MEI e Imposto de Renda 2021: como fazer sua declaração!

Microempreendedores individuais (MEI) devem ficar atentos às regras de separação entre os lucros da empresa e os rendimentos de pessoa física

O prazo para fazer a declaração do Imposto de Renda 2021 começou no dia 1º de março, e com isso sempre surgem dúvidas dos contribuintes. Neste ano, os brasileiros terão até 30 de abril para enviar o documento, e quem se antecipar tem chance de receber a restituição mais rapidamente. Para aqueles que perderem o prazo, a multa pode ir de R$ 165,74 e chegar a 20% do valor referente ao imposto devido.

No dia 24 de fevereiro, a Receita divulgou mudanças do IR, e a principal delas é a exigência da declaração de pessoas que receberam o auxílio emergencial em 2020. Contudo só precisa declarar o auxílio quem ganhou outros rendimentos tributáveis que somem mais de R$ 22.847,76. Aqueles que se enquadrarem nesse caso terão até que devolver o valor recebido do auxílio.

Além disso, a declaração do Imposto de Renda continua sendo obrigatória para os brasileiros que tiveram, em 2020, mais de R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis (salários, férias, horas extras, pensões, benefícios do INSS, entre outros rendimentos). Quem recebeu menos que isso está isento de declarar o IR.

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Imposto de Renda do MEI

MEI – Pessoa Física

A pessoa física poderá ter que declarar o Imposto de Renda na condição de MEI com base nos rendimentos a partir do momento em que se enquadrar em uma das situações estabelecidas pela Receita Federal. A principal condição é ter recebido rendimentos tributáveis iguais ou superiores a R$ 28.559,70 ao longo do ano-calendário. Por isso, é fundamental se manter atento quanto à existência de demais parâmetros que possam gerar a obrigatoriedade da declaração.

 

MEI – Pessoa Jurídica

O MEI precisa enviar a Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI), também conhecida como Declaração Anual de Faturamento do MEI.

Sendo assim, a DASN-SIMEI, que deve ser enviada anualmente, é a principal declaração a ser realizada pelo MEI – pessoa jurídica.

 

Confira o passo a passo para declarar

 

  1. Calcule o lucro evidenciado do seu negócio: pegue a receita total bruta anual e subtraia as despesas feitas durante o ano (água, luz, telefone, compra de mercadoria, aluguel de espaço, entre outras). Guarde esse valor para cálculos seguintes.
  2. Calcule a parcela isenta, ou seja, a fração da sua receita que não será tributada. O percentual depende do tipo de atividade do seu negócio e corresponde a:
  • 8% da receita bruta para comércio, indústria e transporte de carga.
  • 16% da receita bruta para transporte de passageiros.
  • 32% da receita bruta para serviços em geral.

3. Guarde o valor da parcela isenta. Ele será usado para preencher a seção “Rendimentos Isentos – Lucros e Dividendos Recebidos pelo Titular” da sua Declaração do Imposto de Renda.

 

4. Calcule a parcela tributável do lucro (rendimento tributável): pegue o lucro evidenciado e subtraia a parcela isenta.

 

5. Guarde o valor da parcela tributável. Ele será usado para preencher a seção “Rendimento Tributável Recebido de PJ” da sua Declaração do Imposto de Renda.

 

Como ser isento de imposto de renda IRPF como MEI independentemente do valor do lucro auferido

Tendo uma escrituração contábil tudo muda, porque não existe limite máximo para o lucro isento na hora de declarar a renda como pessoa física. Ou seja, todos os lucros obtidos pela empresa MEI poderão ser lançados como rendimentos isentos e não tributáveis.

Nesse caso, o microempreendedor precisará dos serviços de um escritório de contabilidade ou de um contador para produzir um Informe de Rendimentos. Isso é necessário para declarar exatamente qual foi o lucro da empresa, bem como o que foi repassado à pessoa física titular do MEI (pró-labore) no ano.

 

Microempreendedor, fique atento! 

O prazo para entrega da Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI) termina em 31 de maio. O MEI que não apresentar a declaração no prazo está sujeito à multa de até 20% do valor dos tributos declarados e pode ter o CNPJ do MEI cancelado definitivamente.

 

 

Via Sebrae

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Controle de estoque em tempos de pandemia!

