10 conceitos e tendências que precisam estar na pauta do varejo em 2022!

Maior evento do setor, realizado em Nova York, tratou de metaverso e ESG – mas foi muito além.

Os termos e siglas da moda – metaverso, ESG, DE&I – se fizeram presentes nos painéis e nos corredores do Retai’s Big Show, realizado em Nova York (EUA) na semana passada. Mas o maior evento de varejo do mundo, claro, se propôs a ir além: mostrou tecnologias que não são inéditas, mas evoluíram e se tornaram muito mais acessíveis; debateu a omnicanalidade de que muito se falava, mas só se viu nascer mesmo por causa da pandemia; e evidenciou a necessidade de uma mudança no olhar e na postura dos líderes para lidar com todas as transformações pelas quais o varejo tem passado.

Confira, a seguir, 10 conceitos e tendências tratados na NRF 2022 que precisam estar na pauta do varejo neste ano.

1 – Papel da loja física

Quem estava preocupado em conectar o varejo físico e o digital antes mesmo da pandemia de covid-19 saiu na frente quando ela chegou impondo suas restrições e desafios. O coronavírus acabou acelerando essa sinergia e clareando a mente de quem não sabia qual seria o papel da loja física diante do avanço da tecnologia.

“As lojas não vão desaparecer. Elas vão ganhar novas funções, como a de hubs logísticos. Elas precisam ser adaptáveis e flexíveis”, pontua Luiz Alberto Marinho, CEO da Gouvêa Malls, citando a palestra do CEO da Target, Brian Cornell, no Retail’s Big Show. “Quem estiver preparando melhor e olhando para o futuro, tendo uma visão melhor de para onde o consumidor caminha, vai poder se adaptar mais rapidamente e ter melhores resultados.”

2 – Evolução do e-commerce

O varejo digital não apenas ganhou mercado nesses anos de pandemia, como também evoluiu com ela. – “O e-commerce ficou velho e fala-se em out-of-commerce, que precisa ser intuitivo, interativo e divertido para os consumidores das novas gerações”, explica o COO da Gouvêa Ecosystem, Eduardo Yamashita, referindo-se aos insights da CEO da GDR Creative Intelligence, Kate Ancketill – sempre sucesso na NRF.

O live commerce, evolução do e-commerce já testada por varejistas no mundo todo, foi tema de debate entre a CEO da Coresight, Débora Weinswig, o diretor de Eventos e Experiências da Avon, Jason Sugala, e o diretor de Marketing da Qurate Retail Group, Brian Beitler. “O live commerce traz aspectos que o e-commerce não tem, como humanização, presença, curadoria, esclarecimento de dúvidas e entretenimento”, diz a CEO do Grupo Bittencourt, Lyana Bittencourt. “Viveremos a seguir o refinamento desse conceito. Será necessário interpretar como se explorar melhor os influenciadores e o conteúdo e como conduzir o live commerce para que seja não só uma plataforma de engajamento, mas que também traga resultados para as empresas.”

3 – Metaverso

O termo que está na ponta da língua de 10 em cada 10 varejistas, como não poderia deixar de ser, também se fez amplamente presente nas palestras da NRF 2022. Foi abordado, entre outros palestrantes, pela diretora de Inteligência da Wunderman Thompson, Emma Chiu, que destacou que ele vem sendo desbravado por marcas das mais variadas, de Nike a Burberry.

“Com ele vêm camadas de tendências, como a gamificação na comunicação, a realização de ações de gaming com a marca, e a nova posse. No passado, as pessoas queriam possuir coisas, barco, casa; os millennials querem experienciar viajar, usar o dinheiro para outras coisas. O futuro da posse é a posse virtual”, pontua a sócia-diretora da Moisaclab Karen Cavalcanti. Além disso, na hora de se aventurar pelo metaverso, é preciso também assumir que ele é um ambiente de cocriação, destaca o sócio-diretor da Mosaiclab Ricardo Contrera. “Existe um storytelling que começou no e-commerce, passou pelo live commerce, pela Realidade Virtual e Aumentada e vai se transformar depois no metaverso”, aposta o CEO da Gouvêa Experience e da Campus Party, Tonico Novaes.

4 – Diversidade

O tema não é novo, mas talvez essa tenha sido a NRF em que a diversidade mais foi vista na prática. “O DE&I [Diversity, Equity & Inclusion] apareceu neste ano com mais força, o que ficou claro até pela presença de palestrantes de diferentes etnias, origens e posicionamentos. A pandemia trouxe protagonismo para esse tema, que, a partir de agora, vai se tornar mais relevante. As empresas deverão mostrar seu posicionamento”, diz o fundador e CEO da Gouvêa Ecosystem, Marcos Gouvêa de Souza.,

Na palestra mais empolgante do Retail’s Big Show de 2022, a vice-chairman da Morgan Stanley, Carla Harris, pontuou que ela não ocorre naturalmente nas empresas – é, necessário, sim, dar espaço para a diversidade na hora da contratação. A CEO da Gouvêa Ecosystem, Cristina Souza, no entanto, pontua que, quando se fala do maior protagonismo da mulher, algumas marcas deram passos para trás nos últimos dois anos. “Na pandemia tudo ficou voltado para tecnologia, reinvenção do negócio e reconstrução. A presença das mulheres na liderança ficou um pouco abafada nas falas. Está na agenda das empresas, mas não com a potência com que poderia.”

5 – Liderança

Esse foi outro tema tratado com paixão por Carla Harris, da Morgan Stanley. “Há um aumento do poder da voz dos consumidores e dos empregados no dia a dia, e isso resulta até em mudanças nas relações de trabalho. As pessoas querem trabalhar em empresas que tenham valores e propósitos similares aos delas. A empresa precisa ter coragem para ser clara e engajar as pessoas. É preciso encorajar o sucesso e aprender com as falhas, porque elas são pontos-chave da inovação.”

Marcos Gouvêa de Souza resume: após a pandemia, a forma de liderar mudou. “A liderança pós-covid precisa se transformar. Envolve lidar com equipes cada vez mais jovens no seu comportamento, atitude e expectativas e entender a forma como elas querem ser lideradas – se é que querem ser lideradas. Mas, o mais importante: como elas querem ser coordenadas e organizadas.”

6 – Sustentabilidade

Se a sigla ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) já permeia o vocabulário de grande parte dos varejistas, passou da hora de ela sair do discurso e ser colocada em prática. E esse processo está totalmente relacionado ao tema tratado acima, a liderança. “O papel do CEO é fundamental nesse processo. Ele precisa ser um patrocinador da sustentabilidade para que as coisas evoluam. Não adianta ter planos e indicadores se a liderança da empresa não comprar a ideia”, resume Carlos Carvalho é CEO da Truppe!, que acompanhou debate do qual participou o CEO e diretor de Sustentabilidade da Ikea, Javier Quiñones.

