e seus competidores. Analisá-las é 2/3 do caminho. Mas também é imprescindível entender a estratégia do seu empreendimento e como o preço se encaixa nela, entre outras coisas.

Algo importante é compreender que formação de preço não é algo complexo. Mesmo as técnicas mais avançadas lidam apenas com as quatro operações básicas (adição, subtração, multiplicação e divisão). Portanto, você não deve ter medo. Veja nossas 5 dicas, agora.

1 – Conheça os custos e as despesas envolvidas

Para vender qualquer produto, você tem custos e despesas. São itens necessários à aquisição ou manutenção do produto no seu estabelecimento, até que ele seja vendido para o cliente final. Ao entender esses itens, fica mais fácil formular seu preço de venda.

Todo gasto necessário à aquisição ou produção do item vendido é chamado de custo. Sendo assim, é algo que está diretamente ligado ao seu produto. Sem ele, o produto não existiria. O valor pago ao seu fornecedor é o melhor e mais simples exemplo de custo.

Você também tem despesas. São gastos indiretos, mas necessários à comercialização ou manutenção do seu produto. Despesas com marketing, vendas e cumprimentos legais são bons exemplos. Se você considera os custos e não as despesas, pode ter problemas.

2 – Conheça a percepção de valor dos seus clientes

Uma coisa muito importante é a percepção de valor do cliente. Em essência, é o quanto o consumidor acha que o seu produto vale e está disposto a pagar. Se o seu preço não estiver dentro da percepção de valor do comprador, ele dificilmente será vendido.

Há muitas formas de avaliar essa percepção. A mais simples é literalmente perguntar o quanto seus clientes estão dispostos a pagar. Outra opção é verificar como a variação dos preços aumenta ou diminui a demanda dos clientes pelo seu produto, em certo período.

Algo importante é entender que você pode usar essa percepção a seu favor e fazer com que seus clientes se disponibilizem a pagar um pouco a mais. Uma marca premium, uma embalagem atraente e um atendimento personalizado elevam a noção de valor.

3 – Avalie se sua estratégia é de margem ou giro

A diferença entre o custo do seu produto e o preço de venda é chamada de margem. Sendo assim, se você compra algo por R$50,00 e vende por R$100,00, tem uma margem de 50%. O ponto é: qual é a margem ideal? Quanto maior, melhor? Isso depende muito da sua estratégia.

Algumas empresas ganham na margem. Ou seja, elas conseguem obter uma margem muito alta na venda de cada produto, mesmo que isso signifique vender com pouca frequência. As joalherias funcionam assim, e as concessionárias também. O ganho está na margem.

Outras empresas ganham no giro do produto (frequência de venda). Elas trabalham com uma margem muito apertada, mas vendem com muita frequência e ganham no acumulado. Bons exemplos são postos de combustível e redes de supermercado. O ganho está no giro.

Avalie qual é a melhor alternativa para a sua empresa — a margem, o giro ou um misto dos dois (um meio-termo). Isso certamente vai influenciar o preço do seu produto, seja tornando-o maior ou menor. É preciso ter clareza sobre onde está seu ganho: na margem ou no giro.

4 – Conheça seus principais competidores

Outra dica importante é: conheça seus competidores. Em geral, tanto sua estratégia (margem ou giro) quanto a percepção de valor dos seus clientes dependem da forma como seus competidores atuam no mercado. Por isso, é muito importante conhecê-los.

Seus principais competidores têm fundamentos semelhantes aos da sua empresa. Ou seja, são mais ou menos homogêneos em termos de tamanho, público-alvo e raio de atuação. Por exemplo, se você possui um mercadinho de bairro, seus principais competidores são outros mercadinhos, e não os supermercados.

Avalie, então, qual é o preço praticado por competidores com fundamentos iguais aos da sua empresa. Os produtos são mais caros ou mais baratos? Costumam entrar em promoção ou ficam sempre naquele preço? Assim, você terá uma boa base para decidir sobre preços.

5 – Avalie a sensibilidade dos seus clientes ao preço

Já falamos da percepção de valor do cliente e agora vamos tratar da sensibilidade aos preços. Alguns segmentos de consumidores são mais sensíveis aos preços que outros. Então, se sua empresa aumenta o preço de venda, a intenção de compra cai significativamente.

O mercado de remédios, por exemplo, costuma ser pouco sensível. Ainda que o preço do seu produto cresça, a demanda se manterá praticamente a mesma — pois as pessoas precisam medicar-se. O mercado de carne bovina, por sua vez, tem uma elasticidade maior. Se o preço da carne de boi cresce, os clientes ligeiramente recorrem a outro tipo de proteína animal.

Então, ao precificar seu produto, avalie o grau de sensibilidade dos clientes ao preço. Isso será útil para futuros reajustes ou para praticar preços um pouco mais distorcidos da média do mercado. Se a sensibilidade é alta, sua precificação deve ser ainda mais perspicaz.