O estoque tem um papel importante para o sucesso do negócio, ainda mais em época de crise.

Com um estoque bem gerenciado você pode evitar que os produtos que mais vendidos fiquem em falta, e evita que acumule itens desnecessários.

Para você que não sabe como controlar o estoque e equilibrar as mercadorias, confira o conteúdo especial que preparamos, com dicas práticas.

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A importância do inventário

O inventário é uma tabela padronizada com todos os itens que compõem o seu estoque. Você pode personalizar essa ferramenta de acordo com as suas necessidades. Mas é interessante incluir alguns pontos básicos como: o nome da mercadoria, a quantidade em estoque, o valor e, claro, a categoria de cada uma. Categorizar as suas mercadorias facilita muito para entender qual tipo de produto mais sai.

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O inventário permite que você:

  • Saiba quais itens e as quantidades tem em estoque de cada um;
  • Preveja qual produto vai faltar e qual vai sobrar;
  • Conheça mais o seu cliente e saiba quais os gostos e hábitos de consumo dele
  • Se planeje com antecedência
  • Evite prejuízos

Dicas de vendas para manter o estoque equilibrado

  1. Crie processos

Para evitar falhas e ter uma rotina clara a melhor forma é definir processos. Sempre que vender algo dê baixa imediatamente no estoque para que não haja confusão. Criar etapas para cada atividade evita o esquecimento e garante um estoque atualizado, impactando nas suas tomadas de decisões para fazer sua empresa prosperar cada vez mais.

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2. Trabalhe com fornecedores de confiança

Certifique-se de que o seu fornecedor seja o parceiro ideal para o seu negócio e que realmente vai cumprir o que prometeu. Não adianta nada ter um estoque organizado se o seu fornecedor deixa você na mão quando você mais precisa. Um bom fornecedor pode tirar você do sufoco em situações inesperadas, como por exemplo, um rápido aumento na venda de um produto.

 

3. Divulgue a compra on-line

Durante a pandemia do coronavírus comprar pela internet será a opção mais segura, pois isso divulgue seus produtos no ambiente on-line e incentive seus consumidores a utilizarem essa alternativa e evitar contato físico realizando as comprar de maneira virtual.

Faça vendas online através do nosso catálogo. Baixe aqui: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.netpos.smartpos&showAllReviews=true

 

4. Reavalie meios de pagamento e envio

Durante a crise o dinheiro na mão tende a diminuir, por isso reavalie os meios de pagamento, trabalhe com a possibilidade de pagamentos online. Aproveite também para entender as opções de meios de envio que você oferece e diversifique-os, a fim de reduzir custos ou criar vantagens para o cliente, como entrega no mesmo dia.

Via Sebrae

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Não feche seu negócio! Venda online! 8 dicas para sua loja ficar ON!

Com boa parte das cidades do País na fase vermelha, os resultados da sua empresa podem melhorar significativamente.

É isso mesmo que você leu!

É evidente que houve uma grande redução na movimentação de pessoas nas ruas, o que pode, em um primeiro momento, se transformar em uma preocupação para quem trabalha com comércio. Porém, ao mesmo tempo, isso também se mostra como uma luz no fim do túnel.

Ao fazer as vendas na quarentena pela internet, é possível driblar essa menor movimentação do público e, de quebra, passar a oferecer uma modalidade que só tende a crescer com o passar do tempo, inclusive depois que a pandemia passar e a vida voltar ao normal.

Saber como aumentar suas vendas e tomar decisões na crise é fundamental, e quando se tem o conhecimento certo, a prática será apenas questão de tempo e de planejamento! Acompanhe estas 8 dicas:

1 – Busque saber o que vender na quarentena…

Uma maneira prática é observar o que acontece em nossa sociedade, inclusive em seus novos padrões de compra. Itens de supermercado, por exemplo, tiveram um aumento considerável na procura, já que muitas pessoas estão evitando ao máximo sair de casa, mas suas despensas e geladeiras ainda precisam ser abastecidas.

Você está vendendo aquilo que os clientes estão realmente procurando e precisando?

2 – …E saiba que há espaço para todos

Se nós te pedíssemos para pensar em alguns produtos que acredita estarem sendo vendidos durante a quarentena, pode ser que pensasse em itens de higiene pessoal, artigos de academia e cadeiras de escritório para a tendência do home office, correto?