Segundo Quiñones, a promessa feita há décadas de que com maior escala os produtos sustentáveis se tornariam mais baratos tem se cumprido. “Produtos sustentáveis que antes custavam US$ 8 hoje custam US$ 1,50. O ganho de escala está trazendo resultados mais positivos para as empresas, que atraem mais clientes e ficam mais valiosas”, diz Carvalho.

7 – Novo consumidor

Um consumidor mais atento a questões como propósitos e valores exige das empresas um olhar atento, afirma Luiz Alberto Marinho, da Gouvêa Malls. “No processo de evolução do varejo em função do novo cenário dos negócios, é recorrente o conceito de empatia com o consumidor.”

Essa análise profunda e individual dos consumidores se dá – como evidenciam muitas das tecnologias expostas nos corredores da NRF 2022 – por meio da coleta de dados, que permitem que os varejistas tomem decisões em tempo real e automatizem a experiência de compra nos canais físicos, destaca Eduardo Yamashita, da Gouvêa Ecosystem. Ele falou sobre o conceito da Sociedade 5.0 em painel dividido com a diretora de Varejo da Globo, Tatiana Souza.

8 – Ecossistemas

A consolidação de Ecossistemas de Negócios também ficou evidente na NRF 2022. O CEO da Ralph Lauren, Patrice Louvet, comentou que a marca está longe de ser apenas uma varejista, o que faz diferença, por exemplo, quando se fala em outra tendência, a da sustentabilidade. “A Ralph Lauren cuida do design, da produção e da comercialização. Para isso, lança mão de um ecossistema e analisa cada detalhe dos produtos, deste os tecidos”, cita Cristina Souza, da Gouvêa Foodservice.

9 – Tecnologia

A mudança nos hábitos dos consumidores, em especial aquelas relacionadas às novas tecnologias, está levando os varejistas a transformar a forma como fazem negócios, afirma o head Worldwide Business Development de Consumer Industries da Amazon Web Services (AWS), Ravi Bagal, da AWS. Ele destaca algumas tendências em que é preciso ficar atento, como o aumento do uso do machine learning e da Inteligência Artificial e a automação dos serviços de atendimento ao cliente.

Tecnologias que facilitam o pagamento para o consumidor ao mesmo tempo em que permitem que o varejista faça um controle de estoque em tempo real foram alguns dos destaques da parte expositiva do Retail’s Big Show. “As tecnologias expostas já estavam por aqui os outros anos, mas agora são mais ‘pé no chão’”, comenta a fundadora da Vip-Systems, Regiane Romano.

10 – Novo modelo de análise

No atual e complexo cenário do varejo mundial, é necessário considerar muitas variáveis para atender ao consumidor da forma que ele quer, onde ele quer e quando ele quer. A Gouvêa Ecosystem apresentou em Nova York o Meta Retail 3D, um modelo de análise de operações de consumo e de varejo.

“O conceito de Meta Retail 3D permite analisar de forma ampla a proposta de valor e o posicionamento das empresas. É Meta porque considera as transformações do consumidor e a pressão do digital e dos grandes ecossistemas no mercado de consumo e de varejo. E é 3D pois sintetiza os novas componentes fundamentais para as empresas os novos tempos: Digital, Diverso e Dinâmico”, explica Eduardo Yamashita.

Pós-NRF

No próximo dia 1º de fevereiro, o time da Gouvêa Ecosystem vai apresentar quais as principais lições aprendidas e as perspectivas para o varejo no Interactive Retail Trends, no Teatro Santander, das 8h às 17h. O evento será híbrido, presencial e online, simultâneo para São Paulo e outras cidades. As inscrições podem ser realizadas pelo site.

O Interactive Retail Trends contará com a presença de grandes líderes do varejo, que participaram da NRF 2022 a bordo da delegação da Gouvêa Experience, entre eles Marcelo Tripoli, CEO e fundador da Zmes, e Regiane Relva Romano, diretora de Cidades Inteligentes da Facens.

Também estarão presentes no evento Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Península Participações e membro dos Conselhos de Administração do Grupo Carrefour e do Carrefour Brasil, e Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil.

Via: Mercado e consumo por Aiana Freitas.

 

 

 

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Tíquete médio no foodservice cresce 13% e atinge R$35,60!


Após alcançar o pico de crescimento, em março, vendas atingiram estabilidade em outubro.

A inflação dos alimentos e dos insumos elevou os preços do fast-food no Brasil e impactou no aumento do tíquete médio do setor. Segundo o Índice de Desempenho do Foodservice (IDF), do IFB (Instituto Foodservice Brasil), o crescimento do tíquete médio foi de quase 13% em outubro de 2021, em relação ao ano anterior, passando de R$ 31,50 para R$ 35,60.

Segundo o estudo, o crescimento das vendas atingiu seu pico a partir de março de 2021, com a liberação das medidas restritivas de combate ao coronavírus. No comparativo com 2020, o valor nominal, que era de 6,2% em março, passou para 74,2% em abril, atingindo o pico de 92,3% em maio. Nos meses seguintes, apontou uma queda até atingir a estabilidade, em outubro do ano passado, com quase 22% de vendas nominais.

Desenvolvido pelo IFB, o IDF serve como termômetro de desempenho do foodservice no Brasil e consolida dados de vendas, além de análises de informações que influenciam na performance do setor, como renda, emprego, população e confiança.

“O setor do foodservice não é medido isoladamente pelos órgãos oficiais, destacando a relevância do IDF para mapear gaps e dimensionar impactos, além de entender, tendências sociodemográficas, antecipar desafios, oportunidades e ações”, comenta Ingrid Devisate, diretora-executiva do IFB.

Desafios para 2022
Um outro estudo do IFB, em parceria com a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) e a Galunion Consultoria, divulgado em dezembro, mostrou que 63% dos bares, restaurantes, cafés e lanchonetes ainda não recuperaram as vendas em relação ao período pré-pandemia.
O estudo apontou que, entre os principais desafios para 2022, os destaques são atrair novos clientes e crescer nas vendas (68%) e a inflação (64%), além das dívidas geradas pela pandemia.

Via Mercado e Consumo

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Ômicron não deve trazer fechamentos generalizados no varejo!


A variante Ômicron da covid-19 trará incerteza à economia em 2022 e poderá contribuir para a inflação, mas é improvável que cause paralisações generalizadas ou desacelerações, segundo o economista-chefe da National Retail Federation (NRF), Jack Kleinhenz, em entrevista na edição de janeiro da revista econômica da federação que representa o varejo americano.

“Aprendemos que cada variante desacelerou a economia, mas o grau tem sido menor. Embora a Ômicron seja altamente transmissível, seus efeitos podem ser relativamente leves para aqueles que estão totalmente vacinados e não são esperados bloqueios de base ampla”, afirma Kleinhenz.

