8 dicas para converter leads em clientes.

O desafio de converter leads em vendas muda de negócio para negócio, já que considera as suas particularidades.

No entanto, há estratégias consideradas como obrigatórias seja qual for a sua empresa.

E é sobre elas que iremos falar agora.

1 – Conheça a sua persona

A persona é uma representação fictícia do perfil ideal de cliente. A sua construção depende de um estudo que considera hábitos, costumes, interesses e características específicas do seu público-alvo. Faixa etária, localização, gênero, escolaridade, faixa de renda, entre outras informações, fazem parte desse processo.

Mas por que você precisa conhecer as suas personas?

A resposta é simples: todas as estratégias de marketing e de vendas precisam ser elaboradas tendo como base as características delas.

Por exemplo, em quais canais na internet a sua persona é mais facilmente encontrada? Isso define onde você deve estar. Nunca esquecendo que, para que ela seja convertida em lead, é preciso que ocorra o contato inicial – o que pode acontecer em uma rede social ou no seu blog, por exemplo.

Outra questão importante é a mensagem que vai transmitir a essa persona é como fará isso.

Você precisa considerar a linguagem mais adequada ao público.

Resumindo, então, conhecer a persona é o que aproxima você de uma estratégia mais bem-sucedida no que diz respeito a localizar o potencial cliente e ser mais assertivo no contato com ele.

2 – Qualifique seus leads

Como você já sabe, assim que o potencial cliente entra para a sua base de contatos, ele se torna lead.

A partir daí, o seu desafio é conduzir esse lead pelo seu funil de vendas, avançando até que esteja pronto para concretizar uma compra. Esse esforço depende de um processo que se chama qualificação ou nutrição de leads.

Ou seja, é preciso instigá-lo a saber mais sobre a empresa e as soluções que ela oferece.

Há necessidade de se posicionar como a resposta ideal para uma necessidade específica dele e, assim, aproximá-lo daquele que é o seu objetivo: a realização da venda.

Nutrir um lead depende de oferecer a ele mais conteúdo útil e relevante, o que pode ser feito a partir de novos artigos de blog, de material enviado por uma newsletter ou por ações de e-mail marketing.

Se você conhece bem as características de suas personas, a qualificação do líder será um processo muito mais simples.

 

Afinal, dessa forma, vai saber exatamente qual mensagem e por qual meio deve ser transmitida, de modo que o aproxime do desfecho do negócio.

3 – Crie fluxos de nutrição de emails

Esta dica é complementar ao que acabamos de destacar. Quando você tem uma estratégia de e-mail marketing, precisa definir disparos periódicos, de modo que o lead não desvie o seu foco da necessidade de consumo e muito menos deixe de cogitar a sua solução como a ideal para ele.

Então, a nutrição por e-mail tem dois desafios: a qualidade do conteúdo entregue ao lead e a periodicidade do envio.

Particularmente sobre essa última questão, é muito importante se manter vivo na mente no potencial cliente, mas ter cuidado para não ser invasivo.

4 – Mostre os benefícios que seu produto/serviço irá trazer para o cliente

O cliente precisa se sentir em vantagem no processo, pois só realiza uma compra quando percebe valor nessa operação. Portanto, ainda que ele esteja ciente de um gasto, é necessário que veja como um investimento, tendo a certeza de que vai apostar em um produto ou serviço que solucionará uma necessidade de consumo bem identificada.

Aqui, o seu desafio é enaltecer os diferenciais daquilo que a sua empresa oferece. Ou seja, convencer esse lead de que a sua solução é mais vantajosa do que qualquer outra que ele encontre no mercado.

Você tem aí uma boa dica sobre qual tipo de conteúdo oferecer em suas estratégias de marketing. Seja por e-mail marketing, post em blog, publicações em redes sociais ou qualquer outra tática, enalteça os benefícios e as vantagens para o cliente de escolher a sua empresa.

5 – Use excelente CTAs

CTA é a sigla para Call to Action, que nada mais é do que uma chamada à ação. Trata-se de um convite para que o usuário faça um movimento previsto dentro de uma estratégia de marketing.

Pode ser assinar uma newsletter, baixar um material rico, como e-book ou infográfico, entre outras opções. Assim que você mapear os conteúdos que mais interessam às suas personas, usar o CTA é uma ótima maneira de capturar e nutrir leads.

O CTA pode aparecer na forma de links, banners, botões, entre outras alternativas. Deve ter linguagem objetiva, chamadas curtas e instigantes, além de cores escolhidas especialmente para atrair a atenção do usuário e tirá-lo da zona de conforto.

Ao criar excelentes CTAs, você aumenta muito as chances de atrair potenciais clientes para o seu funil de vendas, assim como convencê-los a dar um próximo passo, quem sabe até mesmo realizando uma compra.

6 – Invista no follow-up

Como acabamos de destacar, um cliente jamais pode se sentir usado para gerar uma venda.

Isso vale tanto para aqueles que ainda não concretizaram um negócio quanto para outros que já são clientes da sua empresa. Quanto mais atenção você der a consumidores que já negociaram com você, mais satisfeitos eles ficarão. Isso os aproxima de uma nova compra, mas, principalmente, serve de incentivo para que eles façam uma propaganda positiva da sua empresa.

Caprichar no follow-up, portanto, ajuda tanto a fidelizar consumidores quanto a atrair novos, o que é uma consequência do seu aprendizado sobre como converter leads em vendas.

7 – Faça seus leads se sentirem especiais

Para que eles se convertam em vendas, você não pode tratar todos da mesma forma.

A verdade é que, dependendo da fase em que se encontram, você deve propor abordagens específicas. Quanto mais personalizado parecer o atendimento e o contato com esse potencial cliente, mais especial o lead vai se sentir.

É imprescindível mostrar preocupação em solucionar uma demanda do usuário. Isso aparece na abordagem persuasiva sobre a qual já falamos. Mas é possível ir além e proporcionar a oportunidade perfeita para que o lead concretize uma compra.

Leads posicionados mais ao fundo do funil de vendas aguardam uma oportunidade ideal para fechar o negócio.

Pode ser uma promoção exclusiva com desconto atraente, um evento especial, algo que desperte nele o senso de urgência e de escassez.

Enfim, as possibilidades são muitas e cabe a você considerar aquilo que mais agrada às suas personas para que a estratégia seja finalizada com sucesso.