E se nós adicionássemos os carros de luxo a este grupo?

Não estamos dizendo que você deve abrir agora uma loja online de carros de luxo, mas sim mostrar que os processos de como vender pela internet se aplicam a todos os setores, de floriculturas a materiais de construção. Mesmo que atue em um nicho específico, a rede mundial será de grande valia para o seu sucesso.

3 – Aprenda a vender pela internet para agir da maneira certa

É muito difícil (quase impossível, diríamos) ser bem-sucedido em algo se você não souber o que está fazendo.

Portanto, é essencial saber como vender na internet. Aprender a vender pela internet não passa apenas por criar uma loja virtual, mas sim por digitalizar todo o negócio, otimizar as estratégias, ser relevante nos buscadores e nas redes sociais, criar anúncios e textos que chamam a atenção e aproveitar bem as oportunidades disponíveis.

 

 

 

4 – Invista em marketing digital para obter bons resultados

Criar um site sem planejar bem todas as suas etapas é como abrir uma loja física, mas não cuidar do acabamento, da manutenção e da divulgação: seu futuro tende a estar fadado ao fracasso, infelizmente.

É aí que entra a importância do marketing digital: estar bem preparado e equipado para conseguir um bom desempenho nas plataformas digitais, seja qual for a sua escolha, das redes sociais às lojas virtuais.

É a qualidade do marketing digital de quem sabe como vender pela internet que vai te diferenciar perante a concorrência e, assim, proporcionar resultados capazes de ir além das suas maiores expectativas.

5 – Seja perseverante em seu objetivo

É importante ter em mente que costuma demorar algum tempo até que você consiga obter os melhores resultados – assim como acontece com a maioria dos investimentos e empreendimentos.

As vendas na quarentena pela internet estão acentuadas, o que serve como combustível para te motivar a ingressar nessa jornada, mesmo que ela demore um pouco até que comece a apresentar os resultados que espera. Com os conhecimentos adequados, inclusive, este tempo tende a ser menor.

6 – Não deixe para depois o que pode começar agora

Quanto antes você começar, mais rapidamente poderá atingir o sucesso que tanto deseja. Além disso, quem se antecipa se depara com uma concorrência menor no cenário digital, o que é essencial para um desempenho diferenciado.

Prova disso são as empresas que estão vendendo mais na crise, contrariando um cenário global complicado em termos econômicos. Aja rápido para que seu negócio tenha a chance de estar entre os que apresentam maior crescimento no mercado, o que fará todo o tempo e os investimentos valerem muito a pena.

7 – Considere a forma mais viável de fazer suas vendas online na quarentena

Várias plataformas e alternativas à sua disposição, como Facebook, Instagram, site próprio e WhatsApp Business. Estude as possibilidades e veja qual é a mais viável – o importante é começar!

8 – Tenha um software de gestão para seu negócio

Automatizar suas vendas, controlar seu estoque, administrar contas a pagar e a receber e ainda vender através de um catálogo online, nós podemos ajudar você! Com nosso aplicativo, a gestão da sua empresa fica mais prática, simples e econômica.

SmartPOS – o software que veio para te ajudar a decolar!

Via Startse.

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Como vender mais no mês das Mulheres!

Dia da Mulher está chegando. Dia 8 de março! Confira as dicas que separamos para você.

O primeiro passo para qualquer campanha de vendas é pensar na sua abordagem e no público que será atingido.

No caso do Dia da Mulher, você pode pensar em duas maneiras diferentes e lucrativas para fazer a sua.

A primeira delas é focada na mulher que deseja se presentear, utilizando o gancho de que “você merece um presente”.

Nesta abordagem, a estratégia utilizada será despertar na mulher a sensação de merecimento. De que ela merece um presente especial neste dia.

O seu foco, neste caso, será total voltado para a mulher.

A segunda abordagem é pensando em terceiros. Ou seja, na pessoa que irá presentear essa mulher.

Nesse caso o público da campanha seriam maridos, namorados, filhos e filhas. E cada uma destas campanhas será voltado para um público, com uma abordagem específica.