Kleinhenz destaca que 2022 provavelmente será “outro ano muito desafiador de incerteza substancial” e que entre as perguntas a serem respondidas estão se a pandemia está perto do fim, se os problemas da cadeia de suprimentos serão resolvidos e quão alta será a inflação.

“Sabemos pouco sobre o impacto da Ômicron na demanda do consumidor, mas as pessoas que ficam em casa por causa da variante são mais propensas a gastar seu dinheiro em bens de varejo do que em serviços como jantar fora ou entretenimento presencial. Isso colocaria ainda mais pressão sobre a inflação, uma vez que as cadeias de suprimentos já estão sobrecarregadas em todo o mundo.”

Inflação vai continuar em alta

O relatório da NRF foi divulgado nesta quarta-feira, 5, à medida que os varejistas aguardam a divulgação na próxima semana dos dados de vendas no varejo de dezembro do Census Bureau.

As vendas de novembro – excluindo revendedores de automóveis, postos de gasolina e restaurantes – aumentaram 14,8% em relação ao ano anterior. A NRF acredita que as vendas de feriados durante os dois meses estavam a caminho de crescer até 11,5% em relação a 2020.

A inflação, que foi impulsionada pela escassez de bens à medida que a covid-19 fechou fábricas pela falta de suprimentos, enquanto o estímulo do governo alimentou os gastos dos consumidores, provavelmente continuará em 2022, mas deve desacelerar. “A inflação começou [a subir] gradualmente e depois veio forte, claramente aquecida em 2021. É irônico que a política monetária e fiscal que tirou a economia da recessão provocou um crescimento sem precedentes, que agora é minado pela aceleração dos preços”, diz.

A inflação medida pelo Índice Federal de Consumo Pessoal subiu 5,7% em novembro, a maior em quase 40 anos. O Federal Reserve Board deve fazer múltiplos aumentos nas taxas de juros para que os consumidores sejam encorajados a investir, ajudando a esfriar a inflação.

Mesmo com a inflação, a renda dos consumidores cresceu 18,1% em relação ao ano anterior no terceiro trimestre de 2021. Enquanto os programas de estímulo do governo impulsionados pela pandemia estão “no retrovisor”, o crescimento do emprego e os ganhos salariais em meio à atual escassez de mão de obra continuam a impulsionar a renda e os gastos dos consumidores.

Via Mercado e Consumo

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O consumidor em 2022: Confira as principais tendências entre as marcas para atender o público-alvo no próximo ano!


Além da humanização e personalização durante o atendimento, as empresas devem investir em estratégias omnichannel e no posicionamento de marca
O futuro sempre gerou incertezas no mundo corporativo, principalmente após o agravamento da pandemia, que alterou os modelos de negócio e forçou muitos empreendedores a saírem de suas zonas de conforto. Mas agora, com a vacinação em massa e a flexibilização das normas sanitárias, como deve ficar o mercado? O que esperar

do comportamento e consumo dos clientes para o próximo ano?

As dúvidas em questão fazem parte da pauta de muitos pesquisadores e investidores brasileiros, que analisam os cenários políticos, econômicos e sociais em busca de respostas que ajudem a minimizar os riscos e a fortalecer as marcas.

Antes disso, entretanto, é fundamental estabelecer um panorama sobre as principais mudanças vivenciadas por todos os setores brasileiros nos últimos dois anos. Além do home office como forma de trabalho, muitas empresas tiveram que migrar para o ambiente digital, já que as lojas físicas ficaram de portas fechadas durante a quarentena.

De acordo com os dados da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o faturamento do varejo digital cresceu 56,8% entre janeiro e agosto de 2020, com relação ao mesmo período do ano anterior. Ademais, quase 130 mil lojas passaram a vender seus produtos e oferecer seus serviços por meio da internet entre os referidos meses.

Consumidor exigente e empresa híbrida configuram novo cenário do mundo corporativo
comportamento dos clientes também foi alterado desde o início da pandemia e, agora, o consumidor está mais exigente do que nunca. Além de estarem mais abertos para as compras online, os públicos-alvos passaram a valorizar os serviços de atendimento humanizado e a personalização em todas as etapas da jornada de compra.

Segundo uma pesquisa feita pela equipe de transformação digital da Epsilon, 80% das pessoas preferem comprar de lojas que ofereçam experiências personalizadas. Nesse mesmo sentido, um relatório desenvolvido pela Zendesk sobre a experiência do cliente mostrou que o atendimento ocupa o primeiro lugar no ranking dos elementos cruciais para a fidelização e prospecção de compradores.

Houve ainda a popularização das empresas híbridas, que incorporaram diversos recursos tecnológicos nos locais físicos, como softwares de gestão empresarial, Wi-fi para clientes, Pix como forma de pagamento e, claro, os famosos QR Codes, que surgem em cardápios e formulários.
Estratégias omnichannel e Agenda ESG são as grandes apostas para 2022
Nesse sentido, podem ser apontadas algumas tendências que deverão ser adotadas pelos empresários neste cenário pós-Covid, como o fortalecimento de estratégias omnichannel e o posicionamento e envolvimento em causas sociais, ambientais e políticas.

“Em 2022, os consumidores irão notar os benefícios do comércio unificado, que reúne os diversos sistemas de canais omnichannel e os funde em um único sistema. Ao fazer isso, cria-se uma experiência de compra única e homogênea em todos os canais: na loja, no online e nos dispositivos eletrônicos. Este agrupamento fornece maior visibilidade em todos os sistemas (inventário, cliente, produto, suprimentos, etc.) e permite que os varejistas acompanhem tudo o que está acontecendo em tempo real”, explica o sócio-fundador do GSPP Consultoria, empresa de consultoria empresarial, André Luis Soares Pereira.

Além disso, a procura por lojas físicas também deve aumentar, o que significa um maior investimento em tecnologias que supram as necessidades do cliente e melhorem a jornada de compra. “Nesse contexto, percebemos que tais empreendimentos devem ser transformados em pontos de experiência, proporcionando ambientes performáticos e oferecendo um atendimento personalizado ao consumidor”, aponta André Pereira.

O especialista em gestão de negócios, Éber Feltrim, afirma que a conectividade será a palavra-chave dos negócios em 2022 e deve ser levada a sério pelas grandes, médias e pequenas empresas. “As pessoas de diferentes gerações querem ser impactadas pelas empresas tanto no meio online, quanto no físico, por meio dos intercâmbios de canais, onde há um contato remoto, ao mesmo tempo em que é possível pesquisar, via internet, por mais informações mesmo estando nas lojas físicas”, complementa.