8 – Mensure todo o processo

Se você lê com frequência materiais sobre marketing, já deve ter identificado por diversas vezes a necessidade de definir métricas. Afinal, o que não pode ser medido, não há como gerenciar.

Vale também para aprender como converter leads em vendas. Todo o seu processo da captação do lead até o pós-venda precisa ser monitorado e mensurado.

Há vários indicadores que podem ser utilizados nas suas diferentes fases, como a taxa de conversão, custo de aquisição de clientes, custo por lead, entre outros.

O importante é ler mais sobre cada uma dessas métricas e identificar de que forma elas podem contribuir com a sua estratégia.

Com os resultados obtidos, você consegue fazer ajustes que tornam o processo de conversão de leads em vendas mais rápido e facilitado.

São informações importantes para otimizar a sua abordagem.

Via Klickpages

Learn More

Como registrar e legalizar uma empresa!

O primeiro passo para o sucesso ao registrar uma empresa (seja ela física ou virtual) é certamente o planejamento. É muita burocracia envolvida: vários documentos são pedidos, várias condições são exigidas.
Sem um plano para lidar com tudo isso, você provavelmente acabará dando voltas e voltas para levar documentos novamente ou para atender todos os requisitos de alguma etapa.
Por isso, propomos a criação de um plano de ação, que é estipulado nos quatro primeiros tópicos. Esses são os momentos em que há os maiores problemas no registro da empresa. Planeje bem esses momentos e não haverá muita preocupação.
Então, é só dar início à papelada e se preparar para uma longa jornada:
1. Como registrar uma empresa: Escolha da modalidade jurídica de empresa a ser adotada
Todo o seu caminho burocrático depende de qual será a constituição jurídica de sua empresa. Há alguns modelos, como o Microempreendedor Individual, cuja burocracia é facilitada para aumentar a formalização.
Por outro lado, há as sociedades anônimas que exigem uma burocracia substancialmente maior. A pergunta essencial nesta fase é: iniciarei a empresa individualmente ou terei alguns sócios?
Como registrar uma empresa individual
Nas modalidades individuais, a pessoa irá exercer em nome próprio a atividade empresarial. Nesse caso, não há uma separação do patrimônio da pessoa física e da pessoa jurídica, podendo o patrimônio daquela responder ilimitadamente pelas obrigações contraídas pela empresa.
Serão três as possibilidades de enquadramento em empresas individuais e elas dependem somente do faturamento da empresa:
Microempreendedor individual (MEI)
Microempresa (ME)
Empresa de pequeno porte (EPP)
Se você iniciar sua atividade como MEI, você obterá diversas vantagens, pois há diversas ações governamentais de incentivo, como opções facilitadas de micro-crédito e menor burocracia.
No entanto, essa opção só será viável se você mantiver o faturamento anual sempre inferior a R$ 60.000,00. Caso contrário, você irá automaticamente migrar para a modalidade “Microempresa”.
Uma grande vantagem de todas as empresas individuais é o Simples Nacional, um regime tributário simplificado que centraliza o recolhimento de vários tributos, diminuindo a burocracia tributária.

Como registrar uma empresa societária
Sociedade Limitada
É o tipo de sociedade mais comum, adotado, principalmente, por pequenas e médias empresas. Com uma constituição mais simples. Nela, os sócios só respondem de acordo com o valor das suas quotas integralizadas.
Seu ato constitutivo inicial é o Contrato Social, que deve ser registrado na junta comercial, estipulando as quotas mínimas de responsabilidade, não havendo um capital mínimo estipulado em lei. Assim, teoricamente, é possível iniciar uma empresa com quotas de responsabilidade de R$ 1,00.
A integralização do Capital social não exige valores em espécie, podendo ser contabilizados quaisquer bens suscetíveis de avaliação financeira.
Sociedade anônima
Esse tipo de sociedade é um pouco mais complexa, visto que divide o capital social em ações. A responsabilidade dos sócios e dos acionistas limita-se ao preço de emissão das ações adquiridas.
O ato constitutivo inicial é o Estatuto Social, cujo registro também ocorre na junta comercial. Nelas, o capital social também pode incluir qualquer tipo de bem suscetível à análise financeira.
No entanto, aqui, as coisas são um pouco mais complexas, pois é necessário que um perito avalie os bens.
Sociedade em nome coletivo
Tem os requisitos de registro muito semelhantes às sociedades limitadas. Entretanto, aqui, há uma diferença importante: todos os sócios irão responder solidária e ilimitadamente pelas obrigações civis.
Sociedade em comandita simples
Também com constituição semelhante às sociedades limitadas. Nelas, há tantos sócios comanditados, que respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações contraídas pela empresa quanto sócios, e sócios comanditários, respondendo somente pela quota investida.
Sociedade em comandita por ações
Nesse caso, os atos constitutivos iniciais são os mesmos das sociedades anônimas. Os comanditários são substituídos pelos acionistas.
Sociedade cooperativa
Rege-se com as mesmas regras das sociedades limitadas. As cooperativas não estão sujeitas à falência e buscam prestar serviços em favor de seus associados, não tendo, portanto, finalidade lucrativa própria.

2. A escolha do nome da empresa
Colocamos a escolha do nome da empresa em primeiro lugar, pois consideramos que um nome inadequado pode trazer entraves por um motivo relativamente banal.
Quando sua empresa estiver constituída, o nome se tornará a Razão Social. Ela deve ser exclusiva! Assim, se outra empresa tiver a mesma Razão Social, outro nome deverá ser escolhido.
Imagine uma empresa com mais de um sócio. Caso o nome escolhido não seja permitido, haverá necessidade de outra reunião para a definição do nome.
Por isso, sugerimos que haja uma lista com diversos nomes possíveis como alternativas no momento do registro. É interessante dar uma pesquisada em catálogos e na internet para poupar tempo.
As consultas oficiais poderão ser feitas na Junta Comercial ou no banco nacional de marcas do Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
Aqui vai uma dica para as suas futuras ações de marketing: escolha um nome que ainda não tenha algum domínio na internet. O ideal é que seu website tenha o mesmo nome de sua empresa, acrescido das terminações “.com” ou “.com.br”.
Será assim que seu cliente em potencial procurará o site caso ele não tenha encontrado nenhuma outra pista.
3. Defina a atividade de sua empresa
Para elaborar o contrato social, sua empresa deverá indicar em que ramos ela irá atuar, pois a regulação e a tributação seguintes dependem da definição desse aspecto.
O principal instrumento neste momento, é o CNAE – a Classificação Nacional de Atividades Econômicas. A lei estabelece que é função do CNAE a “padronização nacional dos códigos de atividade econômica e dos critérios de enquadramento utilizados pelos diversos órgãos da Administração Tributária do país”.
4. Estabeleça a localização
A localização da empresa não é importante somente para o sucesso da sua empresa, ela é essencial para obter o registro. Em seu município, provavelmente, deve haver determinadas restrições quanto à atividade empresarial em alguns locais.
Além disso, não é toda atividade que pode ser exercida em qualquer local. O Código de Posturas do seu município, provavelmente, veda alguns tipos de atividades em determinados locais com o objetivo de proteger os moradores e manter a ordem pública.
Por isso, você deve sempre conferir se há alguma vedação para a instalação de seu empreendimento em determinado local.
5. A elaboração do contrato social
Esses elementos anteriores serão todos essenciais no momento de se elaborar o contrato social. A partir do registro desse instrumento, sua empresa irá ganhar vida.