4 Dicas para sua campanha de vendas para o Dia da Mulher

1 – Faça pesquisas com a sua audiência

Antes de fazer qualquer campanha, para se certificar de que ela será lucrativa, escute seus clientes!

Ao definir o público-alvo da sua campanha, pergunte-os o que desejam comprar/ganhar/presentear, para entender o que é a “sensação do mercado”. Aquele produto “pé quente”, que tem tudo para vender como “água”.

Quando você sabe o que o mercado deseja e o que seus potenciais clientes estão buscando, sua abordagem e ofertas passam a ser muito mais assertivas, logo, terá maior lucratividade.

 

 

 

2 – Confira seu estoque

Antes de fazer qualquer campanha ou ação promocional, você precisa fazer toda a gestão do seu estoque, para ter controle sobre as peças que mais estão “paradas”.

Dessa forma, você pensa em como fazer ofertas irresistíveis utilizando essas peças, ao mesmo tempo em que se livra do estoque parado.

Fazer campanha de diferente de dar brinde

É importante que a gente quebre uma crença que ainda é muito forte entre os lojistas: dar brinde não é fazer CAMPANHA! Brinde é brinde, criar uma campanha é diferente.

E entender essa diferença é importante para que você compreenda o potencial de uma campanha e de criar uma oferta que realmente leve o seu potencial cliente a comprar.

Ou seja, uma oferta irresistível.

3 – Planejamento

É claro que toda campanha de vendas envolve planejamento. Como falamos, desde o início, no momento que você vai definir o seu público-alvo, abordagem, conferir seu estoque e montar sua oferta.

Também envolve toda a questão de atendimento, de preparar a sua equipe (ou se preparar, caso você atue sozinha), para dar conta da demanda que está por vir.

O mesmo vale para a questão de entregas e embalagens! Afinal, você precisa garantir que seus produtos chegarão ao seu cliente na data certa, para não gerar frustrações.

Então anota aí que uma boa campanha de vendas precisa de PLANEJAMENTO.

4 – Muita divulgação

Se você quer fazer uma campanha de vendas de sucesso no Dia da Mulher – e em qualquer outra data -, precisa, antes de tudo, fazer um forte trabalho de divulgação.

Muitos lojistas falam da campanha apenas na data ou dias antes e perdem a chance de jogar com a “antecipação” e ir despertando o desejo – e até mesmo a curiosidade – da sua audiência.

Sendo assim, você precisa falar muito, durante dias, sobre a sua campanha e o quão incrível ela será.

Via Venda Moda Online, por Ale Moraes

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Marketing pós-pandemia – como recuperar as vendas perdidas?

O Coronavírus impactou as empresas e fez com que o marketing pós-pandemia fosse mais que nunca direcionado aos consumidores.

A Covid-19 por um tempo fez com que o mundo desacelerasse. Com isso vieram as quedas nas vendas e o impacto foi bastante sentido pelas empresas.

As organizações mais impactadas são aquelas que não fazem uso dos meios digitais, por isso o marketing pós-pandemia deve ser pensado para usar canais diversos, principalmente os que podem conectar clientes digitalmente.

Um ponto deve ser levado em consideração antes de elaborar as estratégias: a pandemia fez com que o consumo diminuísse, a renda caísse e, como consequência, as pessoas entenderam que não precisam de tanto e se tornaram mais conscientes em relação ao consumo e meio ambiente.

Esses fatores devem ser levados em consideração no marketing pós-pandemia, pois, a partir de agora o cliente não apenas será a peça central dos negócios como será preciso conhecê-lo ainda melhor.

Como fazer marketing pós-pandemia?

As perguntas que muitas empresas vêm se fazendo é como chegar ao cliente e que campanhas trarão resultados.

Não existe uma resposta pronta para elas, mas, o que se tem observado é que o consumo de conteúdo online e que o relacionamento está cada vez mais digital, portanto, apostar no online é a resposta certa.

Comunicar-se de maneira online

O marketing físico não deixará de existir, porém, os maiores esforços serão demandados no online porque as pessoas mais do que nunca estão utilizando canais como redes sociais, sites, blogs e vídeos para se comunicarem e se informarem.

Esses canais deverão ser utilizados de diferentes maneiras e com formatos variados para que se possa ter um relacionamento com o cliente. Eles serão excelentes para anunciar, se comunicar e manter as vendas.