Com relação a agenda ESG e a cobrança por posicionamentos, André Pereira explica a temática por meio de um mapeamento do perfil do novo consumidor.
“Os clientes podem ser classificados em três perfis: românticos, que são focados na conexão com emoções, comunidade e equilíbrio entre trabalho e vida. Além disso, este perfil se preocupa com assuntos voltados à sustentabilidade e à diversidade. Há também os consumidores inconformados, que sempre questionam o produto que está adquirindo, assim como a empresa que a produz. E, por fim, os condutores, que estão em busca de experiências sensoriais e em busca de emoção”, revela André Pereira.

Em todos os casos, nota-se a necessidade de compreender melhor o consumidor do futuro, para então atendê-lo e torná-lo fiel à marca. “Atualmente os consumidores são levados a repensar os aspectos da vida, o que influencia seus sentimentos e modos de ver o mundo. Precisamos entender que os clientes estão mapeando, estudando as redes. Eles querem, inclusive, saber se as empresas mudaram seu modelo de negócio, principalmente quando este impacta a sociedade. O intuito é: saber se elas estão alinhadas às suas novas demandas e a um propósito – além, claro, como se relacionam com suas necessidades”, finaliza o sócio-fundador do GSPP.

Via Consumidor Moderno

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Varejo nacional está otimista com recuperação econômica!


A vacinação em massa da população tem aumentado as expectativas sobre o fim da pandemia, com perspectivas otimistas de recuperação econômica do varejo. De acordo com a pesquisa da KPMG “KPMG 2021 CEO Outlook: Consumo e Varejo”, a maioria (58%) dos líderes varejistas do país acredita que as parcerias com provedores de dados terceirizados ganharão mais atenção, e, 42% acreditam que haverá uma dedicação maior em digitalização e conectividade de todas as áreas funcionais. Além disso, 86% dos CEOs brasileiros vendo a disrupção tecnológica mais como oportunidade do que como ameaça.

“A maioria dos líderes empresariais aprendeu lições importantes com a pandemia. Entre os CEOs brasileiros do setor, há mais interesse em promover iniciativas direcionadas para o equilíbrio entre vida profissional e pessoal dos funcionários, na comparação com executivos de outros países. Outro ponto relevante está na importância de otimizar operações e evitar falhas na cadeia de fornecedores como forma de antever futuras crises. Essa preocupação é duas vezes maior em Consumo e Varejo do que nos demais setores”, afirma Fernando Gambôa, sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul.

A pesquisa destacou também que para a ampla maioria (86%) dos CEOs brasileiros do varejo, o cenário atual promoveu a alteração do foco para o componente social da ESG. Ainda assim, dois desafios foram destacados por um terço (29%) dos respondentes brasileiros: a ausência de uma estrutura global aceita para medir e divulgar desempenho em ESG, e a descrença sobre o greenwashing (ato de empresas que se dizem sustentáveis mas que não realmente adotam alguma prática para o meio ambiente) das divulgações de performance do tema.

Os líderes do setor também apostam em aquisições e parcerias para alavancar o crescimento, já que o otimismo sobre a economia gerou uma visão diversificada sobre planos de crescimento. Entre os brasileiros, 14% dos CEOs estão interessados em fusões e aquisições nos próximos três anos. As joint ventures (parceria de empreendimento feita por duas empresas por um tempo limitado, sem que cada uma perca a sua identidade) também são importantes para o setor no Brasil, com 29% dos respondentes interessados nessa estratégia. Já o crescimento orgânico foi a escolha de 14% dos CEOs varejistas brasileiros.

Conduzida no setor varejista durante meses de junho e de julho deste ano, a pesquisa “KPMG 2021 CEO Outlook: Consumo e Varejo” registrou a participação de 7 CEOs brasileiros, 31 sul-americanos (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela), e 149 do grupo denominado “Core Countries” (Alemanha, Austrália, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Japão e Reino Unido).

Via SuperVarejo

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Faturamento do varejo no Natal deverá ser de R$ 57,48 bilhões!


Faturamento deve ter alta de 9,8% em relação a igual período de 2020
Estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que o varejo brasileiro deverá movimentar, neste Natal, R$ 57,48 bilhões em vendas, com alta do faturamento de 9,8% em relação a igual período do ano passado. O economista sênior da CNC, Fabio Bentes, advertiu, entretanto, em entrevista à Agência Brasil hoje (13), que uma vez descontada a inflação, o volume de vendas sofrerá retração pelo segundo ano consecutivo, da ordem de 2,6% em 2021, comparativamente ao volume de vendas natalinas em 2020.

Em 2019, as vendas do Natal tiveram expansão de 4,8%. O Natal é a principal data comemorativa do varejo brasileiro, tendo respondido por 22% do total das vendas de dezembro nos últimos dez anos.

Bentes destacou que o aumento no faturamento deverá ser corroído pela inflação alta de dois dígitos. “Isso fez toda a diferença, para fazer com que o comércio, pelo menos na nossa expectativa, chegasse ao segundo Natal seguido com retração no volume de vendas, o que não acontecia desde 2016”.

Apesar de o fluxo de consumidores estar voltando aos níveis pré-pandemia, Fabio Bentes observou que o bolso dos consumidores está diferente. De acordo com pesquisa do Google, realizada no fim da primeira semana de dezembro, pela primeira vez desde o início da pandemia, o fluxo de consumidores em estabelecimentos comerciais superou a quantidade observada de clientes ao fim de fevereiro de 2020, com alta de 1,9%. No mesmo período do ano passado, o fluxo de consumidores estava 13,4% abaixo do nível pré-pandemia.

O economista da CNC lembrou que no Natal do ano passado, a inflação estava na casa dos 5% a 6%. “Hoje, a inflação é o dobro disso”. O país agora tem juros mais altos também, o que torna o crédito nada atraente para o consumidor. Em dezembro do ano passado, a taxa média de juros ao consumidor estava em 37% ao ano. Este ano, deverá ficar acima de 45% ao ano. “Isso faz diferença na hora do consumo a prazo”, diz Bentes.

Destaques

O ramo de supermercados deverá ser o destaque no Natal deste ano, respondendo por 38,5% (R$22,11 bilhões) do volume total, seguido pelos estabelecimentos de vestuário, calçados e acessórios (35,3% do total ou R$ 20,28 bilhões) e pelas lojas de artigos de usos pessoal e doméstico (13,2% ou R$ 7,60 bilhões).

Em termos regionais, os estados de São Paulo (R$ 18,01 bilhões), Minas Gerais (R$ 5,19 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 4,93 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 3,62 bilhões) concentrarão mais da metade (55%) da movimentação financeira prevista.