Apesar de haver diversos modelos de contrato social disponíveis na internet, consideramos essencial a consulta a um contador ou advogado especializado em empresas para que o contrato seja personalizado de acordo com as necessidades reais de seus sócios e da futura empresa.
As seguintes informações são essenciais para a minuta do contrato social:
A localização precisa da empresa, com CEP; As atividades da empresa; A Razão Social exclusiva
Nome fantasia (opcional); Capital social e respectivas quotas para cada sócio; Forma de administração da sociedade; RG, CPF e residência de cada Sócio; Para o MEI, basta preencher as informações constantes no site do Microempreendedor Individual. Somente é necessária a exatidão nas informações a respeito da pessoa física que irá constituir o MEI, como declaração do imposto de renda ou número do título de eleitor, RG e CPF.
Não haverá, portanto, necessidade de contrato social em nenhuma modalidade de empresa individual.
6. Registro do nome
Caso sua empresa opte por divulgar o nome da marca, é necessário que o nome fantasia seja registrado em órgão oficial para evitar disputas legais. Os passos são os seguintes;
Verifique a existência de uma empresa homônima no INPI
Determine as atividades econômicas da sua empresa por meio dos códigos fornecidos pelo CNAE-IBGE
Faça o cadastro online do nome fantasia no site do INPI
Faça o registro o logotipo, caso haja algum, enviando a imagem para o website
Por fim, pague as guias indicadas pelo CNAE
7. Registro na Junta Comercial
Esse é o ato que dá validade jurídica à empresa. Ele se equivale à certidão de nascimento das pessoas físicas. O contrato social deve ser impresso em três vias de papel A4.
Cada sócio deverá rubricar todas as páginas, exceto a página de assinaturas. Esta deverá conter a assinatura de todos os sócios de acordo com RG.
Então, você deverá efetuar alguns cadastros na Junta Comercial e na Receita Federal. Eles também deverão ser assinados pelos sócios ou representantes, que deverão ter firma reconhecida em cartório.
Por fim, você juntará esses formulários e o contrato social com os seguintes documentos:
Duas cópias autenticadas do RG e CPF de cada sócio
Uma cópia autenticada do comprovante de residência de cada sócio. Atenção, é necessário que esse comprovante tenha sido emitido há, no máximo, três meses
Requerimento padrão (Capa da junta comercial) em uma via
Ficha de Cadastro Nacional modelo 1 e 2 em uma via
Capa do IPTU da sede da empresa
Pagamento dos guias de recolhimento de taxas – os DARFs.
8. Recebimento do NIRE e obtenção do CNPJ
Assim que a Junta Comercial aprova seus documentos, ela irá fornecer o NIRE – o Número de Identificação do Registro da Empresa. A partir desse momento, sua empresa ja existe.
O passo seguinte, a obtenção do CNPJ, é o seu registro como contribuinte da Receita Federal para pagar tributos essenciais ao funcionamento de sua empresa.
Você deverá fazer o cadastro do NIRE no site da Receita Federal a fim de fazer a inscrição do seu CNPJ, que é bem simples.
9. Inscrição Municipal e Estadual
Então, se você for uma prestadora de serviços ou comercializador de produtos, você precisará fazer a inscrição municipal. A inscrição é individual para cada uma dessas atividades.
Portanto, se você tanto prestar serviços quanto comercializar produtos, você precisará fazer uma dupla inscrição.
O rito é diferenciado para prestadores de serviços e dos comerciantes de produtos no caso da Inscrição Estadual:
Prestadores de serviços
Quem for prestador de serviço, precisará do alvará de funcionamento, que é a permissão da prefeitura para o estabelecimento e funcionamento de instituições comerciais em determinado local.
Para tal, são necessários os seguintes documentos:
Formulário próprio da prefeitura; Consulta prévia de endereço aprovada; Cópia do CNPJ
Cópia do contrato social; Laudos dos órgãos de vistoria, se necessário;
Comerciantes de produtos
Além do alvará de funcionamento, as empresas que comercializam produtos precisam de cadastro para obtenção da Inscrição Estadual na Secretaria Estadual da Fazendo para se tornarem contribuintes do ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços).
Os documentos necessários são os seguintes:
DUC (Documento Único de Cadastro) – em três vias; DCC (Documento Complementar de Cadastro) – em uma via; Cópia autenticada do comprovante de endereço dos sócios; Cópia autenticada que prove direito de uso do imóvel (contrato de locação ou escritura); Número do cadastro fiscal do contador; Comprovante de contribuinte do ISS (para as empresas prestadoras de serviço); Certidão Simplificada da Junta Comercial (para empresas constituídas há mais de três meses); Cópia do ato constitutivo; Cópia do CNPJ; Cópia do alvará de funcionamento; Cópia do RG e CPF dos sócios
Alguns Estados possuem todo esse processo informatizado ou, então, possuem convênio com a Receita Federal, permitindo a obtenção da Inscrição Estadual juntamente com o CNPJ.