Investir em experiência

O que vai diferenciar um concorrente do outro pode ser a experiência proporcionada por ela, uma vez que os produtos e serviços muitas vezes são parecidos.

O relacionamento direcionado, por exemplo, nas redes sociais com respostas personalizadas terão um grande resultado. Uma oferta, como já dissemos, precisa ser feita na hora certa e conforme a necessidade de cada cliente.

O momento da compra também deve ser único, afinal, o marketing pós-pandemia continuará a explorar o pós-vendas. Garantir uma entrega rápida, oferecer um mimo junto com o produto e buscar saber como foi a experiência de compra e se está gostando do que adquiriu é uma maneira de investir na experiência.

 

 

Usar soluções de customer intelligence

Conhecer o cliente será mais importante do que nunca e será preciso saber quais seus gostos, o que podem influenciá-lo, o que os concorrentes estão fazendo por ele e o momento de fazer uma oferta.

Com tantos dados existentes será preciso contar com soluções de customer intelligence para reunir uma quantidade enorme de dados, conseguir entendê-los e dessa forma trabalhar as informações para que resultem em negócios.

Tendo dados suficientes, as ofertas poderão ser feitas no tempo certo e da maneira correta, garantindo mais sucesso nas ações de marketing.

Interação virtual para suprir a ausência física

O distanciamento social conectou as pessoas digitalmente. Nunca se realizou tantas reuniões com recursos de vídeo ou eventos virtuais com a presença de tantas pessoas.

Essa deve ser uma tendência a continuar, pois, as pessoas que estão distantes precisam se aproximar e nem sempre a presença física será necessária.

Quando se fala de interação virtual estamos falando algo além de um webinar que aborda um assunto pontual e possui curta duração.

 

O marketing no pós-pandemia mais do que nunca estará focado no online e o consumidor será o foco de atuação com a personalização agindo como protagonista.

 

Via SeguroAuto, por Jeniffer Elaina

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E-commerce deve crescer 32% em 2021.

A expectativa é que as compras online continuem mostrando um desempenho forte, com um crescimento superior a 32% em 2021. É o que prevê um relatório da XP Investimentos, divulgado dia 08/02/21.

O levantamento mostra uma visão otimista do mercado para um país que ainda tem muito espaço para a expansão do e-commerce. Em 2019, por exemplo, a taxa de penetração das vendas online ficou em 6%. No ano passado, esse índice cresceu e fechou em 9%. A maior contribuição para esse resultado veio do segmento de eletrônicos, que registrou um quarto de todos os pedidos. Na sequência, a categoria de jogos contribuiu cerca de 19%.

A tendência do ano é o ‘figital’

A pandemia também promoveu a união dos serviços físicos e digitais em uma nova modalidade denominada “figital”. As lojas varejistas, que muitos acreditavam seguir um modelo ultrapassado, estão passando por um processo de reinvenção e já são usadas como lojas de conveniência para compras físicas e, simultaneamente, como centros de distribuição de onde saem os pedidos virtuais.

“Embora acreditemos que os consumidores devem continuar a valorizar a experiência de compra na loja física, entendemos que os varejistas deverão redesenhar a experiência na loja e torná-la mais digital para se adaptar a clientes digitalizados. Levar conveniência às lojas será a chave para ter sucesso e se destacar no novo normal”, cravam os analistas.

Via CNN Brasil

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Como abrir um MEI.

O registro como Microempreendedor Individual (MEI), é um processo simples, pouco burocrático e todo feito online.

Antes de se cadastrar como Microempreendedor Individual, é importante conhecer os critérios, leis, atividades permitidas, enfim, ter todas as informações em mãos para se tornar um empreendedor.

Formalizando o seu negócio

Documentos e Informações:

  • Cadastro no Portal de Serviços do Governo Federal: https://sso.acesso.gov.br/
  • Dados pessoais: RG, Título de eleitor ou Declaração de Imposto de Renda, dados de contato e endereço residencial.
  • Dados do seu negócio: tipo de atividade econômica realizada, forma de atuação e local onde o negócio é realizado.

Passo a passo da inscrição MEI

Clique no botão Formalize-se, disponível nesta página.