Importações

Como os preços no mercado interno têm subido muito para o varejo, acima dos praticados no exterior, isso acabou estimulando a importação de produtos tipicamente natalinos no trimestre que antecede a principal data comemorativa do comércio brasileiro. Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que as importações de produtos natalinos efetuadas entre setembro e novembro de 2021 (US$ 436,1 milhões) cresceram 19% em relação ao mesmo período de 2020 (US$ 367,2 milhões), alcançando patamar ligeiramente inferior (-1%) àquele verificado no mesmo período de 2019 (US$ 439,6 milhões). A taxa média de câmbio entre setembro e novembro de 2021 (R$ 5,57) foi praticamente idêntica à do mesmo período de 2020 (R$ 5,58).

“Nós estamos sujeitos à inflação de custos aqui muito mais forte e significativa do que a desvalorização cambial que, praticamente, não houve. Tivemos períodos de oscilação este ano, mas quando a gente compara o pré-Natal deste ano com o do ano passado, a taxa de câmbio foi praticamente a mesma, o que colocou as importações do varejo em um patamar bem acima das do ano passado e um pouco abaixo das de 2019”. Os produtos importados com maiores aumentos comparativamente ao Natal de 2020 foram perfumes (+550%) e brinquedos (+60%).

Do ponto de vista do emprego, a expectativa da CNC é de que sejam criadas 89,4 mil vagas temporárias para o Natal deste ano, 31% maior do que as contratações para o atípico Natal de 2020, porém inferior às 91,6 mil vagas criadas para a data, em 2019. Há três meses, a entidade projetava abertura de 94,2 mil postos de trabalho temporários. A redução está atrelada à perspectiva de um Natal mais fraco, que acaba inibindo a contratação de temporários. “Vai existir, mas em um patamar menor do que de anos anteriores”.

Segundo a CNC, a maior oferta de vagas (63% do total ou 56,27 mil) ocorrerá nas lojas de vestuário, calçados e acessórios, seguidas pelos segmentos de hiper e supermercados (16,63 ou 19% do total) e lojas de artigos de uso pessoal e doméstico (11,08 mil ou 12% do total). Regionalmente, São Paulo (25,61 mil), Minas Gerais (9,63 mil), Paraná (7,09 mil) e Rio de Janeiro (6,63 mil) vão oferecer a maior parte das vagas.

A cesta de produtos mais demandados no Natal revela alta de 13,8% nos últimos 12 meses até dezembro, superior à inflação acumulada no mesmo período pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 10,7%. O resultado é maior também que a variação de 15,1% registrada nos 12 meses até dezembro do ano passado. Artigos de maquiagem apresentaram a maior variação (16,4%), enquanto bacalhau e aparelho telefônico mostraram deflação de 2,6 e 1,4%, respectivamente.

Pessimismo

Na capital fluminense, o aumento dos preços dos alimentos e a queda da renda familiar darão aos cariocas uma ceia de Natal mais modesta que a do ano passado. Essa é a percepção de 76% de 350 consumidores entrevistados pelo Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) entre a segunda quinzena de novembro e a primeira semana de dezembro. Outros 20% responderam que a ceia será igual e 4% que será mais farta.

Apesar do cenário difícil, 76% dos consultados pretendem gastar até R$ 250 com a ceia de Natal; 20% entre R$ 300 e R$ 400, e 4% acima de R$ 450; 70% pretendem pagar suas despesas com cartão de crédito parcelado; 24% com cartão alimentação; 5% à vista e 1% com cheque pré-datado. Englobando a ceia de Natal e presentes, 80% dos consumidores ouvidos disseram que pretendem comprometer até 15% da sua renda; 15,5% entre 16% e 25%; 4,5% acima de 35%.

 

Via Agência Brasil

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Tendência de negócios para 2022: O que devemos ficar atentos para os próximos meses!


Nunca o empreendedorismo esteve tão em alta no Brasil. Mesmo diante de uma crise econômica, o brasileiro sempre busca se reinventar. No entanto, quem está pensando em investir na sua independência financeira, é importante estar atento as tendências de negócios para 2022.

O que vai estar em alta no próximo ano? Como sabemos, o mercado vem sofrendo um forte impacto. Embora o cenário seja repleto de incertezas, alguns setores demonstram um forte potencial.

Diante da alta taxa de desemprego, ter um negócio próprio, e que seja rentável, surge como a principal alternativa para várias famílias. Esse momento também vem sendo encarado como uma oportunidade para quem sempre sonhou em empreender.

Para que esse investimento traga retorno, é importante estar atento as projeções e tendências do mercado antes de dar o primeiro passo. 
Mercado favorável ao empreendedorismo

Segundo um levantamento recente do SEBRAE, no primeiro semestre de 2021 houve um aumento recorde de abertura de micro e pequenas empresas no país.

Esse percentual é considerado o maior desde 2015. Somente nos seis primeiros meses foram cerca de 2,1 milhões de novos negócios, um crescimento de 35% em comparação ao mesmo período em 2020.

Sobre o que devemos ficar atentos nos próximos meses 

Para 2022 devemos ficar atentos a algumas tendências que já vêm em alta nos últimos dois anos. Além delas, outras inovadoras também demonstram que podem ser grandes oportunidades.

Contudo, é importante ter maturidade na hora de empreender. Estude a fundo o mercado e faça um bom planejamento para que o seu negócio obtenha o sucesso esperado.

Conhecer bem as principais áreas que estão em alta, e todo o conceito de empreender, pode te dar uma visão mais ampla de onde investir os seus recursos e como implementar as melhores estratégias para prosperar.

Sabendo disso, veja alguns fatores que todo empreendedor deve estar atento no próximo ano para gerar resultados satisfatórios:

E-commerce

A pandemia mudou muito a maneira na qual consumimos produtos e serviços. Com o isolamento social, os e-commerces ganharam força.

Mesmo com a volta das atividades normais, a expectativa é que o mercado digital não sofra um retrocesso. Pelo contrário, a tendência é que ele siga se desenvolvendo no futuro.

Uma das vantagens para quem está iniciando um negócio é o fato de não precisar de uma loja física. Hoje em dia é possível comercializar os seus produtos de forma digital.

Além de reduzir os custos com aluguel de um espaço, despesas para manutenção e mão de obra, ter uma loja online te possibilita ampliar os horizontes e abranger um número maior de consumidores.

Contudo, tenha a consciência de que, embora proporcione uma facilidade para comercializar os seus produtos, também existe a questão da forte concorrência.

Portanto, sempre trabalhe bem o marketing da sua empresa para que a sua marca ganhe visibilidade e se destaque diante dos outros. Não é porque o negócio é online que ele não deverá ser tratado como se fosse uma liderança no mercado.

Utilize todas as ferramentas a seu favor. Crie conteúdos que sejam interessantes para atrair a audiência e ter um maior engajamento do público. Lembre-se de agregar valor na vida das pessoas.