10. Faça o cadastro na previdência social
Após as etapas anteriores, sua empresa estará pronta para o funcionamento. Todavia, há ainda algumas etapas essenciais:
Cadastro na Previdência social: é necessária para a contratação de funcionários. Ela deve ser obtida independentemente do fato de sua empresa possuir ou não funcionários no momento. É a garantia do Estado de que você irá pagar as obrigações trabalhistas e os respectivos tributos.
Você deverá buscar a Agência da Previdência de sua jurisdição para cadastrar a empresa e todos os responsáveis legais por ela. Atenção, você deverá efetuar esse registro em até 30 dias após o início das suas atividades.
Aparato fiscal: agora é o momento de solicitar a autorização para a impressão das notas fiscais e a autentificação dos livros fiscais. Essa é uma atribuição municipal, na maioria dos casos.
Empresas de indústria e comércio deverão também fazer esses procedimentos na Secretaria de Estado da Fazenda.
Com essa última etapa concluída, sua empresa estará em completa legalidade e não precisará temer a interrupção estatal do seu funcionamento. É uma etapa exaustiva e extremamente burocrática. Então, se prepare para um pouco de exaustão, que pode ser facilitada caso você tenha um aconselhamento correto.

Via Rock Content

Learn More

8 técnicas para cobrar o seu cliente

É evidente o quanto é preciso saber como cobrar um cliente educadamente, porém, saiba que é imprescindível saber negociar. Quando falamos em cobrar, estamos falando em pedir por algo que nos é devido. Já, negociar, se trata de fazer um acordo que haja interesse em ambas partes.

Por essa razão, quando cobrar não for a solução, saiba negociar. Deixe que o acordo seja, também, de interesse do seu cliente. Mostre os benefícios que ele terá, caso quite a dívida. E mais, crie vantagens reais, como: dar descontos, fazer parcelamentos, aceitar diversas formas de pagamentos e etc.

Técnicas para cobrar e negociar com um cliente

1 – Cobre!

O consumidor tem sim os seus direitos, mas você, empresário ou gerente, também tem os seus e cobrar por uma venda ou um serviço não pago é um deles. Por isso, ficar adiando a cobrança por medo ou, até mesmo, deixar de efetuá-la, é um dos piores erros.

A verdade é que alguns clientes só irão pagar se houver uma cobrança. Além disso, quanto mais a dívida se prolonga, mais o cliente se acostuma com ela e menores são as chances de ele vir a quitá-la. Então, não adie mais, comece a cobrar os inadimplentes.

2 – Faça os primeiros contatos de forma impessoal

Cada atraso tem um motivo e nem sempre ele é um sinal de que o cliente é mal-intencionado ou não irá mais pagar. Por isso, o primeiro contato relatando o atraso deve servir apenas como forma de aviso ou lembrete, até porque o esquecimento pode ser um dos motivos do não pagamento.

3 – Ouça o cliente

Todo mundo tem problemas ou imprevistos e, muitas vezes, um atraso pode ser decorrente disso. Por isso, seja compreensivo e demonstre que você se importa. Ouça o que o seu cliente tem a falar e respeite os seus problemas. Se necessário, marque uma data para retornar o contato.

4 – Utilize lembretes

Essa é uma ótima técnica, pois avisa o cliente sem ser invasivo. Basta enviar lembretes por SMS ou e-mail, ou seja, mensagens de cobrança, apenas informando o atraso da dívida. Nesse método, o cliente não esquece da dívida e, se for bem-intencionado, começa a pensar em formas de quitá-la.

É um bom jeito de prepará-lo para uma ligação ou um contato mais pessoal. Contudo, é quase impossível parar, todos dias, para enviar mensagem aos inadimplentes. Por isso, a melhor forma é adotar um sistema de cobranças, que faça esse serviço por você.

5 – Organize-se

Cobrar um cliente que já efetuou o pagamento ou, simplesmente, só notar um inadimplente depois de meses de dívida, obviamente, não é bom para o seu negócio. Pensando nisso, organize-se!

Com os relatórios de contas a receber da SmartPOS você tem estas informações sempre atualizadas e organizadas, facilitando o seu dia a dia e evitando erros.

https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.netpos.smartpos

6- Ofereça soluções

Provavelmente, o cliente apresentará alguns problemas porque não consegue pagar a dívida. Nessa hora, você precisa apresentar soluções. Lembre-se de negociar e ceder, se for necessário. É melhor entrar em um acordo do que não receber.

7 – Evite métodos de cobranças ultrapassados

Ligar milhares de vezes para um cliente inadimplente não é a melhor opção. Isso porque ele pode bloquear o seu número, parar de atender números desconhecidos ou, mesmo, mudar de telefone. Nesse caso, ele não irá, sequer, ouvi-lo e, assim, ficará impossível uma negociação.

Encher sua caixa de correio com correspondências, também, não é a melhor maneira, além de sair caro. Com a evolução da tecnologia, ficou mais fácil entrar em contato com o devedor, de um jeito amigável. Por isso, não gaste tempo e dinheiro com métodos ultrapassados.

8 – Entenda como abordar o cliente nos diferentes meios de comunicação

Com o uso da internet, está cada vez mais fácil entrar em contato com qualquer pessoa, mas é preciso saber qual a melhor abordagem para cada plataforma e saber como cobrar um cliente por e-mail, por sms, por telefone ou, até mesmo, por WhatsApp.

Por isso, não utilize o mesmo texto ou a mesma forma de contato em todas as redes de comunicação, crie um jeito especial em cada uma delas:

SMS

As mensagens SMS são ótimas para mandar um aviso impessoal e para lembretes frequentes. O texto deve ser formal e objetivo.

E-mail

Um e-mail é uma ótima forma para um primeiro contato impessoal, mas também é uma plataforma interessante para mandar opções de negociações, como descontos e vantagens para o cliente, caso ele quite a dívida.

Nesse contato, seja direto, mas aproveite para colocar mais informações e argumentações, a fim de tentar uma negociação.

WhatsApp

Esse é um contato que precisa de bastante atenção, pois há diversas formas de usá-lo. Pode ser usado para avisos e lembretes, como também pode servir para uma conversa mais pessoal e amigável.

É, também, um local interessante para apresentar benefícios em quitar a dívida (como descontos) e iniciar uma negociação. Porém, tome cuidado para não ser invasivo.

Ligação

Essa é uma forma clássica, que pode funcionar, no entanto, é preciso cuidado para não exagerar, já que, caso isso aconteça, o cliente pode passar a não atendê-lo mais. Tente conversar com boas argumentações e soluções para o cliente, como parcelamento da dívida, por exemplo.

 

Lembre-se: não tenha medo de cobrar o que é seu por direito, entretanto, seja maleável e busque negociações eficientes.

Via Cobre Fácil

Learn More

5 dicas para precificação dos seus produtos

A formação de preços é um processo que exige estudo e dedicação e é composto por algumas variáreis que podem ser a chave do sucesso do seu negócio.