Se você possui cadastro, informe o CPF e a senha cadastrados;

Se não possui, clique na opção Fazer Cadastro. Após o término do cadastro, acesse novamente o Portal do Empreendedor e clique em Formalize-se.

Autorize o uso de seus dados pessoais pelo Portal do Empreendedor – Área do Usuário da REDESIM

Caso solicitado, informe:

  • no caso de brasileiro (a), o número do recibo da sua declaração de imposto de renda ou do título de eleitor;
  • no caso estrangeiro (a) que possui CPF, o número do recibo da declaração de imposto de renda.

Confira os dados carregados pelo sistema e preencha as informações solicitadas. Preencha as declarações solicitadas e conclua a inscrição.

Ocupações permitidas

Seu negócio está na lista de ocupações que o MEI pode realizar? http://antigo.portaldoempreendedor.gov.br/temas/quero-ser/formalize-se/atividades-permitidas

Você já consultou a prefeitura do seu município para saber se sua atividade pode ser exercida no local escolhido?

Outras regras

Verifique se recebe algum benefício previdenciário (salário-maternidade, auxílio-doença, auxílio-idoso, aposentadoria por invalidez, Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social. A formalização pode levar ao cancelamento do benefício

Servidor público: veja se sua legislação permite ser MEI

Titular, sócio ou administrador de outra empresa não pode ser MEI

Via: SEBRAE / Portal do Empreendedor / Plataforma Governo

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A retomada do pequeno negócio.

A iminente segunda onda da Covid-19 do Brasil nos próximos meses e a incerteza de uma data precisa para a vacinação de grande parte da população não deverão arrefecer tão fortemente a economia dos pequenos e médios negócios, como vimos no período de março e abril. Claro, haverá um impacto, mas a curva de aprendizado, junto da demonstração de competência do empreendedor nacional, traz ventos de otimismo moderado para 2021.

 

Os pequenos empreendedores aderiram maciçamente à revolução digital e encontraram novas formas de cativar e fidelizar seus clientes. Pesquisa de outubro do Sebrae mostra que 83% das micro e pequenas empresas já operam no ritmo pré-pandemia em termos de volume, mas que, em média, padecem de uma perda de rentabilidade de 36%.

 

Os desafios imediatos são outros. Verificam-se falta e/ou alta de preço dos insumos, agravadas por uma inflação ascendente. Em um ano de recessão e pandemia uma alta da inflação não era algo esperado. O IGP-M, indicador de reajuste de muitos contratos, como aluguéis, deve ficar acima de 20%, afetando a estrutura de despesas fixas dos negócios.  A falta de previsibilidade, a restrição de acesso a financiamento em taxas competitivas e o risco inflacionário serão temas mais do que presentes nesse próximo ano.

 

Nesse sentido, o fundo emergencial filantrópico Estímulo 2020, criado no mês de maio e com inspiração nos reliefs funds dos Estados Unidos, surge como um fundo privado de apoio aos pequenos empreendedores, afetados por esse momento tão difícil. No início, os poucos recursos vieram do esforço de nós, fundadores, e de um pequeno grupo de amigos. E a missão foi além do socorro financeiro. Também foram oferecidos módulos de capacitação a esses empresários, que precisavam lidar com os desafios impostos pelo novo mundo.

 

Tendo como base os dois pilares, apoio financeiro e capacitação, o fundo atingiu a marca de mais de R$ 130 milhões arrecadados, para auxiliar pequenos empreendedores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará. A disponibilidade de crédito ocorre em uma plataforma ágil, que dispensa burocracia e ainda oferece taxas de juros muito inferiores em comparação com a média do mercado. Essa é a maneira do Estímulo 2020 olhar para os setores que foram mais afetados pela pandemia. Como resposta, a baixa inadimplência, praticamente inexistente, contribui para a retroalimentação dos recursos destinados a novos apoios.

 

A boa notícia é que pós-pandemia o Estímulo seguirá cumprindo sua missão. Algumas medidas de melhorias já estão em prática, como a redução do valor mínimo de faturamento para a tomada de financiamento, de R$ 30 mil para R$ 10 mil, e a maior agilidade em nosso site para resposta na análise de perfil do empreendedor.