Veja que agora você está por dentro do assunto. Lembre-se de que a precificação de produtos é algo crucial para a saúde da empresa, manutenção de boas margens e negociação com clientes. Então, avalie a percepção de valor dos seus clientes, os custos envolvidos e o que é praticado pelos demais competidores, entre outras coisas. Somente depois disso, defina seu preço de venda.

Via Sebrae

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Saúde financeira durante a crise

Manter organização financeira é fundamental para o crescimento ou para a sobrevivência de qualquer empresa. No atual cenário de crise, causada pela pandemia da Covid-19, essa área merece atenção especial, pois é a mais afetada, principalmente pela queda no consumo de produtos e serviços.

Para se precaver e minimizar os impactos da crise nas finanças, o empreendedor conta com o fluxo de caixa, instrumento básico de planejamento e controle. O objetivo da ferramenta é apurar e projetar o saldo disponível para que exista sempre capital de giro, para aplicação ou eventuais gastos.

Agora é hora de repensar esse planejamento com a intenção de diminuir os custos, além de redobrar o controle de saídas e entradas de dinheiro. Também é preciso ficar atento a alguns fatores que são os que mais refletem no fluxo de caixa nesse período de crise.

Mais pedidos de parcelamentos, maiores prazos e descontos

Devido à crise, com a desaceleração econômica, é comum que os consumidores peçam mais desconto, assim como aumentam os pedidos de parcelamentos e maiores prazos para o pagamento. Muitas vezes, o empreendedor precisa aceitar para não perder a venda. O resultado é uma entrada menor de receita por um tempo maior. Nesse caso, é necessário aumentar o volume de negócios estipulando uma meta maior de vendas.

Queda de receita mais rápida do que a queda de custos

Mesmo após os esforços para reduzir os custos, o impacto no fluxo de caixa não será imediato, pois algumas despesas não podem ser reduzidas ou cortadas imediatamente. É importante lembrar que os cortes não devem ocorrer só nas grandes despesas, pois a pequenas somadas também significam uma boa parcela do orçamento da empresa.

No caso do surgimento de alguma despesa inesperada e inevitável, e não houver caixa para arcar com elas, é possível recorrer a alguma linha de crédito com juros baixos.

Inadimplência e cancelamentos

Por medo ou por reais dificuldades financeiras, em períodos de crise como agora, é comum que muitos consumidores desistam de comprar ou cancelem compras já realizadas. Também observam-se o aumento da inadimplência ou atrasos em pagamentos. Nesse caso, o melhor a fazer é investir no atendimento ao cliente, fortalecendo o relacionamento entre fornecedor e comprador. Reveja os contratos para que nenhuma das partes fique prejudicada.

Nos novos acordos, estabeleça cláusulas expressas sobre inadimplência, devoluções ou cancelamentos. Mas não seja abusivo com juros para não prejudicar seu relacionamento com o cliente. Defina também um mecanismo de cobrança que beneficie ambos os lados.

Via Sebrae

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Economia compartilhada é oportunidade para os pequenos negócios

O que é?
O capitalismo consciente tem transformado a economia global. Aos poucos, fica para trás o princípio perverso do hiperconsumo e do sucesso financeiro a qualquer custo. É definitivo: o impacto social vem mudando a forma como vivemos e, principalmente, como fazemos negócios. E o movimento da economia colaborativa (compartilhada ou em rede, como a chamam alguns) nada mais é do que a concretização dessa nova percepção de mundo.

E o que os pequenos negócios têm a ver com isso?

Diante de problemas sociais e ambientais que só se agravam, cada vez mais o acúmulo é substituído por compartilhamento. Assim, empresas que facilitam o compartilhamento e a troca de serviços e objetos têm sucesso crescente e são prova de como a adesão à tendência está longe de atingir um ápice.

Dicas

As pessoas “não precisam mais de uma furadeira, mas de um furo na parede”, como diz Tomás de Lara. E, para que sua empresa possa tirar proveito dessa nova forma de consumo, listamos para você algumas dicas, inspiradas neste artigo do Portal Entrepreneur:

  • Mantenha baixos os custos fixos: com o tempo, a tecnologia derrubará os custos em geral. Isso significa que as empresas bem-sucedidas serão aquelas que organizarem melhor suas estruturas financeiras. Diminuir o número de funcionários permanentes e terceirizar atividades periféricas podem ajudar.
  • Em vez de reinventar a roda, procure-a em parceiros;
  • Foque o relacionamento de longo prazo: agora que as margens para compartilhamento são estreitas, as empresas precisam dar prioridade para relações duradouras com os clientes.

Via Sebrae

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7 dicas para organizar o seu fluxo de caixa

1. Defina metas ambiciosas, mas realistas

O primeiro passo de como organizar o fluxo de caixa melhor é visualizar onde você quer estar financeiramente. A melhor maneira de fazer isso é anotar suas metas financeiras.