Ele depende de algumas coisas, como os custos envolvidos, a percepção de valor dos clientes e o preço praticado pelos concorrentes. Também é possível trabalhar com cálculos mais avançados, como o markup, que é aplicado sobre o custo do produto.

Em essência, a formação de preços depende de três principais coisas: seus clientes, seus custos e seus competidores. Analisá-las é 2/3 do caminho. Mas também é imprescindível entender a estratégia do seu empreendimento e como o preço se encaixa nela, entre outras coisas.

Algo importante é compreender que formação de preço não é algo complexo. Mesmo as técnicas mais avançadas lidam apenas com as quatro operações básicas (adição, subtração, multiplicação e divisão). Portanto, você não deve ter medo. Veja nossas 5 dicas, agora.

1 – Conheça os custos e as despesas envolvidas

Para vender qualquer produto, você tem custos e despesas. São itens necessários à aquisição ou manutenção do produto no seu estabelecimento, até que ele seja vendido para o cliente final. Ao entender esses itens, fica mais fácil formular seu preço de venda.

Todo gasto necessário à aquisição ou produção do item vendido é chamado de custo. Sendo assim, é algo que está diretamente ligado ao seu produto. Sem ele, o produto não existiria. O valor pago ao seu fornecedor é o melhor e mais simples exemplo de custo.

Você também tem despesas. São gastos indiretos, mas necessários à comercialização ou manutenção do seu produto. Despesas com marketing, vendas e cumprimentos legais são bons exemplos. Se você considera os custos e não as despesas, pode ter problemas.

2 – Conheça a percepção de valor dos seus clientes

Uma coisa muito importante é a percepção de valor do cliente. Em essência, é o quanto o consumidor acha que o seu produto vale e está disposto a pagar. Se o seu preço não estiver dentro da percepção de valor do comprador, ele dificilmente será vendido.

Há muitas formas de avaliar essa percepção. A mais simples é literalmente perguntar o quanto seus clientes estão dispostos a pagar. Outra opção é verificar como a variação dos preços aumenta ou diminui a demanda dos clientes pelo seu produto, em certo período.

Algo importante é entender que você pode usar essa percepção a seu favor e fazer com que seus clientes se disponibilizem a pagar um pouco a mais. Uma marca premium, uma embalagem atraente e um atendimento personalizado elevam a noção de valor.

3 – Avalie se sua estratégia é de margem ou giro

A diferença entre o custo do seu produto e o preço de venda é chamada de margem. Sendo assim, se você compra algo por R$50,00 e vende por R$100,00, tem uma margem de 50%. O ponto é: qual é a margem ideal? Quanto maior, melhor? Isso depende muito da sua estratégia.

Algumas empresas ganham na margem. Ou seja, elas conseguem obter uma margem muito alta na venda de cada produto, mesmo que isso signifique vender com pouca frequência. As joalherias funcionam assim, e as concessionárias também. O ganho está na margem.

Outras empresas ganham no giro do produto (frequência de venda). Elas trabalham com uma margem muito apertada, mas vendem com muita frequência e ganham no acumulado. Bons exemplos são postos de combustível e redes de supermercado. O ganho está no giro.

Avalie qual é a melhor alternativa para a sua empresa — a margem, o giro ou um misto dos dois (um meio-termo). Isso certamente vai influenciar o preço do seu produto, seja tornando-o maior ou menor. É preciso ter clareza sobre onde está seu ganho: na margem ou no giro.

4 – Conheça seus principais competidores

Outra dica importante é: conheça seus competidores. Em geral, tanto sua estratégia (margem ou giro) quanto a percepção de valor dos seus clientes dependem da forma como seus competidores atuam no mercado. Por isso, é muito importante conhecê-los.

Seus principais competidores têm fundamentos semelhantes aos da sua empresa. Ou seja, são mais ou menos homogêneos em termos de tamanho, público-alvo e raio de atuação. Por exemplo, se você possui um mercadinho de bairro, seus principais competidores são outros mercadinhos, e não os supermercados.

Avalie, então, qual é o preço praticado por competidores com fundamentos iguais aos da sua empresa. Os produtos são mais caros ou mais baratos? Costumam entrar em promoção ou ficam sempre naquele preço? Assim, você terá uma boa base para decidir sobre preços.

5 – Avalie a sensibilidade dos seus clientes ao preço

Já falamos da percepção de valor do cliente e agora vamos tratar da sensibilidade aos preços. Alguns segmentos de consumidores são mais sensíveis aos preços que outros. Então, se sua empresa aumenta o preço de venda, a intenção de compra cai significativamente.

O mercado de remédios, por exemplo, costuma ser pouco sensível. Ainda que o preço do seu produto cresça, a demanda se manterá praticamente a mesma — pois as pessoas precisam medicar-se. O mercado de carne bovina, por sua vez, tem uma elasticidade maior. Se o preço da carne de boi cresce, os clientes ligeiramente recorrem a outro tipo de proteína animal.

Então, ao precificar seu produto, avalie o grau de sensibilidade dos clientes ao preço. Isso será útil para futuros reajustes ou para praticar preços um pouco mais distorcidos da média do mercado. Se a sensibilidade é alta, sua precificação deve ser ainda mais perspicaz.

Veja que agora você está por dentro do assunto. Lembre-se de que a precificação de produtos é algo crucial para a saúde da empresa, manutenção de boas margens e negociação com clientes. Então, avalie a percepção de valor dos seus clientes, os custos envolvidos e o que é praticado pelos demais competidores, entre outras coisas. Somente depois disso, defina seu preço de venda.

Via Sebrae

Learn More

Saúde financeira durante a crise

Manter organização financeira é fundamental para o crescimento ou para a sobrevivência de qualquer empresa. No atual cenário de crise, causada pela pandemia da Covid-19, essa área merece atenção especial, pois é a mais afetada, principalmente pela queda no consumo de produtos e serviços.

Para se precaver e minimizar os impactos da crise nas finanças, o empreendedor conta com o fluxo de caixa, instrumento básico de planejamento e controle. O objetivo da ferramenta é apurar e projetar o saldo disponível para que exista sempre capital de giro, para aplicação ou eventuais gastos.

Agora é hora de repensar esse planejamento com a intenção de diminuir os custos, além de redobrar o controle de saídas e entradas de dinheiro. Também é preciso ficar atento a alguns fatores que são os que mais refletem no fluxo de caixa nesse período de crise.