Aposte nas redes sociais e até mesmo em um blog. Use a criatividade a seu favor para mostrar as suas qualidades e atrair mais potenciais compradores para o seu e-commerce.

Criação de conteúdo

Com o aumento nas vendas online, o marketing digital se tornou ainda mais necessário. Dentro das inúmeras estratégias, a criação de conteúdo é uma das mais importantes.

Diante dessa demanda, tem crescido a procura por profissionais para produzir textos para blog, site e redes sociais. Um bom material poderá, além de trazer informações relevantes, influenciar na decisão de compra de um cliente. Algumas empresas contratam agências ou pessoas especializadas para produzir esses conteúdos.

Quais são as principais tendências de negócios para 2022

Se 2020 e 2021 foram anos positivos para se iniciar o próprio negócio, em 2022 será um momento favorável para realizar esse sonho.

Por outro lado, também existe uma certa tensão quanto a possibilidade de que grande parte dessas micro e pequenas empresas possa vir a quebrar. As principais razões são uma má gestão ou investimento em uma área que não esteja tão em alta.

Para não correr esse risco, veja alguns nichos que vale a pena investir:

Importação de produtos

Muitos produtos que estamos habituados a consumir têm origem de outros países. A china é um dos que lideram essa lista. Desde de eletrônicos, capas e acessórios para celulares e tablets, brinquedos, maquiagem, roupas, itens de decoração e utensílios em geral são trazidos de fora.

Diante dessa forte demanda no mercado nacional, o setor de importação de produtos pode ser uma boa opção para quem deseja empreender.

Esses itens podem ser comercializados em uma loja, seja ela física, virtual ou ambas. Caso esse não seja o desejo, poderá ser também uma opção para quem deseja atuar apenas como um distribuidor, ou seja, fazer a ligação entre os fornecedores no exterior e os comerciantes aqui no país.

É possível ter lucratividade nas suas situações mencionadas acima. Um dos pontos positivos é que existe uma diversidade de produtos.

Contudo, é importante entender o que tem potencial de fazer sucesso entre o público brasileiro. Ter itens exclusivos e novidades podem te destacar diante da concorrência.

Faça uma boa pesquisa de mercado para não ficar limitado apenas ao mercado chinês. Outro cuidado que deve-se ter é sobre as regras de importação e legislações em vigor para que todo o processo de importação ocorra dentro da legalidade.

Infoprodutos

Outra aposta para 2022 são os infoprodutos. Nesse tipo de negócio, o empreendedor passa a ser um criador de produtos digitais. Mas o que isso significa?

É possível produzir e comercializar itens virtuais, como:

– Cursos online;

– E-books;

– Audiobooks;

– Infográficos;

– Apostilas;

– Videoaulas;

– Aplicativos;

– Livros;

– Músicas.

A maioria deles tem como foco a área do conhecimento.  O interessante que qualquer pessoa, que possua alguma habilidade, pode explorar esse nicho. Ela poderá criá-lo ou até mesmo contratar alguém para produzir e comercializar.

Outro fator a ser considerado é que, embora não seja uma regra, o ideal é que o infoproduto tenha um potencial ilimitado de vendas.

Setor alimentício

Um setor que está sempre em alta é o alimentício. Afinal de contas, todo ser humano precisa de comida para sobreviver.

A grande vantagem desse setor é que existem várias maneiras de explorá-lo. Inclusive é um dos nichos mais procurados entre os micro e pequenos empreendedores.

Para iniciar esse tipo de negócio não é preciso investir muito dinheiro. A pessoa pode começar aos poucos, vendendo para a vizinhança e conhecidos, e ir crescendo ao longo do tempo.

Grandes marcas começaram na cozinha de casa. Com um bom planejamento é possível tornar um simples negócio em uma grande potência do mercado.

Não tem ideia do que vender? Veja algumas ideias:

– Bolos, bolo de pote, tortas;

– Doces;

– Salgados;

– Refeições (restaurante, lanchonete, entrega delivery,…)

Essa é uma ideia de negócio que pode contar com um espaço físico, como restaurante, lanchonete, barraquinha, foodtruck, empório, delicatessen, entre outros.

Não deseja investir em um estabelecimento físico? Não tem problema. Poderá contar apenas com o regime de entrega.

Não importa qual seja o meio escolhido, o empreendedor deverá sempre investir na divulgação e estratégias para vendas. Utilize as redes sociais, site, como também os aplicativos de delivery para chegar até o seu público.

Priorize sempre um bom atendimento e a qualidade daquilo que está sendo comercializado, levando em consideração os insumos e a higiene na produção.

Artesanato

Uma das atividades mais antigas no mundo também está em alta. De todos na lista apresentada, é considerado um dos mais em alta em 2022.

A mudança comportamental das pessoas, que estão em busca de produtos menos industrializados, tem levado a um crescimento na procura por itens artesanais.

A preocupação com o meio ambiente também é um fator que vem influenciando na maneira na qual consumimos. Produtos que tenham um valor agregado e, principalmente, com uma proposta ecológica estão entre as principais apostas. Isso inclui artigos de decoração, roupas, acessórios, bolsas e até mesmo alimentos. É uma boa oportunidade de negócio para quem é artesão ou deseja ter uma loja especializada nesses artigos.

Consultoria de marketing digital

Como já mencionamos, o marketing digital é uma forte tendência. Diante disso, cresce a necessidade das marcas e empresas contratarem profissionais especializados nessa área.

Esse é o momento para quem domina o assunto, e possui certa experiência, fazer bons negócios. A pessoa poderá atuar tanto de forma independente, prestando serviços, como também criar a sua própria agência.

As empresas estão cada vez mais contratando consultores de marketing digital. Esse profissional é responsável em orientar na hora de implementar as estratégias de vendas e crescimento na internet.

Ele ajuda as marcas a identificar quais são as melhores oportunidades e quais são os passos necessários para aproveitá-las. Além disso, auxilia na hora de fazer o planejamento para que os objetivos do contratante sejam alcançados.

Sabendo que a demanda ainda é maior que a oferta, a hora de começar é agora! Por que não começar hoje mesmo um negócio de consultoria?

Franquias

Esse pode não ser uma novidade, mas merece uma atenção. O setor de franquias ainda segue como uma boa aposta para quem tem dinheiro para investir em um negócio mais consolidado no mercado.

Depois de uma forte queda em 2020, o setor voltou a reagir positivamente e deve seguir nessa curvatura de crescimento em 2022.

Contudo, esteja sempre atento aos nichos que estão mais em alta.

Educação

Com a pandemia, o ensino passou a ser remoto. Com isso, houve uma queda no desempenho dos estudantes. Para não comprometer o aprendizado, muitos pais resolveram aderir alternativas para reforçar os estudos.