 

Assim, o fundo se consolidará como uma iniciativa pioneira de crédito com propósito do país, enfrentando uma questão central do empreendedorismo nacional e deixará um legado para o futuro. O pequeno empreendedor precisa, e o Brasil agradece.

Via Exame, por Eduardo Mufarej

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O novo consumidor pós pandemia.

A pandemia do novo coronavírus transformou o mundo que conhecíamos até então. As orientações de isolamento social impostas para conter o avanço da doença suspenderam ou modificaram as atividades de diversas empresas, seja na Indústria, no Comércio ou no setor de Serviços. Em momentos de crise, entender as preferências do consumidor se torna ainda mais importante, e pode ser a diferença entre a sobrevivência e a morte de uma empresa.

À medida que o mundo volta ao “normal”, no entanto, fica a pergunta: quais desses novos comportamentos do consumidor devem se consolidar nesse novo cenário? É o que revela a pesquisa “Transitório ou permanente: a pandemia e o novo comportamento do consumidor”, realizada pela FecomercioSP.

Para a Federação, ainda que a maior parte das mudanças provocadas pelo distanciamento seja provisória, alguns padrões de comportamento devem ser permanentemente alterados.

Aplicativos e comércio de bairro

As restrições de locomoção e de funcionamento de lojas durante a pandemia estimulou o uso de aplicativos para realização de compras e outros serviços. De acordo com a pesquisa, esse é outro comportamento que deve permanecer, já que muita gente já se acostumou com a comodidade de receber o que precisa em casa.

Quando o delivery não for uma opção viável, a tendência é que os consumidores acabem optando pelo comércio de bairro, que também tem sido beneficiado com o maior número de pessoas passando o dia inteiro em casa.

Home office e viagens de negócios

O trabalho remoto foi a principal alternativa adotada pelas empresas durante a pandemia, e tudo indica que ele veio para ficar. Depois de ser adotado às pressas e em larga escala pela maioria das organizações, o home office acabou se mostrando uma boa alternativa. A expectativa da FecomercioSP é que, quando a situação se normalizar, boa parte das atividades continue sendo realizada remotamente, ajudando as empresas a reduzir custos.

As viagens de negócios, afetadas severamente pela pandemia, também devem reduzir consideravelmente. Além da economia com passagens e diárias para funcionários, as empresas devem passar a considerar, também, a questão do tempo de deslocamento, que poderá passar a ser utilizado para a realização de outras atividades.

Essas mudanças devem impactar diretamente as atividades nas regiões comerciais e o setor de turismo de negócios, incluindo hospedagem, translado e “negócios-satélites”, como bares, restaurantes e táxis.

Via Consumidor Moderno

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O varejo “físico” acabou?

Como será o comportamento do consumidor pós pandemia? O movimento de pesquisa de preços, de visitas as lojas, o tradicional “caroçar” continua como antes?

O ano de 2020 trouxe uma aceleração digital a todo tipo de negócio, de pequenos empreendedores a grandes redes. Cada qual com seu desafio, mas todos estiveram frente a uma necessidade comum: vender a distância.

Não só o varejo se viu movido por esta transformação, mas os clientes também passaram a optar por negócios online.

Os números já refletem esta mudança: no primeiro semestre de 2020, 7,3 milhões de brasileiros tiveram sua primeira experiência de compra online e as vendas digitais cresceram 47%, conforme informações do levantamento da Ebit/Nielsen.

As lojas físicas certamente terão de se reencaixar nesse caminho trilhado pelos clientes até a decisão de compra.

E deste desafio, transformar estes espaços físicos, em locais de experiências, talvez seja uma grande oportunidade.

Endereços físicos poderão se transformar em espaços de relacionamento com o produto e com a marca. Onde o cliente possa interagir com o produto, se relacionar com o vendedor, que passa a ter uma postura mais consultiva.

Também passam a ser, endereços para retirada de mercadorias compradas pela internet – reduzindo custos de logística e frete.

O atendimento presencial continuará sendo essencial, o consumidor está cada vez mais exigente e fazendo escolhas mais conscientes. Negócios que se reinventarem, ou ainda, se ajustarem aos novo modelo de comportamento consumidor, sairão na frente.

Mantenha suas vendas online, aposte no marketing digital, mas não, não abandone o seu endereço físico!

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