Mais pedidos de parcelamentos, maiores prazos e descontos

Devido à crise, com a desaceleração econômica, é comum que os consumidores peçam mais desconto, assim como aumentam os pedidos de parcelamentos e maiores prazos para o pagamento. Muitas vezes, o empreendedor precisa aceitar para não perder a venda. O resultado é uma entrada menor de receita por um tempo maior. Nesse caso, é necessário aumentar o volume de negócios estipulando uma meta maior de vendas.

Queda de receita mais rápida do que a queda de custos

Mesmo após os esforços para reduzir os custos, o impacto no fluxo de caixa não será imediato, pois algumas despesas não podem ser reduzidas ou cortadas imediatamente. É importante lembrar que os cortes não devem ocorrer só nas grandes despesas, pois a pequenas somadas também significam uma boa parcela do orçamento da empresa.

No caso do surgimento de alguma despesa inesperada e inevitável, e não houver caixa para arcar com elas, é possível recorrer a alguma linha de crédito com juros baixos.

Inadimplência e cancelamentos

Por medo ou por reais dificuldades financeiras, em períodos de crise como agora, é comum que muitos consumidores desistam de comprar ou cancelem compras já realizadas. Também observam-se o aumento da inadimplência ou atrasos em pagamentos. Nesse caso, o melhor a fazer é investir no atendimento ao cliente, fortalecendo o relacionamento entre fornecedor e comprador. Reveja os contratos para que nenhuma das partes fique prejudicada.

Nos novos acordos, estabeleça cláusulas expressas sobre inadimplência, devoluções ou cancelamentos. Mas não seja abusivo com juros para não prejudicar seu relacionamento com o cliente. Defina também um mecanismo de cobrança que beneficie ambos os lados.

Via Sebrae

Learn More

Economia compartilhada é oportunidade para os pequenos negócios

O que é?
O capitalismo consciente tem transformado a economia global. Aos poucos, fica para trás o princípio perverso do hiperconsumo e do sucesso financeiro a qualquer custo. É definitivo: o impacto social vem mudando a forma como vivemos e, principalmente, como fazemos negócios. E o movimento da economia colaborativa (compartilhada ou em rede, como a chamam alguns) nada mais é do que a concretização dessa nova percepção de mundo.

E o que os pequenos negócios têm a ver com isso?

Diante de problemas sociais e ambientais que só se agravam, cada vez mais o acúmulo é substituído por compartilhamento. Assim, empresas que facilitam o compartilhamento e a troca de serviços e objetos têm sucesso crescente e são prova de como a adesão à tendência está longe de atingir um ápice.

Dicas

As pessoas “não precisam mais de uma furadeira, mas de um furo na parede”, como diz Tomás de Lara. E, para que sua empresa possa tirar proveito dessa nova forma de consumo, listamos para você algumas dicas, inspiradas neste artigo do Portal Entrepreneur:

  • Mantenha baixos os custos fixos: com o tempo, a tecnologia derrubará os custos em geral. Isso significa que as empresas bem-sucedidas serão aquelas que organizarem melhor suas estruturas financeiras. Diminuir o número de funcionários permanentes e terceirizar atividades periféricas podem ajudar.
  • Em vez de reinventar a roda, procure-a em parceiros;
  • Foque o relacionamento de longo prazo: agora que as margens para compartilhamento são estreitas, as empresas precisam dar prioridade para relações duradouras com os clientes.

Via Sebrae

Learn More

7 dicas para organizar o seu fluxo de caixa

1. Defina metas ambiciosas, mas realistas

O primeiro passo de como organizar o fluxo de caixa melhor é visualizar onde você quer estar financeiramente. A melhor maneira de fazer isso é anotar suas metas financeiras.

Certifique-se de não limitar seus objetivos ao que você acha que é alcançável agora. Se você quer realmente mudar a maneira como administra o dinheiro, crie suas metas desafiadoras.

Essas metas exigirão melhorias contínuas em seu desempenho, mas não são impossíveis de alcançar. Coloque um limite de tempo para ajudá-lo a acompanhar o progresso delas.

Ao definir suas metas, há vários fatores que você deve considerar:

  • sua idade;
  • compromissos financeiros futuros;
  • obrigações de curto prazo;
  • dívidas e ativos existentes;
  • rendimento provável;

Determine um ponto de equilíbrio

Você deve saber quando seu negócio se tornará lucrativo, não porque isso afetará seu fluxo de caixa – porque não o fará, mas porque lhe dará uma meta inicial para alcançar e uma meta para projetar o fluxo de caixa futuro.

Fluxo de caixa negativo e lucros negativos contribuem para uma combinação sombria. Concentre seus esforços em gerenciar seu fluxo de caixa com um olho focado em alcançar aquele momento em que você percebe seus primeiros lucros.


2. Analise o fluxo do seu dinheiro

Isso te ajuda a pensar como um negócio. Gerenciar o dinheiro que entra contra o que é gasto, bem como o que há em caixa versus o que se deve são controles importantes.

As informações desse gerenciamento são usadas para tomar decisões financeiras, como investimento, empréstimos, redução de custos e gastos.

É importante entender como essas medidas se conectam. Quando você pode ver a conexão entre dinheiro que entra (renda) e dinheiro que sai (despesas), bem como o que você possui (ativos) e o que você deve (passivos), reforça a importância de construir ativos que podem ajudá-lo a gerar renda e a reduzir as responsabilidades que criam despesas.

Uma vez que você se compromete com uma lista de metas, você terá uma motivação mais forte para mudar seus hábitos financeiros.

Use seu ponto de equilíbrio como referência. Depois que você atinge o ponto de equilíbrio e seu negócio é lucrativo, você ainda precisa gerenciar seu fluxo de caixa, é claro. Você atingiu outro estágio da vida da sua empresa e poderá dar mais um passo adiante.


3. Incentive os clientes a pagarem mais rápido

 Ofereça aos seus clientes descontos antecipados e mantenha os requisitos de crédito rigorosos. Estabeleça um conjunto escrito de padrões para determinar quem é elegível para crédito e aplique esses padrões rigidamente.

Você não quer que todos os clientes que estão entrando pela sua porta sejam aprovados para crédito, certo?

 

4. Considere seus custos versus receita

Ter uma visão de suas despesas em relação à sua renda também o levará a entender o status e a criar uma forma de como organizar o fluxo de caixa melhor.