Quem possui experiência nesse ramo poderá investir em uma empresa que prestam o serviço de aulas particulares para crianças e adolescentes. A vantagem é que requer um investimento mais baixo, comparado a outros segmentos, e pode trazer um bom retorno a curto prazo.

Alimentação em casa

Com o delivery em alta, investir em franquias de marcas de alimentos que entregam em domicílio. O investimento inicial varia, começando na faixa dos R$70 mil. O retorno costuma acontecer em um ano.

Farmácias

Um dos setores que mais faturaram nos últimos anos foi o farmacêutico. As redes de farmácias estão querendo ampliar cada vez mais os seus negócios.  Contudo, esse é um dos investimentos mais altos dessa lista. Os valores iniciais ficam em torno de R$200 mil com um retorno médio de dois anos.

Estética

Outro setor que segue em alta é o de estética. A prova disso é que o Brasil está entre os três maiores países do mundo que consomem produtos e serviços de beleza e bem-estar

Veja alguns cuidados que o futuro empreendedor deverá considerar antes:

Mercado: primeiro ponto a ser analisado. Veja se existe público e oportunidades de crescimento. Alguns negócios podem parecer interessantes, mas não ter perspectiva de ampliar a médio e longo prazo. Não cometa o erro de investir pensando em apenas lucrar a curto prazo.

Concorrência: por mais interessante que seja o negócio, veja se ele não está saturado. Estude o mercado para medir a concorrência e também utilize essa pesquisa para analisar os pontos fortes e fracos de cada um para aprimorar a sua empresa.

Capital inicial: saber o quanto tem para investir é importante. Nunca utilize toda a sua renda no início. Tenha sempre uma reserva para caso de emergência ou o negócio não d6e certo. Se descapitalizar no começo pode ser um grande risco. Tenha sempre em mente que o lucro não vem rápido e, portanto, é preciso estar sempre amparado.

Como podemos notar, o ano de 2022 promete muitas novidades e também a consolidação de alguns setores que já vêm demonstrando uma tendência de alta. Esteja sempre atento as promessas do mercado, mesmo que não sejam ligadas ao seu nicho.
Via SEBRAE

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Saiba como preparar a sua empresa para o Natal!

Mais um Natal está chegando e a sua empresa precisa estar preparada para atender bem o consumidor, principalmente por estarmos vivenciando um momento atípico, em tempos de pandemia. Inclusive, essa data comemorativa é considerada a mais importante para o comércio brasileiro. Portanto, você precisa se preparar, concorda?

Afinal, é uma ótima oportunidade para recuperar (pelo menos um pouco) os prejuízos causados pela crise durante o ano. Agora, é momento de focar em criar boas estratégias para vender mais e tornar a sua empresa mais conhecida na sua área de atuação.

Que tal uma ajudinha? Venha conosco e veja algumas dicas importantes para se preparar para vender mais. Vamos lá?

Entre no clima do Natal

Decorar a sua loja física para o Natal é importante para criar um espírito aconchegante e fazer com que o cliente entre no clima da data comemorativa. Invista em papéis de parede, adesivos, objetos decorativos, luzinhas e, quem sabe, até mesmo o uniforme da equipe.

Da mesma maneira, decore as redes sociais e todas as plataformas digitais com templates natalinos. Essa apresentação visual é bacana para mostrar que a sua empresa tem um bom planejamento e está bem preparada para atender bem o consumidor.

Treine a sua equipe

A sua equipe precisa atender muito bem o seu consumidor. Estratégias de customer success, ou sucesso do cliente, podem ser implementadas para ajudar a conduzir o consumidor pela jornada de compra com mais facilidade.

Além disso, muitas pessoas ficam indecisas sobre o que comprar de presente para alguém querido. Então, a sua equipe deve ser expert para lidar com essa situação e fechar as vendas de uma forma estratégica.

Invista no marketing

Apostar no poder do marketing é importante para manter o seu consumidor mais perto da sua marca. Então, invista em um ótimo calendário de conteúdo personalizado e com postagens criativas e incríveis.

Vale ressaltar que as campanhas precisam ser mais emocionantes e envolventes. Afinal, o Natal é uma época do ano que traz uma reflexão sobre todos os acontecimentos do ano, pois é momento de retrospectiva. Então, você pode falar sobre paz, esperança, família, companheirismo, amizade etc.

Portanto, crie ações envolventes para divulgar nas redes sociais, nos e-mails, no site da sua empresa, por SMS, WhatsApp e todos os canais que a sua marca utiliza para se relacionar com o público.

Via Algar Telecom.

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Dicas para queimar o estoque de Black Friday!

Ter muitos produtos encalhados no estoque reflete, muitas vezes, um mal desempenho nas vendas durante um determinado momento. A Black Friday ano após ano tem crescido seus números no Brasil. As empresas investem pesado em marketing, logística e em cargas de novos produtos para garantir o suprimento da demanda em um período com alto potencial de aumento de consumo.
Contudo, enfrentamos um ano de desaceleração na economia, e principalmente um e-commerce novo que ainda não testou seu potencial inteiramente, pode acabar sofrendo com produtos que não venderam. É um problema bem comum.
A solução é transformar o problema da falta de movimentação nas vendas em novas oportunidades. Criamos uma pequena lista com 5 maneiras para você comercializar os produtos encalhados depois da Black Friday.

Cyber Monday

É, sabemos que para este ano já passou (alguns sites estão fazendo uma Cyber Week), mas a Cyber Monday que passou a ser adotada no Brasil desde 2012, traz muito deste conceito, limpar os estoques. Ela ocorre toda segunda-feira após a Black Friday. A diferença é que na Cyber Moday somente as lojas virtuais participam e é normalmente focada na categoria de Eletrônicos.
No Brasil os descontos chegam até 80% e geralmente são comercializadas as ofertas que não vingaram na Black Friday. Essa é uma ótima chance para voltar a movimentar o estoque. Um trabalho de marketing para alertar os consumidores é importante para mantê-los informados sobre os descontos do Cyber Monday.
É preciso ter cuidado com a escolha dos produtos a serem ofertados e no valor das ofertas. Cliente nenhum irá gostar de saber que um produto comprado na Black Friday aparece com um desconto ainda maior na Cyber Monday.

Faça promoções

Independentemente da Cyber Moday ou qualquer outra data comemorativa, você pode realizar promoções e liquidações para chamar a atenção do público para as ofertas disponíveis. Uma dica é aproveitar um dia que nenhum concorrente direto da sua empresa esteja oferecendo descontos. Promoções relâmpagos também costumam funcionar bem.
Você pode usar as promoções e comercializar os produtos não só para fazer lucro. É possível separar parte do estoque e criar concursos ou sorteios que estimulem o engajamento do público com a sua marca de alguma maneira. Assim, mesmo perdendo em receitas, você pode expandir o alcance da sua marca, tornando-a mais presente na vida dos consumidores e fazendo com que mais pessoas conheçam. Pense que você está investindo o valor do produto-prêmio em propaganda.
Isso pode gerar um bom retorno em médio prazo, já que esse tipo de estratégia envolve um público maior. Mesmo que não estejam dispostos a comprar no momento, muitos desses consumidores podem lembrar da sua empresa no futuro.