Certifique-se de não limitar seus objetivos ao que você acha que é alcançável agora. Se você quer realmente mudar a maneira como administra o dinheiro, crie suas metas desafiadoras.

Essas metas exigirão melhorias contínuas em seu desempenho, mas não são impossíveis de alcançar. Coloque um limite de tempo para ajudá-lo a acompanhar o progresso delas.

Ao definir suas metas, há vários fatores que você deve considerar:

  • sua idade;
  • compromissos financeiros futuros;
  • obrigações de curto prazo;
  • dívidas e ativos existentes;
  • rendimento provável;

Determine um ponto de equilíbrio

Você deve saber quando seu negócio se tornará lucrativo, não porque isso afetará seu fluxo de caixa – porque não o fará, mas porque lhe dará uma meta inicial para alcançar e uma meta para projetar o fluxo de caixa futuro.

Fluxo de caixa negativo e lucros negativos contribuem para uma combinação sombria. Concentre seus esforços em gerenciar seu fluxo de caixa com um olho focado em alcançar aquele momento em que você percebe seus primeiros lucros.


2. Analise o fluxo do seu dinheiro

Isso te ajuda a pensar como um negócio. Gerenciar o dinheiro que entra contra o que é gasto, bem como o que há em caixa versus o que se deve são controles importantes.

As informações desse gerenciamento são usadas para tomar decisões financeiras, como investimento, empréstimos, redução de custos e gastos.

É importante entender como essas medidas se conectam. Quando você pode ver a conexão entre dinheiro que entra (renda) e dinheiro que sai (despesas), bem como o que você possui (ativos) e o que você deve (passivos), reforça a importância de construir ativos que podem ajudá-lo a gerar renda e a reduzir as responsabilidades que criam despesas.

Uma vez que você se compromete com uma lista de metas, você terá uma motivação mais forte para mudar seus hábitos financeiros.

Use seu ponto de equilíbrio como referência. Depois que você atinge o ponto de equilíbrio e seu negócio é lucrativo, você ainda precisa gerenciar seu fluxo de caixa, é claro. Você atingiu outro estágio da vida da sua empresa e poderá dar mais um passo adiante.


3. Incentive os clientes a pagarem mais rápido

 Ofereça aos seus clientes descontos antecipados e mantenha os requisitos de crédito rigorosos. Estabeleça um conjunto escrito de padrões para determinar quem é elegível para crédito e aplique esses padrões rigidamente.

Você não quer que todos os clientes que estão entrando pela sua porta sejam aprovados para crédito, certo?

 

4. Considere seus custos versus receita

Ter uma visão de suas despesas em relação à sua renda também o levará a entender o status e a criar uma forma de como organizar o fluxo de caixa melhor.

Simplesmente entendendo o quanto você está gastando versus o quanto você está entrando, permitirá que você tenha visibilidade sobre seu potencial para economizar.

A melhor prática é procurar minimizar seus custos em relação à sua renda. Se você puder calcular a proporção de sua renda que sai para atender suas despesas, você estará em melhor posição para:

  • economizar dinheiro;
  • reduzir a dívida;
  • começar a gerar fluxo de caixa positivo.

Isso ajudará potencialmente a identificar as principais áreas em que você está gastando mais do que imaginou.

 

5. Organize suas despesas

O primeiro passo para alcançar seus objetivos financeiros é ter listado suas despesas ou um plano de fluxo de caixa. Suas despesas devem levar em conta toda a sua posição financeira, por isso é importante fazer uma lista com todas elas.

Fale com seu consultor financeiro ou contador, que pode fornecer algumas ferramentas úteis para você começar. Depois de ter as despesas por escrito, você poderá ver como algumas delas se enquadram em uma determinada categoria, como “entretenimento”.

A visualização da porcentagem do seu dinheiro que vai para essas categorias costuma ser uma boa oportunidade para redimensionar seus gastos.


6. Mantenha uma reserva em dinheiro

É possível que em algum momento você tenha déficits de caixa. A sobrevivência de sua empresa pode depender de como você consegue lidar com essas deficiências.

Se você começar com algum dinheiro em sua conta bancária, será mais fácil se concentrar no fluxo de caixa e não se estressar com as deficiências.

Essa reserva, que também chamamos de capital de giro, ajuda a “segurar as pontas” em momentos mais críticos e não abala sua organização financeira.

Aprender como calcular capital de giro de uma empresa é parte da gestão financeira e essencial para prevenir surpresas.

E não só para isso. Na dúvida de quando fazer um empréstimo é importante estar com os números em mãos para decidir se é o momento certo.

Organizar o fluxo de caixa e saber sua necessidade de capital de giro é parte da gestão financeira que te permite operar mês a mês com mais segurança.

 

 

7. Use um sistema de automatização

 Automatizar seus números e informações, reduz investimentos, otimiza seu tempo e oferece relatórios em tempo real.

O SmartPOS pode fazer isso por você!

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