Simplesmente entendendo o quanto você está gastando versus o quanto você está entrando, permitirá que você tenha visibilidade sobre seu potencial para economizar.

A melhor prática é procurar minimizar seus custos em relação à sua renda. Se você puder calcular a proporção de sua renda que sai para atender suas despesas, você estará em melhor posição para:

  • economizar dinheiro;
  • reduzir a dívida;
  • começar a gerar fluxo de caixa positivo.

Isso ajudará potencialmente a identificar as principais áreas em que você está gastando mais do que imaginou.

 

5. Organize suas despesas

O primeiro passo para alcançar seus objetivos financeiros é ter listado suas despesas ou um plano de fluxo de caixa. Suas despesas devem levar em conta toda a sua posição financeira, por isso é importante fazer uma lista com todas elas.

Fale com seu consultor financeiro ou contador, que pode fornecer algumas ferramentas úteis para você começar. Depois de ter as despesas por escrito, você poderá ver como algumas delas se enquadram em uma determinada categoria, como “entretenimento”.

A visualização da porcentagem do seu dinheiro que vai para essas categorias costuma ser uma boa oportunidade para redimensionar seus gastos.


6. Mantenha uma reserva em dinheiro

É possível que em algum momento você tenha déficits de caixa. A sobrevivência de sua empresa pode depender de como você consegue lidar com essas deficiências.

Se você começar com algum dinheiro em sua conta bancária, será mais fácil se concentrar no fluxo de caixa e não se estressar com as deficiências.

Essa reserva, que também chamamos de capital de giro, ajuda a “segurar as pontas” em momentos mais críticos e não abala sua organização financeira.

Aprender como calcular capital de giro de uma empresa é parte da gestão financeira e essencial para prevenir surpresas.

E não só para isso. Na dúvida de quando fazer um empréstimo é importante estar com os números em mãos para decidir se é o momento certo.

Organizar o fluxo de caixa e saber sua necessidade de capital de giro é parte da gestão financeira que te permite operar mês a mês com mais segurança.

blank

 

 

7. Use um sistema de automatização

 Automatizar seus números e informações, reduz investimentos, otimiza seu tempo e oferece relatórios em tempo real.

O SmartPOS pode fazer isso por você!

https://play.google.com/store

Learn More

E você? Sabe qual o seu propósito?

Aqui, vamos refletir sobre o propósito no seu âmbito, caro empreendedor. E você verá que, por mais que pareça uma discussão um pouco abstrata, é uma reflexão fundamental para qualquer atividade com a qual você venha a se envolver.

Ter um propósito claro na vida é saber onde se quer chegar – e, sobretudo, dispor da energia necessária para enfrentar a trajetória, que certamente não será fácil.

Mas como definir o meu propósito?

Não existe uma fórmula definitiva. Afinal, ele é o seu propósito; é uma questão muito íntima e subjetiva, com a qual cada um tem seu próprio jeito de lidar. Às vezes o propósito surge por eliminação – após nos envolvermos em uma série de atividades, enfim o descobrimos; às vezes já temos a certeza desde a mais tenra idade; às vezes o propósito surge por inspiração de alguém que você admira.

De toda forma, o fato é que um propósito não é identificado sem que façamos, em dado momento de nossas vidas, algumas perguntas incômodas a nós mesmos: qual é o sentido de viver para trabalhar? Qual o propósito de dedicar pelo menos um terço – geralmente muito mais – da minha vida a atividades cujo sentido desconheço? E talvez a mais temida de todas: sou feliz com o que faço?

“O meu propósito é o dinheiro”, você pode responder. Claro, um propósito mais do que legítimo. Porém, refazemos a pergunta: qual o propósito de ir em busca desse dinheiro? “Conforto”, “casa própria”, “viagens”, “educação de qualidade para meus filhos…”; perfeito. Mas – e pedimos perdão pela insistência –, para que tudo isso?

As perguntas são mesmo incômodas; mas as respostas podem te ajudar a ter muito mais clareza, tanto na vida quanto no momento de se posicionar diante dos clientes.

É somente ao descobrir o seu propósito que você poderá realmente oferecer algo ao mercado, diferenciando-se daqueles que apenas querem alguma coisa dele.

Ter um propósito é ter algo a entregar de fato

Em relação aos negócios, quando o seu propósito é bem definido, é muito provável que o da sua empresa também seja. Em consequência disso, fica muito mais fácil promover uma oferta de valor para o mercado, porque você conseguirá transmitir confiança naquilo que oferece. Se algum cliente não quiser, sem problema; outro há de querer. E aí, sim, a prosperidade financeira será mera consequência destes valores intangíveis que você oferece.

Por outro lado, se você ainda não identificou o seu propósito, é importante que comece a refletir. Primeiro porque, se for somente dinheiro, é mais difícil passar a confiança necessária para os consumidores. E segundo porque, com um propósito, a vida fica certamente muito mais leve, e os desafios que ela impõe, mais suportáveis.
Empreendedorismo: um propósito e tanto

Para concluir, algumas palavras sobre a dimensão do propósito empreendedor em termos econômicos e sociais aqui no Brasil.

Uma última pesquisa realizada pelo GEM (Global Entrepreneurship Monitor) mostrou que no Brasil há, hoje, aproximadamente 27 milhões de pessoas envolvidas ou em processo de criação de negócios por conta própria. E estes 27 milhões são responsáveis por mais de 60 milhões de empregos formais e informais – ou seja, a mais de 75% da massa trabalhadora em atividade. De acordo com este artigo do portal Administradores, o Brasil aparece em terceiro lugar no ranking de 54 países do estudo. Uma outra pesquisa, realizada pela Cia. de Talentos, indica que 56% dos jovens entrevistados pretendem abrir um negócio por conta própria.

São números assombrosos, sem dúvida; mas que apenas comprovam o fato de que cada vez mais pessoas vão em busca de seus propósitos, transformando seus sonhos em negócios, e transformando assim também a vida de outras pessoas e, enfim, da nossa sociedade.

 

Fonte: Endeavor

Learn More

Dicas para organizar a rotina de um empreendedor

Fazer a gestão do próprio negócio exige disciplina e comprometimento. Afinal, lidar com diferentes fornecedores, clientes, documentações, funcionários e ainda manter em dia as finanças pode se transformar em um caos se você não tiver tudo sob controle.

Embora alguns dias possam mesmo ser tomados por mil afazeres e um certo toque de desordem, é importante manter tudo o mais organizado possível. Quanto mais sistematizado for seu fluxo de produção e gestão, mais eficiente e produtiva será sua empresa.