Economize e reserve para o Natal

A vantagem da Black Friday é que ela é realizada a menos de um mês do Natal, outra data que movimenta o comércio eletrônico. Logo, há de se imaginar que muitos dos produtos preparados para o primeiro evento venham a servir para o segundo.
Não é o cenário ideal e nem deve ser realizado com todo o estoque. Mas parte dele pode ser aproveitado para voltar a ser comercializado no Natal.

Estabeleça acordos com outras lojas e fornecedores

Essa é uma outra solução bem viável. Existem várias empresas, que trabalham com a revenda de produtos encalhados em estoques de outras empresas. As renegociações dessas ofertas por meio desse tipo de parceria são boas para a empresa, intermediário e consumidor final.

Elabore kits para venda

Outro modo para se livrar do estoque encalhado é fazendo combinações de produtos similares ou complementares. Com um desconto perceptível, esse tipo de oferta pode ser bem recebida pelos consumidores.
Por exemplo, um e-commerce de moda e vestuário pode criar um kit com calça, sapato e camisa polo selecionado diretamente do estoque.
Só tenha o cuidado de não praticar venda casada — quando um produto só pode ser comprado se for junto com outro —, pois isso é crime.
De fato, se livrar de produtos encalhados não é fácil. Uma oferta que não atrai a atenção do consumidor, principalmente em uma data onde o movimento no comércio eletrônico é maior, dificulta as coisas. Mas acredite, usando a criatividade e pensando em outras formas de gerar algum ganho com essas mercadorias, sua empresa poderá obter bons resultados.
Você tem alguma sugestão para comercializar as possíveis ofertas encalhadas?

Via Profissional de E-commerce

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Black Friday 2021: os direitos do consumidor na hora da compra.

No dia 26 de novembro, acontece a tão esperada Black Friday 2021. Com isso, vale a pena conhecer os direitos do consumidor na hora da compra. Veja os principais a seguir!

Certamente, a Black Friday é um dos eventos mais esperados do ano. Afinal, essa é uma oportunidade excelente de conseguir comprar produtos com preço acessível.

Em 2021, o evento acontece no dia 26 de novembro. No entanto, o consumidor começa a se preparar para as promoções com antecedência. Do mesmo modo, algumas empresas lançam ofertas nas semanas que antecedem a Black Friday.

Com isso, vale a pena conhecer os principais direitos do cliente na hora da compra. Em seguida, confira mais!

Quais são os principais direitos do consumidor na Black Friday?

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Neotrust/Compre&Confie, a Black Friday 2020 rendeu cerca de R$ 5,1 bilhões em 7,6 milhões de operações no comércio online. Nesse sentido, houve um aumento de 31% nos negócios considerando o faturamento de 2019.

Entretanto, o consumidor deve ficar atento na hora da compra, pois algumas marcas podem se aproveitar para tirar vantagem. Assim sendo, saiba os principais direitos do consumidor na Black Friday. Todos são garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).

1 – Direito à informação

Em primeiro lugar, as empresas devem ser claras e objetivas na hora de ofertar um produto, utilizando a língua portuguesa de forma correta.

É responsabilidade da empresa informar todos os dados do produto: preço, característica, quantidade, composição, garantia, origem, prazo de validade, assim como possibilidade de risco, quando for o caso.

A propaganda enganosa é considerada crime. Ou seja, a empresa não deve aumentar o preço do produto às vésperas do dia da promoção, por exemplo.

Outro ponto é que o cliente tem o direito de exigir o valor do objeto com desconto caso ele não consiga finalizar a compra por causa do site travado.

2 – Emissão de nota fiscal

Sem dúvida, a nota fiscal é direito total do consumidor. Esse documento garante, então, o direito do consumidor caso o produto apresente algum dano ou aconteça outro tipo de problema.

Aliás, o não fornecimento da nota fiscal é considerado um crime de sonegação fiscal, o qual prevê punição com prisão.

3 – Direito de arrependimento

É importante informar que o consumidor tem o direito de cancelar a compra mesmo que o produto não apresente nenhum dano. O cliente pode se arrepender e, assim, devolver o produto comprado pela Internet, catálogos ou telefone.

Nesses casos de compra não-presencial, o prazo para realizar a devolução é de até 7 dias corridos a partir da data do recebimento do produto.

Embora algumas lojas tentem argumentar que não adotam tal política, o consumidor tem o direito de arrependimento garantido por lei.

4 – Entrega no prazo

Ainda assim, uma das questões mais importantes para o consumidor é a entrega no prazo. Tendo em vista o grande fluxo de compras na Black Friday, eventualmente podem ocorrer atrasos.

No entanto, também é obrigação da empresa garantir a entrega dos produtos no prazo estabelecido, mesmo se houver uma greve dos Correios, por exemplo.

Se a entrega da compra atrasar, o cliente tem o direito de solicitar imediatamente a entrega forçada. Além disso, há mais duas opções, nesse caso: desistência da compra com reembolso integral do valor ou aquisição de um produto similar.

No caso de compras em lojas físicas, não esqueça de solicitar o prazo da entrega na nota fiscal. Para compras via internet, tire print da informação do prazo da entrega.

5 – Produto com defeito

No caso de produto com defeito, o consumidor tem até 30 dias para solicitar o conserto. A solicitação deve ser feita para a loja e/ou fabricante.

Quanto ao prazo, o tempo é estendido para 90 dias caso o produto seja durável. Isto é, quando o item não se acaba no primeiro uso.

Se o vendedor não atender o prazo do conserto, atenção: o consumidor deve exigir imediatamente a troca por outro produto. Por sua vez, esse item deve estar em perfeitas condições. A outra solução é solicitar a devolução integral do valor pago ou, enfim, um desconto que seja proporcional ao preço.

O que fazer no caso de violação dos direitos do consumidor na Black Friday?

Ainda assim, pode ser que os direitos sejam violados. Se acaso você não conseguir resolver o problema ou negociar, deve acionar o Instituto de Defesa do Consumidor (Procon)

Dessa forma, basta fazer uma ligação grátis para o número 151. Por outro lado, você pode comparecer pessoalmente em um dos endereços do órgão.

O consumidor também pode entrar com uma ação na Justiça, caso se sinta prejudicado. Então, se o valor da causa for menor que 20 salários-mínimos, não precisará de advogado. Do mesmo modo, o Ministério Público pode promover a ação se a violação dos direitos for coletiva.

Via fashion bubbles

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