Para quem está começando no universo do empreendedorismo ou tem dificuldades em gerir um negócio, algumas dicas, ferramentas e até mudanças na rotina podem ser a chave para o crescimento. Confira algumas dicas que podem ajudar a organizar sua rotina – e deixar sua vida muito mais fácil!

1. Aposente o papel

Manter pastas e caixas de arquivos em papel ocupa espaço, tende à desorganização e ainda acumula sujeira. Além disso, se você tem dificuldades com organização, fica muito difícil checar informações e encontrar aquele documento específico. Seu negócio vai ficar muito mais gerenciável se você partir para o universo digital. Hoje em dia, é possível encontrar uma variedade grande de aplicativos e softwares com um ótimo custo-benefício que integram agenda, calendário e até bloco de notas. O importante é apenas escolher aquele que mais se adequa ao seu perfil, que não é, necessariamente, o último lançamento do mercado.

2. Não deixe para depois

Quem nunca parou uma atividade no meio para resolver alguma outra pendência e nunca mais a terminou? Esse tipo de descuido pode comprometer todo seu fluxo de produção, atrasar entregas e render alguns clientes insatisfeitos. Por isso, quando começar a fazer algo, vá até o fim e não deixe pendências para trás. Se começou a checar e-mails, vá até o fim e responda tudo o que precisa de retorno. Essa mudança simples evita riscos desnecessários, perdas de prazos e até atrasos em negociações.

3. Liste as tarefas mais importantes do dia

Não adianta colocar dezenas de itens na sua lista diária de tarefas. É muito provável que você não chegue nem à metade– e termine o dia frustrado. O mais produtivo a fazer é selecionar poucas coisas que são imprescindíveis e que não podem atrasar. E isso pode significar uma única tarefa ou mais atividades. O importante é ser realista: o que cabe no seu dia? Para quem tem dificuldades em decidir prioridades, uma dica é começar pelo caminho inverso. Coloque na lista do “não fazer” tudo o que não é urgente e vai atrapalhar a gestão e seu fluxo de trabalho. Essas tarefas ficam em standby para caso sobre tempo no dia. Do contrário, poderão ser finalizadas em outra data.

4. Escolha o melhor fornecedor para você

Uma das etapas mais importantes de qualquer negócio é a escolha do fornecedor. Na hora de decidir com qual empresa trabalhar, pense nela como uma parceira que será a peça inicial (e chave) para seu fluxo de produção. O fornecedor precisa ser responsável e de confiança, porque ele será sua garantia de que matéria-prima, insumos e produtos sejam entregues em dia. Entre as possibilidades encontradas no mercado, o Makro é uma empresa parceira de pequenos a grandes negócios. Além de fornecer produtos de qualidade com bons preços, é aberto e acessível a qualquer tipo de consumidor: não exige cadastro ou CNPJ, não cobra mensalidade e as compras podem ser feitas no atacado e em pequenas quantidades.

5. Planeje sua semana com antecedência

Às segundas, separe uma hora do dia para planejar e sistematizar sua semana. O que é mais importante a ser feito em cada um dos dias? Dessa maneira, é possível ter uma visão mais geral dos dias que vem pela frente. Isso ajuda você não só a cumprir com todos os prazos, mas também a identificar a tempo possíveis falhas e pontos que precisam ser reforçados.

6. Aprenda a delegar

Ter controle sobre o que acontece com o seu negócio é essencial, mas isso não significa ser o responsável direto por tudo. Para ter sucesso, e conseguir uma gestão organizada, o empreendedor precisa aprender a delegar funções. Se você tem dificuldades em cumprir esse papel, a publicação Harvard Business Review reuniu algumas dicas que podem te ajudar a dar o primeiro passo: entenda porquê e a importância de delegar, escolha as pessoas corretas, aprenda com a experiência e avalie sua performance constantemente.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios – Papo de Dono

Learn More

4 tendências para bares e restaurantes em 2021

Donos de restaurantes estão sofrendo para reconquistar os clientes durante a pandemia do coronavírus. Mesmo com a reabertura e seguindo as medidas de segurança, a retomada do setor tem sido lenta.

Desde o início da pandemia, 200 mil restaurantes e similares fecharam as portas no país, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Além disso, 85% dos estabelecimentos estão faturando bem menos do que antes da crise.

Inovar e chegar ao cliente de outras maneiras é o caminho para retomar o movimento, dizem empresários do setor.

.

1. Já ouviu falar em cozinha virtual?

Os gastos com aplicativos de entrega de comida dobraram desde o início do ano. E quem ganhou com isso foram as cozinhas virtuais, uma novidade no mercado.

Esse modelo de negócio também é conhecido como cozinha escondida, ou dark kitchen. É um restaurante que não recebe clientes, só trabalha com entregas.

Não tem salão, não tem atendimento presencial, nem o take away pra retirar. Os pedidos são todos feitos para entregas.

.

2. Substitua o cardápio físico pelo digital

O cardápio digital é uma alternativa que representa diminuição de custos, evitando a impressão do cardápio. Permite alteração de descritivos e valores, em tempo real, sem necessidade de produção de materiais.

Além de evitar que clientes e funcionários manuseiem o mesmo material, reduzindo assim o risco de propagação de vírus.

.

3. Aposte no delivery

O delivery é uma grande oportunidade para você aumentar o faturamento do seu pequeno negócio. Primeiramente, porque é mais cômodo para os clientes e, com a pandemia, este serviço se tornou básico às empresas.

Muitos empreendedores que já operam com os serviços em domicílio costumam assegurar que economizam bastante. Tendo menos custos com os seguintes itens, por exemplo: garçons, atendentes de caixa e estrutura física (Energia, locação, água etc).

.

4. O controle de estoque como seu aliado

Trabalhe com o estoque mínimo. Principalmente quando se fala de produtos frescos e mais perecíveis do setor de alimentação.

Com a incerteza do movimento dos clientes e de por quanto tempo manteremos essas medidas de cuidados com a pandemia nos restaurantes, é melhor não desperdiçar dinheiro com estoque parado para não correr risco de os produtos vencerem.

  • Negocie com fornecedores locais para que facilitem a entrega e consigam repor os pedidos conforme o estoque for saindo.
  • Priorize os insumos do delivery, visto que as chances de saída desses produtos, nesse momento, são maiores.
Learn More